O Brasil vive nesta semana um dos contrastes térmicos mais marcantes do ano. De um lado, o frio intenso no Sul, com mínimas de -0,9°C em Caxias do Sul (RS); de outro, o calor extremo no Centro-Oeste, com máximas próximas de 42°C em Goiás. Esse cenário atípico chega em um momento sensível para o campo: a colheita do milho se aproxima da fase final em Mato Grosso e Minas Gerais, e qualquer instabilidade climática pode comprometer parte da safra que ainda está no campo. A colheita de milho pode ser impactada por essas condições climáticas adversas: saiba mais sobre!
Colheita do milho avança com atraso e sob pressão climática
A colheita do milho no Brasil apresenta um leve atraso em comparação com o ciclo anterior. Os principais pontos de atenção no campo são:
- Fase final da colheita em Mato Grosso e Minas Gerais.
- Falta de espaço para armazenamento, reflexo do aumento da produção nesta safra.
- Risco de perdas com grãos expostos a granizo e ventos fortes antes do recolhimento.
Esse conjunto de fatores mantém os produtores em estado de atenção redobrada, já que qualquer chuva volumosa fora de hora pode atrasar ainda mais as operações e comprometer a qualidade do grão colhido.
O contraste climático que preocupa o setor agrícola
As condições climáticas registradas nos últimos dias mostram a dimensão desse contraste:
- Frio intenso no Sul, com mínimas de -0,9°C.
- Calor extremo no Centro-Oeste, com máximas de 42°C.
- Previsão de chuvas volumosas no Paraná, que podem inviabilizar as operações de colheita.
Esse tipo de oscilação térmica, combinado a eventos de chuva forte, é justamente o que os produtores mais temem nesta reta final de safra: o milho já maduro, ainda no campo, fica vulnerável a granizo, ventos e alagamentos.
O que esperar para os próximos dias
Segundo as previsões meteorológicas mais recentes, as temperaturas devem permanecer elevadas, sobretudo no Centro-Oeste, enquanto as chuvas tendem a se concentrar no Sul do país. O restante do território deve ter dias mais secos, o que pode favorecer o avanço da colheita em algumas regiões, mas não elimina o risco de temporais pontuais.
Diante desse cenário, a recomendação para os produtores é acompanhar de perto os boletins meteorológicos regionais e priorizar a colheita nas áreas mais expostas a chuva e vento, reduzindo a exposição do milho a intempéries antes que ele chegue aos armazéns.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
Confira a central de conteúdos Mais Agro para ficar por dentro de tudo o que está acontecendo no campo:


Deixe um comentário