Com a colheita da soja da safra 2025/26 praticamente encerrada, é hora de fazer o balanço do que aconteceu em campo e tirar lições que valem ouro para a próxima temporada. Como em qualquer campeonato, o placar final não mente: quem entrou em campo com estratégia e protegeu produtividade e qualidade. Quem ficou na torcida, esperando que o cenário melhorasse sozinho, sentiu o peso das perdas no bolso.
Esta safra deixou uma mensagem clara e definitiva: em anos de alta pressão de doenças, não existe espaço para postura passiva.
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O campo de jogo da safra 2025/26: uma temporada de alta pressão
A safra 2025/26 foi marcada por um cenário fitossanitário desafiador desde os primeiros meses. Oscilações de chuva e temperatura, associadas a janelas de semeadura mais longas, favoreceram o avanço das manchas foliares, além de ampliar a presença da ferrugem-asiática, especialmente em regiões com histórico de pressão da doença.
Já na região do Cerrado, o alerta maior recaiu sobre a cercospora, a mancha-alvo e podridão de vagens e grãos (“anomalia da soja”).
Esse cenário foi reflexo do clima. A chuva é um bem precioso para o agricultor, e nesta temporada não foi diferente. Mas a abundância de precipitações também traz seu ônus: os períodos de alta umidade criaram condições propícias para o avanço das doenças foliares, ampliando a janela de infecção em diversas regiões.
Além disso, o produtor precisou lidar com mais um desafio: o La Niña. Nesse cenário doenças com a mancha-alvo e a cercospora, encontraram as brechas que precisavam para avançar.
O resultado? Uma temporada em que quem não monitorou de perto, não aplicou no momento correto e não contou com soluções de controle superiores, sentiu o impacto direto no rendimento e na qualidade dos grãos.
As doenças que marcaram a safra 2025/26
Para vencer o campeonato da produtividade, o produtor precisou encarar um time adversário de peso safra 2025/26.
A mancha-alvo segue em expansão acelerada: nos últimos seis anos, sua incidência cresceu 33%, impactando área superior a 145 milhões de hectares. Seu crescimento supera o de ferrugem, mofo-branco e antracnose no mesmo período, o que reforça a necessidade de avaliar o complexo de doenças de cada região.

A cercospora (Cercospora kikuchii) também marcou presença, especialmente no Cerrado. Por atacar folhas, hastes e vagens ao longo de todo o ciclo, exige monitoramento contínuo para evitar perdas.

A podridão de vagens e grãos (anomalia da soja) voltou com força nesta safra, com alta incidência registrada em Mato Grosso, Rondônia, Norte Goiano, Sul do Tocantins e Pará. Diferente das doenças foliares, seu impacto ocorre diretamente sobre as vagens na fase de enchimento, comprometendo rendimento e qualidade final dos grãos.

A ferrugem-asiática manteve seu posto de ameaça permanente, mas com pressão variável entre regiões. No Sul do País, períodos de estiagem interromperam o ciclo da doença em determinados talhões, já nas regiões com semeadura tardia e maior disponibilidade hídrica, a pressão tendeu a ser mais intensa.

O monitoramento regional continua indispensável para calibrar o programa de aplicações com precisão.
O preço das decisões tardias e o que fez a diferença na safra 2025/26
Assim como no futebol um gol sofrido nos acréscimos pode custar o campeonato, na soja, uma aplicação feita fora do momento ideal custa sacas que jamais serão recuperadas. Afinal, quando o relógio já está nos acréscimos, nenhuma solução tem o poder de reverter o que o atraso comprometeu.
Por isso, o manejo do complexo de doenças da soja não pode ser reativo: é preciso estruturar uma estratégia assertiva, considerando o histórico sanitário e o potencial produtivo de cada talhão.
Quem jogou de verdade usou as melhores ferramentas
Os produtores que saíram desta safra com o placar positivo fizeram suas escolhas antes do apito inicial. Eles incluíram fungicidas de alta performance da Syngenta. dentro do seu programa de manejo integrado, com tecnologias capazes de enfrentar o mais alto nível de pressão de doenças.
ALADE®: o jogador que nunca sai de campo

Em uma safra marcada por múltiplas ameaças ao longo de todo o ciclo, a versatilidade foi um diferencial decisivo. ALADE® esteve presente desde as aplicações antecipadas, a partir de 30 DAE, até o reprodutivo, construindo uma defesa consistente de ponta a ponta.
Com controle amplo contra antracnose, oídio, cercospora, septoria e podridão de vagens e grãos (anomalia da soja), o produto respondeu à diversidade de pressões que caracterizou esta temporada.
Nesta safra, sua antecipação de uso foi estratégica: protegeu as folhas do baixeiro antes da instalação dos patógenos, construindo a sanidade das plantas desde o início da safra.
Quem antecipou com ALADE® não correu atrás do prejuízo depois.
MITRION®: potência máxima de norte a sul

Para quem enfrentou a pressão combinada de mancha-alvo, ferrugem-asiática e antracnose, o trio mais temido dessa safra 2025/26, MITRION® foi a escolha de quem não aceita perder contra a podridão de vagens e grãos (“anomalia da soja”), as manchas foliares, a ferrugem-asiática e outras doenças da soja.
De norte a sul do Brasil, MITRION® demonstrou potência de controle onde a pressão foi mais intensa.
Com a tecnologia Empowered Control®, o produto oferece melhor retenção, espalhamento e translocação na planta, respondendo com rapidez e mantendo a eficácia por período prolongado. E sem a necessidade de adjuvantes, simplificou a operação em um momento de campo intenso.
MIRAVIS® Pro: simplesmente poderoso no campo

Nos momentos de maior pressão de mancha-alvo e cercospora, quando o risco de desfolha ameaçava o resultado final da safra, MIRAVIS® Pro se destacou como o diferencial competitivo de quem entende que inovação é estratégia no manejo de cercospora e da mancha-alvo na soja
Baseado na ADEPIDYN® technology, uma molécula de novo grupo químico com atuação implacável sobre os principais patógenos da soja, oferecendo um controle superior do complexo das doenças desde as primeiras aplicações.
O apito final soou. E agora?
A safra 2025/26 encerrou seu ciclo com lições valiosas escritas em campo. O clima foi exigente. As doenças foram agressivas. E a diferença entre produtores e torcedores ficou ainda mais evidente no balanço da colheita.
A boa notícia é que o calendário já avança para a próxima temporada. E quem aprendeu com esse ciclo sabe que o título começa a ser conquistado agora, nas decisões de manejo que formam a base da safra 2026/27.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
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