broca-do-café (Hypothenemus hampei) é um pequeno besouro perfurador que se destaca como uma das principais pragas do cafeeiro no Brasil e no mundo. Originária da África Central, essa praga invadiu praticamente todas as regiões produtoras de café, incluindo o Brasil. 

Devido ao seu hábito de atacar os grãos de café, a broca-do-café causa prejuízos econômicos severos: estimativas indicam perdas superiores a US$ 500 milhões por ano globalmente. Em lavouras não manejadas, a infestação pode reduzir a produção em até 35% – além de comprometer a qualidade dos grãos e, consequentemente, o valor de mercado do café.  

Este guia técnico apresenta um glossário didático sobre a broca-do-café, abordando desde sua identificação e biologia até os danos diretos/indiretos e as estratégias de controle da broca-do-café dentro do manejo integrado de pragas (MIP) do cafeeiro. 

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Definição e importância econômica da broca-do-café 

A broca-do-café é considerada a praga mais devastadora da cafeicultura, capaz de atacar os frutos do cafeeiro nas lavouras de Coffea arabica C. canephora (conilon). Trata-se de um inseto de hábitos crípticos – grande parte do ciclo de vida ocorre escondido dentro dos frutos de café, onde se alimenta e se reproduz. 

Essa característica torna seu controle especialmente desafiador e eleva sua importância econômica: mesmo infestações moderadas podem causar queda prematura de frutosperfuração e apodrecimento dos grãos e redução do peso dos grãos colhidos. Em casos extremos, o peso do grão pode diminuir até 20%.  

Além disso, os danos qualitativos são significativos – a perfuração dos grãos permite a entrada de fungos e bactérias, afetando a qualidade sensorial da bebida.  

Ou seja, a presença da praga impacta tanto a produtividade quanto a qualidade e a comercialização do café, ameaçando a renda do produtor. Diante disso, conhecer a biologia da broca-do-café e adotar medidas de manejo eficazes são passos fundamentais para evitar a perda do potencial produtivo da lavoura. 

Classificação taxonômica e identificação visual da broca-do-café 

Do ponto de vista científico, a broca-do-café pertence ao Filo Arthropoda, Classe Insecta e Ordem Coleoptera. Dentro dos besouros, está na família Curculionidae, subfamília Scolytinae (antigamente referida como família dos escolitídeos).  

Esse inseto é exclusivo do cafeeiro – não ataca outras culturas – e apresenta morfologia característica em cada estágio de desenvolvimento: 

  • Ovo: pequeno (cerca de 0,7 mm), branco translúcido e oval. É colocado pela fêmea dentro do fruto de café, geralmente na região da “coroa” do fruto perfurado. Cada fêmea deposita dezenas de ovos ao longo da vida, iniciando novas galerias dentro dos grãos. 
Danos no grão de café causados ​​pela broca do café (Lat. Hypothenemus hampei)
  • Larva: apresenta formato vermiforme (cilíndrica e levemente curvada), de coloração branca leitosa e ápoda (sem pernas). Possui cabeça escurecida e mandíbulas robustas, usadas para consumir os tecidos do grão. A larva recém-eclodida mede cerca de 1 mm, chegando a ~2 mm quando madura. Esse estágio dura em média 15 dias em condições ideais (27 °C). 
larva da broca-do-café
  • Pupa: fase imóvel e esbranquiçada, com cerca de 1,5–1,8 mm de comprimento. A pupa da broca-do-café é do tipo exarada – ou seja, já mostra as formas das pernas, asas e antenas do adulto, mas de cor clara. Permanece protegida dentro do grão, onde ocorre a metamorfose final. Esse estágio dura cerca de 8 dias, em média. 
  • Adulto fêmea: besouro minúsculo (geralmente 1,4–1,7 mm de comprimento), de cor marrom-escura a preta e brilho lustroso. O corpo é cilíndrico, ligeiramente curvado para baixo na extremidade posterior. As fêmeas possuem asas funcionais e são as principais responsáveis pelos danos, pois perfuram os frutos para ovipositar. Em condições favoráveis, uma fêmea pode viver até 5 meses (cerca de 150 dias). 
  • Adulto macho: um pouco menor (cerca de 1,2 mm de comprimento) e mais claro, de coloração marrom. Os machos distinguem-se facilmente pelas asas atrofiadas – não conseguem voar e raramente deixam o interior do fruto. Sua longevidade é bem menor (cerca de 40 dias) e seu papel é principalmente fecundar as irmãs dentro do grão. 
Adulto de broca-do-café

Ciclo biológico da broca-do-café  

  • A broca-do-café tem metamorfose completa (ovo → larva → pupa → adulto) e finaliza o ciclo em ~25–45 dias em clima quente (até ~60 dias em clima ameno). 
  • Colonização: 6–8 semanas após a florada, fêmeas vindas de frutos remanescentes perfuram os novos frutos; se estiverem muito verdes, podem apenas “entrar e aguardar” a maturação. 
  • Postura e desenvolvimento: com o grão mais firme (≥20–30% MS), a fêmea ovipõe; ovos eclodem ~4 dias depois; larvas se alimentam por 10–20 dias e empupam por ~1 semana dentro do fruto. 
  • Reprodução e dispersão: acasalamento ocorre dentro do fruto; machos não voam; fêmeas fecundadas saem em “revoadas” (pico após chuvas e calor) para infestar novos frutos. 
  • Gerações múltiplas: várias por safra; pode haver sobreposição e hibernação em frutos secos/caídos na entressafra. 
  • Janela crítica de controle: quando as fêmeas estão saindo/voando para colonizar (antes da penetração nos frutos) — momento ideal para intervenções e armadilhas. 

Condições favoráveis à ocorrência da broca-do-café 

A ocorrência e a intensidade de ataque da broca-do-café variam conforme fatores climáticos, geográficos e de manejo. As condições que favorecem a praga incluem: 

Clima e chuvas 

Anos com estiagens prolongadas durante a frutificação tendem a agravar a infestação, enquanto índices pluviométricos altos nesse período podem reduzir a população da broca.  

Após a colheita, invernos úmidos com orvalho abundante também favorecem a sobrevivência da praga, ao passo que um inverno seco e com baixa umidade dificulta sua multiplicação (frutos secos inibem oviposição e podem levar o inseto à morte). 

Temperatura 

Trata-se de um inseto de clima quente. Temperaturas elevadas encurtam o ciclo de vida da broca e permitem um maior número de gerações anuais. Em regiões tropicais sem inverno rigoroso, a praga pode se reproduzir o ano todo, chegando a 4–7 gerações por ano. 

Altitude 

A altitude influencia o microclima. Cafezais em altas altitudes (clima mais ameno) geralmente apresentam menor pressão de broca – em certos casos, apenas ~10% da multiplicação observada em baixas altitudes. Regiões baixas e quentes são muito mais propícias, possibilitando infestações mais rápidas. 

Sombreamento e adensamento 

Lavouras adensadas ou cultivadas sob sombra excessiva retêm mais umidade e têm menor luminosidade, criando um ambiente favorável ao inseto. Além disso, a proximidade entre plantas facilita a dispersão das fêmeas voadoras de uma planta para outra. 

Frutos remanescentes 

presença de frutos de café remanescentes na lavoura após a colheita funciona como abrigo e fonte de alimento para a praga na entressafra. Nesses frutos abandonados, a broca continua se multiplicando e pode hibernar/quiescer até a safra seguinte.  

Assim, áreas com colheita mal feita ou com grãos “temporões” (de floradas tardias ou após podas drásticas) tendem a ter infestação inicial mais alta na safra seguinte. 

De modo geral, uma safra altamente favorável à broca ocorre quando há chuvas normais durante a floração e frutificação (assegurando frutos “chumbões” na planta) seguidas de veranicos ou estiagens leves na fase de enchimento e maturação dos frutos. 

Esse cenário – aliado à existência de frutos remanescentes infestados na entressafra – pode resultar em uma explosão populacional da praga. Por isso, o produtor deve ficar atento às condições climáticas sazonais e ao histórico de infestação em sua área, redobrando a vigilância em anos de clima propício. 

Mecanismo de dano e sintomas de infestação da broca-do-café 

Os danos causados pela broca-do-café decorrem do hábito alimentar e reprodutivo das fêmeas e suas larvas dentro dos grãos. O mecanismo básico de ataque é o seguinte: a fêmea adulta perfura a casca do fruto de café e penetra até alcançar as sementes (grãos).  

Normalmente a entrada é feita pela região da coroa do fruto (extremidade oposta ao umbigo), abrindo um orifício circular de aproximadamente 1 mm de diâmetro. 

Close-up de danos de perfuração causados ​​pela broca do café (Lat. Hypothenemus hampei)

A fêmea escava uma galeria no interior do grão e ali deposita seus ovos. Após alguns dias, eclodem as larvas, que imediatamente começam a devorar os tecidos do endosperma (a “amêndoa” do café). 

São as larvas as principais responsáveis pela destruição do grão, pois se alimentam continuamente até empupar, formando verdadeiras câmaras dentro da semente. Com a atividade de várias larvas, um único grão de café pode ser totalmente oco ou reduzido a pó. 

Sintomas visuais da broca-do-café no campo 

O sinal clássico de infestação de broca-do-café é a presença de pequenos furos nos frutos, geralmente na parte superior (próxima ao pedúnculo). Muitas vezes, esse furo vem acompanhado por um pequeno acúmulo de resíduos em forma de pó (semelhante à serragem ou pó de café) ao seu redor, resultado da broca expulsando detritos ao perfurar.  

buraco no grão de café causado pela broca-do-café

Frutos atacados precocemente (ainda verdes) podem apresentar desenvolvimento anormal e acabarem caindo antes da maturação (queda prematura). Já frutos perfurados em estágios mais avançados de maturação podem permanecer na planta, porém ao serem colhidos nota-se que estão mais leves (grão parcialmente consumido) ou apodrecidos internamente devido à ação de microorganismos.  

Ao abrir um fruto brocado, pode-se encontrar a broca adulta (pequeno besourinho escuro) ou larvas brancas e pupas no interior, confirmando a praga. Muitas vezes os próprios grãos colhidos revelam o ataque: grãos brocados apresentam o orifício circular bem visível; quando se remove a película prateada, é possível ver as galerias internas e as manchas de fungos. 

Danos diretos e indiretos da broca-do-café à produção e à qualidade do café 

Os prejuízos causados pela broca-do-café podem ser divididos em danos quantitativos (diretos) e danos qualitativos (indiretos). Os principais impactos em cada categoria são: 

Danos diretos (quantitativos)  

Decorrem da destruição física de frutos e sementes. A alimentação das larvas torna muitos grãos inviáveis (ocos ou parcialmente consumidos), reduzindo o rendimento na colheita. Estudos apontam redução de peso dos grãos em até 20% sob altas infestações.  

Há também depreciação do produto: cafés com muitos grãos brocados recebem pontuação inferior na classificação. Além disso, a praga provoca queda prematura de frutos verdes infestados, resultando em perda de volume antes mesmo da colheita.  

Danos indiretos (qualitativos) 

Relacionam-se à qualidade do café pós-colheita. Os orifícios abertos pela broca servem de porta de entrada para microrganismos indesejáveis (fungos e bactérias). Esses agentes causam fermentações nos grãos, gerando defeitos sensoriais na bebida (sabores off-flavor).  

O ataque da broca está associado, por exemplo, à presença do fungo Aspergillus ochraceus e outros produtores de ocratoxina, uma micotoxina que pode contaminar os grãos armazenados.  

Em resumo, a broca não só reduz a quantidade de café produzida, mas também compromete o sabor, o aroma e a segurança do produto final.  

Vale ressaltar que a presença de fragmentos da praga no café beneficiado é outro problema: insetos mortos ou partes deles podem aparecer na fase de torra/moagem industrial, sendo considerados impurezas.  

Por isso, a classificação oficial do café define tolerâncias baixíssimas para grãos brocados. Mesmo infestações que não causem grandes quebras de safra podem resultar em perda financeira, devido ao desconto no preço pago ao produtor por lote com defeitos de broca. 

Estratégias de Manejo Integrado da broca-do-café 

Monitoramento 

  • Início: 60–90 dias após a florada (frutos “chumbinho” em expansão). 
  • Amostragem: ≥500 frutos/talhão (≈20 pontos), no mesmo estágio, contando frutos perfurados
  • Nível de controle: ~1–3% de frutos brocados → intervir
  • Repetição: a cada 15–30 dias até a colheita, registrando dados. 
  • Apoio: armadilhas atrativas (garrafa vermelha com álcool etílico + metílico + pó de café) para flagrar revoada e estimar pressão. 

Controle cultural 

  • Colheita bem feita + catação de limpeza: retirar frutos remanescentes na planta e varrer os caídos; destinar/destruir corretamente. 
  • Evitar floradas fora de época (pós-poda): eliminar frutos temporões (“ponte verde” da praga). 
  • Higiene no campo e no terreiro (não deixar grãos brocados expostos). 
  • Opcional: “Café Ripado” (colheita antecipada parcial antes da revoada) — avaliar impacto na qualidade. 

Controle biológico 

  • Principal: Beauveria bassiana (aplicar sincronizado ao voo das fêmeas colonizadoras). 
  • Parasitoides: Prorops nasuta Cephalonomia stephanoderis (uso pontual/experimental no Brasil). 
  • Fitoinseticidas (ex.: azadiractina/nim): úteis em orgânico, porém limitados isoladamente. 
  • Planejamento é chave (ex.: liberação massal/aplicação antes da entrada no fruto). 

Controle químico 

  • Indicado quando o monitoramento atinge nível de controle. Desafio: praga protegida dentro do fruto
  • Estratégia: (1) usar ativos com residual/sistêmico; (2) acertar o timing (fêmeas em voo, antes da penetração); (3) cobertura correta (volume/técnica). 
  • Rotação de modos de ação para evitar resistência; em geral, 1–2 aplicações/safra, integradas às medidas culturais. 
  • Respeitar PHI/bula e EPI/boas práticas. 

Como deletar a broca-do-café com efeito prolongado? 

Dada a biologia peculiar da broca-do-café, soluções de controle modernas precisam apresentar características técnicas robustas para superar os desafios dessa praga. Em especial, produtores buscam inseticidas de efeito residual prolongado, capazes de proteger a lavoura por um período longo – cobrindo múltiplas “ondas” de ataque – e com ação rápida (efeito de choque) para eliminar as fêmeas antes que depositem ovos dentro dos frutos.  

Outro aspecto crítico é a aderência e a resistência à lavagem: em muitas regiões cafeeiras, ocorrem chuvas frequentes ou neblina/orvalho, portanto, um produto que fixe bem nas folhas e nos frutos e resista à chuva terá maior eficácia contra a broca e menor necessidade de reaplicação. Além disso, considerando o manejo conjunto de pragas, é vantajoso utilizar soluções de amplo espectro, que controlem também bicho-mineiro e ácaros em uma mesma intervenção – isso otimiza custos e evita pulverizações múltiplas. 

Nesse contexto, destaca-se a recente inovação no mercado brasileiro: o inseticida-acaricida JOINER®, da Syngenta, desenvolvido especificamente para elevar o patamar de controle da broca-do-café e de pragas associadas.  

Ative o efeito prolongado de JOINER® e delete a broca-do-café 

banner de joiner, com a frase ative o efeito prolongado de joiner e delete a broca e as principais pragas do café

JOINER® é composto pela tecnologia PLINAZOLIN®, nome comercial de uma nova molécula ativa (do grupo químico isocicloseram), pertencente a um novo modo de ação inseticida sem precedentes na cafeicultura. Por inaugurar esse grupo químico inédito, o isocicloseram não apresenta resistência cruzada com os inseticidas atualmente em uso, representando uma ferramenta valiosa para manejo de resistência (+Inovação).  

Em testes e lançamento, o produto mostrou altíssima eficácia no controle da broca-do-café, superando padrões anteriores (+Performance). Além disso, devido ao seu amplo espectro de atividade, JOINER® proporciona excelente controle simultâneo do bicho-mineiro e de ácaros presentes na cultura (+Espectro).  

Essa característica BROCA+ (conceito da solução) permite que, com uma só aplicação, o cafeicultor combata as principais pragas do cafeeiro de forma integrada, algo extremamente alinhado aos princípios do MIP. 

Do ponto de vista de formulação, JOINER® possui atributos técnicos únicos 

Apresenta alta aderência às folhas e frutos, baixa lixiviação por chuva e baixa fotodegradação por raios UV. Em outras palavras, após pulverizado, o produto adere fortemente à superfície e permanece ativo por um longo período, mesmo sob intemperismo, garantindo um efeito residual prolongado no controle de broca e demais pragas.  

Relatos indicam que essa tecnologia confere controle efetivo por um período significativamente estendido, reduzindo a necessidade de reaplicações frequentes. Adicionalmente, o inseticida demonstra efeito de choque – ou seja, atua rapidamente sobre os insetos-alvo – eliminando as brocas adultas em pouco tempo após a aplicação, fator importante para impedir a postura de ovos.  

Segundo divulgação técnica, JOINER® proporciona ação imediata e longo período de controle contra brocas, bicho-mineiro e ácaros do cafeeiro. Essa combinação de choque + residual atende diretamente às necessidades mencionadas acima para um controle ideal. 

Recomenda-se utilizá-lo em rotação com outras soluções (ex.: outros princípios ativos em diferentes janelas da safra) para evitar pressão de seleção da broca.  

Posicionamento 

De acordo com a Syngenta, uma estratégia eficiente é posicionar JOINER® no início da safra, no momento da revoada da broca, seguido de produtos de outros grupos na sequência, garantindo proteção contínua e sustentando a longevidade da tecnologia. 

infográfico com o posicionamento técnico de joiner: 300 ml/ha para broca + bicho mineiro e ácaros. Até 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas.

Com seu perfil inovador, JOINER® vem sendo considerado a solução ideal no controle da broca-do-café, por aliar conveniência (atingir diversas pragas-chave de uma vez) a resultados superiores e persistentes no campo. Trata-se de um exemplo de como a ciência tem gerado novas ferramentas para enfrentar antigas pragas da cafeicultura de maneira mais eficaz e sustentável. 

A chegada de JOINER® – tecnologia inédita, ação rápida, alta aderência e efeito residual prolongado – representa um avanço importante no combate à broca e às demais pragas do cafeeiro, permitindo um controle mais robusto e integrado, respaldado por conhecimento técnico e sem apelo excessivamente comercial.  

Em suma, ao unir conhecimento biológico e práticas de manejo integrado, os cafeicultores podem proteger sua lavoura contra a broca-do-café de forma mais sustentável, assegurando altos níveis de produtividade e mantendo a qualidade dos grãos que levam o café brasileiro ao reconhecimento mundial. 

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, com o objetivo de impulsionar o agronegócio brasileiro com qualidade e inovações tecnológicas. 

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