Specialty Coffee
Chuvas nas áreas cafeeiras ligam alerta para o controle da ferrugem
Chuvas nas áreas cafeeiras ativam alerta para controle da ferrugem; ações rápidas e integradas previnem danos e mantêm a produtividade. Saiba mais. Dificuldades no manejo trazem expectativa de maior incidência da doença na cultura O volume de chuvas nas áreas cafeeiras de arábica no Brasil tem mudado o cenário e colaborado para o bom desenvolvimento […]
Grandes desafios aguardam o setor cafeeiro em 2024
Os cafeicultores devem enfrentar alguns desafios em 2024, o primeiro deles é o clima, com o fenômeno El Niño em ação, além do preço.
Preços melhores em 2026?
Setor entra no ano com mais otimismo, mas ainda com desafios estruturais A cafeicultura brasileira entra em 2026 com um sentimento diferente. Embora o ano anterior tenha sido intenso, com oscilações climáticas, barreiras comerciais inesperadas e dificuldades estruturais, o setor encerrou o período com sinais claros de recuperação. De acordo com especialistas, o Brasil atravessou […]
O café brasileiro em 2025: desafios globais, preços firmes e o setor ainda mais forte
Mesmo diante de oscilações climáticas, tarifas inesperadas e pressões regulatórias internacionais, o Brasil fecha 2025 com saldo positivo no café A cafeicultura brasileira atravessou 2025 enfrentando um conjunto de desafios que, embora conhecidos pelo setor, ganharam novas dimensões nos últimos anos. A presidente da Associação Brasileira de Cafés Especiais – BSCA, Carmem Lúcia Ucha, que […]
Hora do Drench: tecnologia promove vigor e produtividade do café
Produtores e especialistas do Cerrado Mineiro mostram como tecnologia, manejo técnico e estratégias sustentáveis enfrentam nematoides, bicho-mineiro e desafios climáticos no café arábica. O Cerrado Mineiro é uma das regiões mais tecnificadas da cafeicultura brasileira, e o drench contribuído para ampliação desse cenário. Com lavouras planas, mecanização praticamente total e produtores focados em eficiência, a […]
Chuvas devem ganhar ritmo em novembro e beneficiar o café brasileiro
Nesse início de novembro, as previsões apontam para a regularização das chuvas nas principais regiões produtoras de café. Mais um vez, o fenômeno La Niña está na mira das principais preocupações dos produtores. “As chuvas se tornam mais frequentes, o que favorece o pegamento dos frutos e o desenvolvimento dos chumbinhos”, destaca Ludmila Camparotto, metereologista […]
Safra maior pressiona preços e muda dinâmica do mercado de café em 2026
O mercado de café iniciou 2026 sob um novo ritmo. Depois de dois anos marcados por preços elevados e forte valorização, o setor começa a viver um movimento de correção. A queda mais acentuada observada desde fevereiro sinaliza uma mudança de comportamento que já vinha se desenhando no final de 2025. Segundo análise de Gil […]

29/01/2025
Incidência de chuvas no verão favorecem crescimento das lavouras
O bom volume de chuva dos últimos meses, trouxe para a cafeicultura brasileira o bom desenvolvimento dos frutos da safra 25. Há também uma expectativa melhor entre os cafeicultores, pensando na safra de 2026. No entanto, o excesso dessas chuvas também traz atraso garantido em algumas atividades em campo. Esse cenário ocorre em todas as […]...
O bom volume de chuva dos últimos meses, trouxe para a cafeicultura brasileira o bom desenvolvimento dos frutos da safra 25. Há também uma expectativa melhor entre os cafeicultores, pensando na safra de 2026. No entanto, o excesso dessas chuvas também traz atraso garantido em algumas atividades em campo.
Esse cenário ocorre em todas as áreas cafeeiras do país, e os últimos índices levantados pela Fundação Procafé, por exemplo, apontam para uma boa recuperação do déficit hídrico no Sul de Minas.
“Os dados apontam para essa recuperação, o que é muito positivo e traz um ânimo maior para o produtor”, destaca Felipe Borges, Desenvolvimento Técnico de Mercado da Syngenta.
Operações em atraso nos cafeeiros
Por outro lado, as chuvas também ocasionaram atrasos em operações previamente programadas nas lavouras. Muitas dessas atividades já foram postergadas devido à florada tardia registrada na maioria das regiões. Tanto outubro quanto novembro apresentaram bons volumes de chuva, o que comprometeu, por exemplo, aplicações via drench e outras pulverizações.

“Muitos produtores não conseguiram realizar essas aplicações durante a florada, conforme seus planejamentos”, comenta Felipe.
Com o aumento gradual do volume de chuvas nas regiões produtoras, a maioria dos cafeicultores buscam atualizações dessas operações. Contudo, esse contexto abre precedente para riscos relacionados a patógenos.
“Abre-se uma janela para a incidência de doenças como mancha de phoma e ferrugem. Esse é um momento de alta umidade foliar. Por exemplo, a ferrugem precisa ser controlada o quanto antes, de forma preventiva. Agora é o momento em que ela está infectando a planta, por isso o controle deve ser imediato”, explica Felipe.

A ausência de espaço entre uma chuva e outra, além do acúmulo de atrasos, representa risco para os produtores, podendo resultar no aumento de grandes pragas e doenças futuras.
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Cenário das atividades brasileiras com lavouras em recuperação
Inicialmente, as lavouras apresentaram um baixo pegamento dos frutos. No entanto, ainda não é possível mensurar com precisão as perdas causadas pela estiagem.
“Cada região está apresentando um comportamento diferente. Registramos problemas de pegamento, mas as lavouras estão vegetando muito bem”, analisa Felipe.
Esse cenário reflete o impacto do longo período sem chuvas e das altas temperaturas. E, falando em altas temperaturas, surge uma nova preocupação entre os produtores: a possibilidade de ataques da principal praga da cafeicultura, o bicho-mineiro.

“As temperaturas elevadas favorecem o ataque do bicho-mineiro, embora a incidência não seja tão alta quanto no ano passado. Ainda assim, continuamos monitorando sua presença. Além disso, registramos casos de cochonilha em algumas áreas, bem como cercosporiose”, alerta Felipe.
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A maioria das propriedades já fez a adubação ou parte dela. Os resultados, entretanto, mostram crescimento das plantas com menor absorção de cálcio e maior de potássio. Esse desequilíbrio, apesar de comum, tem favorecido a ocorrência de cercosporiose, segundo Felipe.
“Em resumo, este é o momento de o cafeicultor redobrar a atenção, manter as práticas normais de manejo e tentar adiantar o que for possível. Para aqueles que estão com operações atrasadas, é crucial a otimização ao máximo das ações em campo”, orienta Felipe.
Atualizar essas operações não só protegem as lavouras como também prepara o terreno para a safra de 2026.
A Syngenta apoia o produtor rural em todos os momentos, oferecendo soluções inovadoras e sustentáveis.
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