Há desafios no campo que acompanham o produtor de soja há décadas. O percevejo-marrom é um deles. Safra após safra, ele danifica vagens e grãos para se alimentar, esconde suas ninfas no baixeiro da soja e sobrevive no período entressafra entrando em diapausa (semelhante a hibernação), testando constantemente o manejo de quem vive da lavoura.

Todos esses desafios fizeram com que o controle convencional de percevejos na soja fosse tratado como uma escolha. O produtor podia escolher um produto com um bom choque, mas pouco residual. Ou ainda um com um bom residual, mas com dificuldade para desalojar e atingir as ninfas no baixeiro da soja.

Mas essa escolha nunca foi única opção dos produtores. Antes mesmo de o setor reconhecer esses desafios no manejo de percevejos na soja, uma tecnologia já entregava tudo o que o produtor mais precisava.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender o cenário que transformou o percevejo em prioridade na soja, conhecer as exigências que hoje definem um bom manejo e descobrir por que, no agro, pioneirismo se mede em resultado sustentado safra após safra.

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O cenário que transformou o percevejo em prioridade

O desafio no manejo do percevejo na soja cresceu junto com a própria cultura. Conforme as áreas se expandiram e os sistemas de cultivo se intensificaram, a praga encontrou condições cada vez mais favoráveis para sobreviver e se multiplicar de uma safra para a outra.

Parte do que torna o controle do percevejo difícil é que boa parte do dano só é percebida na colheita. Quando os grãos chegam chochos, com peso e qualidade reduzidos, o ataque já aconteceu.

Some-se a isso o comportamento da praga. As ninfas, estágios jovens do percevejo, são menos móveis e ficam mais protegidas no baixeiro da soja. Mesmo assim, respondem por cerca de 70% dos danos na cultura, segundo a Embrapa.

Ninfa do percevejo-marrom (Euschistus heros) em folha de soja

As exigências que passaram a definir o manejo moderno de percevejos

Com o tempo, o produtor e o setor amadureceram o manejo de percevejos na soja. O que antes era diferencial virou requisito nos inseticidas. Esse conjunto de exigências é o que hoje aparece nas conversas técnicas como tendência de manejo:

  1. Desalojamento: mobilizar adultos e ninfas, expondo à ação do inseticida a praga que se protege no fundo da planta.
  2. Choque imediato: paralisar e eliminar a praga rapidamente, reduzindo o tempo de exposição da lavoura ao dano.
  3. Residual prolongado: manter a proteção ao longo da fase mais sensível da cultura, mesmo após a aplicação.
  4. Controle de ninfas e adultos: controlar, na mesma medida, o estágio jovem mais danoso e o inseto adulto.
  5. Acerto nas primeiras aplicações: agir no momento certo para evitar que a população avance e comprometa o potencial produtivo.

Encaixar todas essas peças em uma única solução foi, por muito tempo, o grande objetivo do controle de percevejos.

A tecnologia que já entregava o futuro do controle de percevejos

Tudo o que o manejo moderno passou a exigir, ENGEO PLENO® S já reunia desde o seu lançamento. A solução da Syngenta para o controle das principais pragas sugadoras da soja, com destaque para os percevejos, nasceu de uma formulação exclusiva que combina dois ingredientes ativos de ação complementar e sinérgica.

Dois ativos, ação complementar

Ingrediente ativoGrupo químicoAção principalAlvo em destaque
Lambda-cialotrinaPiretroideChoque imediato e efeito desalojantePercevejos adultos
TiametoxamNeonicotinoide sistêmicoResidual duradouro e alta mobilidade na plantaNinfas (mais protegidas)

A lambda-cialotrina, do grupo dos piretroides, promove choque imediato e forte efeito desalojante. Atua principalmente sobre os percevejos adultos, provoca paralisia rápida e interrompe a alimentação da praga, induzindo os insetos a deixar seus esconderijos e ficar expostos ao inseticida.

O tiametoxam, neonicotinoide sistêmico de amplo espectro e alta mobilidade na planta, que oferece excelente controle das ninfas, estágios jovens mais protegidos, menos móveis e ainda mais danosos que os adultos.

Juntos, esses ingredientes ativos são combinados com a tecnologia ZEON®, resultando no poderoso efeito de choque de ENGEO PLENO® S   aliado ao mais longo efeito residual do mercado.

Infográfico explicando a tecnologia Zeon, presente em Engeo Pleno S

Além disso, ENGEO PLENO® S já entregava duas vias de controle:

  • Contaminação tarsal: quando o inseto toca superfícies tratadas e absorve o ativo pelas pernas.
  • Ingestão: quando o inseto suga a seiva da planta tratada.

O resultado é um controle que elimina a praga rapidamente e mantém a lavoura protegida durante o período crítico da cultura, mesmo após a aplicação.

Não por acaso, ENGEO PLENO® S resume os atributos que hoje definem um bom manejo de percevejos:

  • Tecnologia que confere choque e residual ainda melhores;
  • Excelente no controle de ninfas e adultos;
  • Melhor ferramenta para as primeiras aplicações.

Mais do que acompanhar a evolução do setor, a história de ENGEO PLENO® S no dia a dia do produtor brasileiro há mais de 20 anos, fez dele uma ferramenta de confiança no manejo de percevejos na soja.

Banner do inseticida para soja Engeo Pleno S

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