A cultura da soja enfrenta um novo cenário agronômico de alta pressão de pragas, impulsionado por fatores como intensificação dos sistemas de cultivo, ponte verde (presença de hospedeiros o ano todo) e mudanças climáticas. 

Produtores têm observado que pragas estão mais abundantes e difíceis de controlar, resultando em riscos maiores para a produtividade. De fato, a intensificação das safras (ex.: soja seguida de milho safrinha) aumenta a pressão de infestação e mantém populações de insetos de uma cultura para outra, configurando uma ponte verde que reduz as quebras naturais de ciclo.

Ao mesmo tempo, a adoção de cultivares transgênicas e o uso repetitivo de defensivos com um mesmo modo de ação tem selecionado pragas mais resistentes. Para agravar, as mudanças nos padrões climáticos aceleraram o ciclo de vida das pragas, com verões mais longos e invernos amenos favorecendo mais gerações por ano.

Os componentes de rendimento da soja — número de vagens por planta, número de grãos por vagem e peso dos grãos — ficam diretamente em risco nesse contexto.

Essas métricas determinam quantos grãos cada planta produz e o quão pesados e saudáveis eles serão, definindo em última instância a produtividade em sacas por hectare. 

Com a alta pressão de insetos, cada um desses componentes pode ser comprometido: pragas desfolhadoras reduzem a formação e enchimento de vagens, sugadoras danificam grãos e impedem seu desenvolvimento completo e pragas iniciais podem até limitar o estande ou o florescimento, diminuindo o potencial produtivo antes mesmo da formação dos grãos

Em resumo, a “dor” do produtor hoje é ver seu investimento ameaçado por infestações que podem causar perdas severas de produtividade, chegando a até 50% em casos de alta infestação de percevejos, por exemplo.

Mesmo pragas menores, como tripes, não podem ser ignoradas: elas podem consumir a seiva das plantas jovens e provocar reduções de algumas sacas por hectare na colheita se não houver controle. O reconhecimento desse risco crescente é o primeiro passo para saber como reverter o cenário e proteger os componentes de produtividade da soja contra essas ameaças.

Qual o impacto das pragas nos componentes de produtividade da soja?

Vamos contextualizar o problema examinando como as principais pragas atuais afetam cada componente de produtividade da soja:

Tripes (Thysanoptera):

Insetos minúsculos, mas capazes de causar estragos grandes. Eles raspam as folhas novas e flores, levando à queda precoce de botões florais e formação reduzida de vagens. O resultado são menos vagens por planta e, potencialmente, menos grãos por vagem (já que algumas vagens abortam). 

Com a ponte verde, populações de tripes têm sobrevivido entre safras e se tornado mais abundantes no início do plantio. Na safra 2022/23, observou-se que infestações de tripes não controladas reduziram significativamente a produtividade — em um experimento, o controle eficiente de tripes rendeu +7,3 sacas/ha em comparação à situação sem controle adequado. 

Isso demonstra que a simples presença de tripes pode “comer” algumas sacas do produtor se não for bem manejada.

Lagartas (desfolhadoras e mastigadoras)

Espécies como Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), Anticarsia gemmatalis (lagarta-da-soja) e Chrysodeixis includens (lagarta-falsa-medideira), entre outras, compõem um complexo de lagartas que atacam a soja. 

Elas consomem folhas, vagens novas e até grãos em formação, afetando principalmente o número de vagens por planta (pela queda de vagens danificadas) e o número de grãos por vagem (vagens parcialmente comidas ou estressadas podem ter menos grãos desenvolvidos). 

Com várias gerações por safra e algumas populações resistentes a inseticidas tradicionais, essas lagartas podem dizimar lavouras se ignoradas. Ensaios técnicos confirmam o impacto: lavouras protegidas efetivamente contra lagartas produziram bem mais. Por exemplo, em um comparativo de tratamento, a parcela que recebeu a nova tecnologia de controle obteve +4,5 sacas/ha em média em relação ao controle padrão, sob alta pressão de lagartas.

Esse ganho reflete diretamente mais vagens salvas e completas, resultando em mais grãos por planta colhidos.

Percevejos (como Euschistus heros, percevejo-marrom, e Piezodorus guildinii, barriga-verde): 

São considerados pragas-chave da fase reprodutiva da soja. Ao sugarem os grãos em desenvolvimento dentro das vagens, causam abortamento de grãos (reduzindo o número de grãos por vagem) e diminuem o peso daqueles que sobrevivem, pela perda de seiva e formação de grãos “chochos”. 

Além disso, sua saliva tóxica pode manchar e comprometer a qualidade das sementes. Em situações de alta infestação no final do ciclo, produtores frequentemente observam perda de peso de grãos e qualidade inferior, impactando tanto a produtividade quanto o valor comercial da semente. 

Dados de pesquisas de campo ilustram bem o problema: sem um controle eficaz, até ~32% dos grãos podem ser danificados por percevejos em determinadas áreas.

Em outras palavras, quase um terço dos grãos sai ardido ou vazio. Esse dano reflete diretamente na queda de peso médio dos grãos colhidos. Mesmo com inseticidas químicos convencionais, muitas vezes ainda se observa 10-20% de grãos danificados sob alta pressão de percevejos. 

Ou seja, os métodos tradicionais podem não estar garantindo a proteção completa necessária. Claramente, os percevejos atacam em cheio os componentes de rendimento relacionados aos grãos, tornando indispensável uma abordagem mais robusta de controle nessa fase.

Outras pragas de sistema

Além das pragas já citadas, a soja convive com ácaros (que podem causar desfolha e reduzir área fotossintética para enchimento de grãos), cascudinho, vaquinha-verde-e-amarela, entre outras. Cada uma impacta negativamente o potencial produtivo — seja diminuindo a massa foliar (afetando o enchimento e peso de grãos) ou até mesmo transmitindo doenças ou abrindo a porta de entrada para patógenos que enfraquecem a planta. 

No cenário atual de safras contínuas e sobreposição de hospedeiros, essas pragas, antes secundárias, agora aparecem com mais frequência e requerem atenção no manejo integrado.

Diante desse contexto, fica evidente o problema a ser resolvido: como proteger efetivamente todos os componentes de rendimento da soja (vagens, grãos por vagem e peso dos grãos) nesse novo cenário de alta pressão de pragas? 

Os métodos tradicionais isolados já não oferecem a mesma eficácia de antes, seja por seleção de resistência das pragas ou por duração limitada de controle diante de mais gerações da praga por ciclo. Surge, então, a necessidade de uma estratégia mais abrangente e consistente no manejo de insetos, capaz de proteger o potencial produtivo da cultura do plantio à colheita.

Uma estratégia integrada tem sido a resposta para proteger os componentes de produtividade da soja e entregar mais resultado para o produtor: Manejo Mais 

Para enfrentar esse desafio, a Syngenta desenvolveu o programa Manejo Mais, uma abordagem técnica que alia conhecimento agronômico a um protocolo que combina inovação, sinergia e otimização, focado em eficiência, resultado e rentabilidade.

O Manejo Mais propõe um pacote de manejo integrado, com recomendações que envolvem monitoramento, momento correto de aplicação, rotação de modos de ação e uso sequencial de tecnologias para obter controle mais eficaz e duradouro das pragas. 

O conceito-chave é combinar conhecimento agronômico + conhecimento de soluções = Mais Resultado.

Em outras palavras, aliar as boas práticas agronômicas (como monitorar a lavoura, identificar o nível de ação, aplicar na hora certa e com técnica de aplicação correta) com o que há de melhor em inseticidas

Essa sinergia de estratégia e produto resulta em um controle superior das pragas e, consequentemente, maior proteção dos componentes de rendimento da soja.

O Manejo Mais enfatiza princípios básicos de MIP (Manejo Integrado de Pragas) — por exemplo, respeitar níveis de controle recomendados (não aplicar “preventivamente” sem presença da praga, mas também não atrasar quando o nível de dano econômico é atingido) e preservar inimigos naturais sempre que possível. 

No entanto, reconhece que somente boas práticas não bastam se os produtos utilizados não entregarem performance adequada.

Por isso, o programa integra duas tecnologias inseticidas complementares em aplicações sequenciais: VERDAVIS® e ENGEO PLENO® S. Juntas, elas formam uma barreira química robusta contra as principais pragas da soja, desde o vegetativo até o enchimento de grãos, com diferentes modos de ação atuando em sequência para ampliar o espectro de controle e a duração da proteção.

VERDAVIS® + ENGEO PLENO® S: tecnologias complementares em ação

A estratégia sequencial proposta pelo Manejo Mais consiste, em termos práticos, em duas aplicações-chave no manejo de pragas da soja:

  • 1ª aplicação – VERDAVIS® 250 mL/ha: deve ser realizada no início da infestação de percevejos ou na fase de fechamento das linhas da cultura, geralmente no pré-florescimento até o início da floração. A recomendação é não esperar danos elevados — aplicar assim que a praga for detectada atingindo o nível de controle, muitas vezes por volta de 50 dias após a emergência (DAE) ou antes. Esse timing coincide com a aplicação de fungicidas de final de vegetativo, o que permite otimizar a operação (pulverizar VERDAVIS® em mistura de tanque ou na mesma janela de fungicida). A primeira aplicação com VERDAVIS® visa quebrar o ciclo inicial das pragas, reduzindo drasticamente as populações logo no começo do período reprodutivo da soja.
  • 2ª aplicação – ENGEO PLENO® S 250 mL/ha: deve ser feita sequencialmente cerca de 14 dias após a primeira, dependendo do monitoramento das pragas. Ou seja, aproximadamente duas semanas após o pré-fechamento, cobrindo, assim, a fase de formação de vagens e o início de enchimento de grãos. Essa segunda entrada garante que qualquer reincidência de percevejos ou surtos de outras pragas (tripes tardios, lagartas remanescentes, etc.) sejam controlados antes que causem dano significativo nos grãos em formação.

Essa dupla aplicação capitaliza os pontos fortes de cada produto, oferecendo benefícios complementares:

VERDAVIS® 

Lançado em 2023, é um inseticida-acaricida de amplo espectro que traz a inovadora tecnologia PLINAZOLIN® (molécula isocicloseram, do grupo IRAC 30) em combinação com lambda-cialotrina (piretroide, IRAC 3A). Sua formulação moderna (Suspensão Concentrada + Capsule Suspension, SC/CS) garante distribuição homogênea e aderência das partículas na superfície foliar, resultando em alta persistência de controle. 

Em outras palavras, VERDAVIS® tem ação prolongada, continuando a proteger a lavoura por um longo período após a pulverização. Além disso, graças à lambda-cialotrina microencapsulada, o produto oferece duplo efeito de choque: um knockdown inicial rápido (derrubando ou paralisando as pragas rapidamente) e, exclusivo do PLINAZOLIN®, a paralisação imediata da alimentação dos insetos. Isso significa que, segundos após o contato, as pragas já param de se alimentar das plantas, mesmo que não morram instantaneamente – um conceito de “choque” além do tradicional. Essa cessação instantânea da alimentação protege as plantas de danos adicionais enquanto a morte do inseto se concretiza. 

Estudos mostram que VERDAVIS® é capaz de controlar todas as fases das pragas (ovos, ninfas e adultos), interrompendo o ciclo ao atuar também como ovicida e larvicida quando em contato com ovos/lagartas jovens.

Na prática, ao usar VERDAVIS® na primeira aplicação, o produtor consegue um controle imediato e prolongado de percevejos (e demais pragas presentes no momento), reduzindo a população a níveis muito baixos no início do enchimento de vagens. VERDAVIS® também tem eficácia comprovada em tripes, lagartas e ácaros, ajudando a suprimir esse complexo inicial de pragas de sistema de forma abrangente. O resultado são plantas protegidas no momento crítico de definição do número de vagens e grãos.

ENGEO PLENO® S

É um parceiro de confiança conhecido dos sojicultores, sendo a união de tiametoxam (neonicotinóide sistêmico, IRAC 4A) e lambda-cialotrina (piretroide de contato, IRAC 3A). 

Essa combinação oferece um efeito sinérgico: o tiametoxam é absorvido pela planta e redistribuído pelos tecidos, conferindo ação sistêmica e de profundidade (atingindo pragas sugadoras escondidas, como percevejos que sugam a seiva do interior da vagem), enquanto a lambda atua por contato e ingestão com efeito de choque sobre pragas mastigadoras e sugadoras expostas. 

ENGEO PLENO® S é amplamente reconhecido no mercado pela consistência de controle de percevejos ao longo de diversas safras, justamente por unir essas duas frentes de ataque. Ao entrar como segunda aplicação, cerca de 2 semanas após VERDAVIS®, ele assegura que nenhum percevejo sobrevivente ou emergente escape: o tiametoxam atinge indivíduos que possam ter vindo de reinfestação ou que estavam em ovos durante a primeira aplicação, e a lambda reforça a ação de choque sobre qualquer adulto presente. 

Em suma, essa segunda aplicação prolonga a janela de proteção até o final do enchimento de grãos, garantindo que os componentes de rendimento estabelecidos (vagens fixadas e grãos em desenvolvimento) cheguem íntegros até a colheita.

Importante ressaltar que o uso sequencial de VERDAVIS® seguido de ENGEO PLENO® S representa também uma rotação de modos de ação

Isso contribui para o manejo de resistência das pragas, reduzindo a pressão de seleção sobre qualquer mecanismo resistente que pudesse existir nas populações. 

Em outras palavras, pragas que eventualmente sobrevivam à primeira aplicação (por qualquer tolerância) provavelmente serão controladas pela segunda, e vice-versa, trazendo muito mais resultado, quando a estratégia é bem executada.

Por fim, do ponto de vista operacional, a recomendação do Manejo Mais foi pensada para encaixar no manejo do produtor sem atrapalhar: a aplicação de VERDAVIS® no pré-fechamento pode ser feita junto com fungicida, e a de ENGEO PLENO® S logo depois, evitando precisar de aplicações extras dispersas ou aumento no número total de entradas na lavoura. 

Trata-se de otimizar o controle de pragas dentro das aplicações já planejadas, mas usando produtos mais modernos e eficazes no momento certo.

E os resultados comprovam a eficiência da estratégia: O Manejo Mais protege e alavanca a produtividade

Toda boa recomendação agronômica precisa vir acompanhada de dados que a respaldem.

No caso do programa Manejo Mais, os resultados de campo têm demonstrado de forma consistente o impacto positivo da estratégia nos componentes de rendimento e na produtividade final

A seguir, destacamos algumas evidências coletadas em experimentos e áreas comerciais que comprovam os benefícios:

Mais vagens por planta e mais grãos por vagem: 

Nas áreas onde a sequência VERDAVIS® + ENGEO PLENO® S foi adotada, as plantas de soja conseguiram manter mais vagens em todos os terços da planta (inferior, médio e superior) em comparação a outros manejos químicos. 

Isso indica que menos vagens foram abortadas ou perdidas por ataque de pragas, graças à proteção fornecida no momento certo. Além disso, observou-se maior número de grãos por vagem nas plantas protegidas, evidência de que percevejos e outras pragas não chegaram a comprometer a formação completa dos grãos dentro das vagens.

Grãos mais pesados e de melhor qualidade: 

A consequência direta de manter as pragas afastadas durante o enchimento de grãos é colher sementes mais cheias, uniformes e saudáveis. 

Em testes de qualidade, sementes colhidas de parcelas tratadas com VERDAVIS® apresentaram maior vigor e integridade (testes de tetrazólio indicaram menos danos internos) em comparação a sementes de áreas tratadas com inseticidas concorrentes. Isso reflete a menor incidência de picadas de percevejo e outras injúrias durante o desenvolvimento dos grãos.

Na prática, grãos mais pesados e sadios significam maior peso de mil sementes e mais sacas por hectare colhidas, além de melhores lotes de sementes para quem produz sementeira.

Aumento de produtividade comprovado: 

O objetivo final — colher mais soja — também foi atingido de forma consistente com o Manejo Mais. 

Em um conjunto de 26 áreas demonstrativas (Safra 23/24) onde foi comparada a estratégia sequencial Manejo Mais versus manejo padrão do produtor, os resultados médios mostraram produtividade superior na soja com a estratégia Syngenta. 

A média das áreas com Manejo Mais alcançou ~60 sc/ha, enquanto as áreas com manejo convencional ficaram em torno de 57 sc/ha.  Esse ganho de ~3 sacas por hectare, representando cerca de 5% de incremento, ocorreu mesmo sob alta pressão de pragas, comprovando que a proteção dos componentes de rendimento se traduziu em mais rendimento na colheita.

Superioridade frente a outras opções de controle: 

Talvez o ponto mais relevante para o produtor seja saber como essa nova estratégia se compara ao que ele já utiliza. 

Os dados indicam que VERDAVIS® + ENGEO PLENO® S superam as alternativas atuais de mercado em diversas métricas. Seja em controle de percevejos (onde mostrou maior consistência e residual do que combinações concorrentes como sulfoxaflor+lambda, dinotefuran+lambda, etc), seja em controle de lagartas e tripes (onde entregou níveis de controle mais altos, resultando em mais produtividade).

Não foi por acaso que a estratégia do Manejo Mais ganhou do padrão em todas as ocasiões, mas sim pela consistência tecnológica oferecida por essas ferramentas inovadoras. 

Em suma, o Manejo Mais demonstrou maior controle de pragas-chave, menor dano à lavoura e maior produtividade, evidenciando sua superioridade técnica frente aos programas convencionais e entregando o que promete: mais resultado!

Diante dos desafios impostos pelo cenário atual — com pragas mais numerosas, resilientes e presentes ao longo de todo o ciclo — o programa Manejo Mais desponta como uma solução robusta e comprovada para proteger os componentes de rendimento da soja e maximizar a produtividade

Em vez de um enfoque apenas reativo ou curativo, trata-se de uma estratégia preventiva e integrada, que antecipa os problemas e os combate em múltiplas frentes.

O Manejo Mais da Syngenta representa um novo patamar de manejo fitossanitário para a cultura da soja, unindo conhecimento técnico e tecnologias de ponta para enfrentar os desafios de um cenário agronômico em evolução. 

Ao adotar essa estratégia, o produtor passa a jogar na ofensiva contra as pragas, protegendo proativamente os componentes de produtividade da soja e garantindo que cada planta expresse seu máximo potencial produtivo. 

Os dados e resultados apresentados reforçam que investir nesse manejo traz retorno em produtividade e confiança, especialmente diante de pragas cada vez mais agressivas. Em um ambiente onde cada detalhe conta, proteger vagens, grãos e peso dos grãos é proteger seu lucro. 

O Manejo Mais se consolida, assim, como um aliado valioso do sojicultor para colher mais e melhor mesmo em tempos de alta pressão de pragas – tudo isso com embasamento técnico, linguagem acessível e foco na sustentabilidade do negócio.

Em suma, se o cenário de pragas evoluiu, as estratégias de manejo também precisam evoluir. O Manejo Mais mostra na prática como é possível vencer as pragas e produzir mais soja, combinando inovação e boa agronomia. 

É a resposta direta e efetiva para a dor atual dos produtores, convertendo preocupação em produtividade superior e resultados tangíveis no campo. Aproveite as recomendações, adapte-as à sua realidade com o apoio de um agrônomo de confiança e esteja um passo à frente na proteção da sua lavoura de soja. Afinal, proteger hoje os componentes de rendimento é garantir amanhã uma colheita farta e lucrativa.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.

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