O 8º Levantamento da Conab, divulgado em maio de 2026, confirmou o que o campo já antecipava: a safra 2025/26 de soja fechou com recorde histórico, estimado em 180,1 milhões de toneladas, alta de 5% em relação ao ciclo anterior e o sétimo crescimento nos últimos dez anos.
A produtividade média, por sua vez, ficou ligeiramente acima do ciclo anterior: 3.698 kg/ha contra 3.622 kg/ha em 2024/25. Uma diferença que a própria Conab classifica como o segundo melhor desempenho médio da série histórica, mas que carrega dentro de si uma história sobre como o cenário fitossanitário desafiou cada lavoura.
Este conteúdo traz uma leitura dos resultados da safra 2025/26: o que os dados da Conab revelam além do recorde, como as doenças impactaram a produtividade nas lavouras, quais decisões de manejo separaram produtores de torcedores nesta temporada e o que fica de aprendizado para o próximo ciclo. Continue a leitura!
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O recorde que veio de dentro de campo
O recorde de produção da safra 2025/26 mostrou, mais uma vez, que o produtor brasileiro é referência na produção de soja. Porém isso não significa que a safra não teve seus desafios.
Em uma temporada marcada pela influência do La Niña sobre o clima, a soja enfrentou o avanço de manchas foliares, podridão de vagens e grãos e ferrugem-asiática em diferentes regiões do país.
Nesse contexto, quem entrou em campo com estratégia protegeu a produtividade da soja e viu a sua rentabilidade ficar acima da média.
Manejo fitossanitário vencedor: o diferencial dos produtores que colheram os melhores resultados
Os produtores que chegaram à colheita com os melhores resultados não tomaram decisões isoladas. Eles construíram a proteção da lavoura de forma integrada, posicionando soluções no momento certo para cada fase do ciclo da soja.
Antes da pressão chegar: proteção que começa cedo
A primeira decisão que diferenciou os melhores programas de manejo fitossanitário foi a antecipação. Em vez de aguardar os primeiros sintomas para iniciar o controle de doença, os produtores mais preparados já posicionavam a proteção no manejo antecipado, antes mesmo que os primeiros sinais de pressão aparecessem nas folhas do baixeiro.
ALADE® foi a escolha central nesse momento. Com ação preventiva e prolongada contra cercospora, podridão de vagens e grãos (“anomalia da soja”), oídio e antracnose, o fungicida construiu uma base sólida de sanidade desde o início do ciclo da soja. Proteção essa que se estendeu ao estágio reprodutivo, com as aplicações até os 70 DAE.
Quem antecipou com ALADE® chegou ao período de maior pressão da safra com a planta sadia e pronta para enfrentar os desafios dessa temporada.

Potência onde a pressão foi mais intensa
Nas lavouras que enfrentaram uma pressão mais intensa, com oca presença da mancha-alvo, da ferrugem-asiática e da podridão de vagens e grãos, MITRION® entrou como resposta de potência máxima.
De norte a sul do Brasil, o fungicida demonstrou controle superior onde a pressão foi mais intensa, com resposta rápida e de alta eficácia.

Inovação simplesmente poderosa
Nos programas de maior performance, havia um terceiro elemento estratégico: a rotação de mecanismos de ação. E MIRAVIS® Pro atuou como diferencial de inovação nesse sentido, simples para o produtor, poderoso contra as doenças.
Formulado com base na ADEPIDYN® technology, molécula de novo grupo químico com atuação implacável sobre a mancha-alvo, MIRAVIS® Pro entregou um controle superior do complexo de doenças desde as primeiras aplicações.
Ao introduzir um novo mecanismo de ação no programa, MIRAVIS® Pro contribuiu tanto para a proteção da produtividade da soja quanto para a preservação das tecnologias do programa de manejo fitossanitário das safras seguintes.

O placar desta safra e os aprendizados para a próxima
A safra 2025/26 mostrou, uma vez mais, que resultados na lavoura se constroem a partir de um manejo fitossanitário estratégico, com soluções que protegem o potencial produtivo da soja desde o início do ciclo.
E a conquista de mais um título de recorde em produção na safra 2026/27 começa a ser conquistado agora, nas decisões de manejo que estão sendo planejadas para essa nova fase.
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