As doenças da soja têm aparecido mais cedo e de forma irregular entre regiões e talhões. Em algumas áreas, as primeiras manchas surgem ainda no vegetativo; em outras, a pressão maior vem no reprodutivo. Quando a lavoura não está protegida nesses momentos, a doença se instala e rapidamente compromete folhas, vagens e grãos.
Por isso, o produtor precisa de um manejo que acompanhe essa variação, começando cedo, quando necessário, e mantendo proteção até o pré-fechamento. É nesse contexto que a flexibilidade se torna essencial.
Com o reposicionamento de ALADE®, o fungicida já reconhecido pelos resultados no campo deixa de ser uma solução restrita ao reprodutivo e passa a permitir aplicações desde os 30 DAE até cerca de 70 DAE, dando liberdade para ajustar o programa conforme clima, estádio da cultura e risco de cada área.
Neste conteúdo, você vai entender por que essa flexibilidade importa e como ela ajuda a construir a sanidade da lavoura ao longo de todo o ciclo.
O que mudou: do “fungicida de reprodutivo” ao manejo desde os 30 DAE
Por muitos anos, o foco das aplicações de fungicidas em soja esteve concentrado no estádio reprodutivo, próximo ao pré-fechamento das entrelinhas, por volta dos 60 dias após a emergência (60 DAE). Nesse momento, a doença já está mais presente no ambiente, o dossel está fechado e o produtor corre contra o tempo para proteger folhas, flores e vagens.
O conceito de “aplicações antecipadas” e o reposicionamento de ALADE® ampliam essa lógica. Agora, o produtor possui acesso a um fungicida que passa a ser uma ferramenta também para aplicações antecipadas, a partir dos 30 DAE, mantendo sua recomendação para o reprodutivo até cerca de 70 DAE, sempre respeitando a bula.
Em outras palavras: o produtor agora pode usar um produto de alta performance, que já confia e conhece, seja no início do ciclo ou nos estádios mais avançados.
Essa é a verdadeira flexibilidade: uma solução que protege a planta desde cedo, com espaço para ajustar o posicionamento conforme a safra evolui.
Na prática, por que essa flexibilidade é importante?
Quando o produtor depende de um produto encaixado em uma única janela, qualquer mudança de clima ou de operação vira risco: choveu no dia planejado, a pulverização atrasou, a soja adiantou o desenvolvimento… abre-se espaço para a doença se instalar.
Com um fungicida flexível como ALADE®, o manejo ganha margem de manobra:
- Cenário de maior risco inicial: se a área tem histórico de manchas precoces ou podridão de vagens e grãos, é possível antecipar a primeira aplicação, para o período por volta de 30 a 45 DAE, reduzindo o inóculo e começando a proteger o baixeiro desde cedo.
- Safra com maior risco no reprodutivo: se a pressão estiver prevista para mais tarde, o produtor pode concentrar ALADE® nas aplicações próximas ao pré-fechamento, até antes dos 70 DAE.
- Diferenças entre talhões: em áreas com estádios diferentes, é possível posicionar o produto no momento mais adequado de cada gleba, sem precisar mudar de fungicida ou montar vários programas distintos.
Na prática, isso significa menos chance de “janela perdida” e mais consistência na proteção.
ALADE®: três ativos trabalhando juntos para dar consistência ao manejo

Essa flexibilidade só faz sentido se vier acompanhada de controle consistente. ALADE® é um fungicida premium formulado com três ingredientes ativos de alta performance: Solatenol® (benzovindiflupir, uma carboxamida moderna) e os triazóis ciproconazol e difenoconazol.
A combinação desses ativos entrega:
- Amplo espectro de controle, cobrindo o complexo de doenças da soja, como ferrugem-asiática, antracnose, oídio e doenças de final de ciclo, além da podridão de vagens e grãos (anomalia da soja).
- Consistência de resultados, com alta eficácia em diferentes cenários de pressão.
- Seletividade para a cultura, permitindo o uso em fases iniciais da soja sem prejudicar o desenvolvimento da planta.

Como encaixar ALADE® no programa de fungicidas da soja?
Na construção da sanidade da lavoura, ALADE® deve ser visto como peça-chave do programa, sempre de forma preventiva e em associação com multissítios. Alguns pontos práticos:
- Número máximo de aplicações: até duas aplicações por ciclo de soja, respeitando a bula.
- Janela de uso: de 30 até, no máximo, 70 DAE, contemplando aplicações antecipadas no vegetativo ou aplicações em pré-fechamento no reprodutivo.
- Associação com multissítios: utilizar ALADE® em mistura com fungicidas multissítio para ampliar o espectro, aumentar a robustez do manejo e contribuir para o manejo de resistência.
- Intervalo entre aplicações: manter intervalo de aproximadamente 14 dias entre uma aplicação e outra.
Com esse posicionamento, o produtor passa a “construir” a sanidade desde os estádios iniciais, reduzindo o inóculo e protegendo o baixeiro.

Flexibilidade que protege o potencial produtivo
Em um cenário de clima instável e doenças se espalhando para novas regiões, não dá mais para contar com programas engessados. O produtor precisa ter alternativas para antecipar o manejo quando necessário, reforçar a proteção em momentos-chave e adaptar o plano à realidade de cada área.
A flexibilidade de ALADE® agora oferece exatamente isso: um mesmo fungicida que pode acompanhar diferentes estádios da soja de acordo com a realidade da lavoura, sem abrir mão de consistência e seletividade.
Se o objetivo é antecipar o manejo, não deixar a doença se alastrar e ainda ter liberdade para ajustar o programa ao longo da safra, ALADE® se apresenta como “o melhor em qualquer situação” no controle de doenças da soja.
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