Biológicos
CERTANO®: conheça o bionematicida que está mudando o jogo na cana
A conscientização dos canavicultores sobre a problemática dos nematoides aliada à tecnologia do novo bionematicida CERTANO® em campo abre caminho para novos patamares de produtividade na cana
Biofungicida na soja: como integrar ao programa de fungicidas e ajudar no manejo da resistência
Os biofungicidas crescem 21% ao ano no Brasil e já cobrem 12% da área de soja. Entenda como funcionam, por que ajudam no manejo da resistência e como posicionar o REVERB® no programa.
Alumínio tóxico no solo: papel dos bioativadores no crescimento vegetal
Como o alumínio tóxico (Al³⁺) afeta o sistema radicular das plantas e como osbioativadores protegem as raízes das plantas
Micro-RNA de plantas e bioinsumos: novas fronteiras no manejo biológico
O que são os micro-RNAs, como regulam a expressão gênicae modulam a defesaem plantas, e como o RNAi e spray de RNA estão criando uma nova geração de bioinsumos de precisão
Rhizoctonia solani em soja: Trichoderma e Bacillus no biocontrole
Saiba como Rhizoctonia solani afeta a soja e como Trichoderma e Bacillus atuam de forma complementar para proteger a lavoura
Fungos micorrízicos arbusculares: pH do solo e colonização radicular
Como o pH do solo regula a atividade dos fungos micorrízicos arbusculares, quais faixas favorecem ou limitam a colonização radicular e como utilizá-los na sua lavoura.
Gesso agrícola e bioinsumos: sinergia ou antagonismo no solo e na microbiota?
Como o gesso agrícola atua no perfil do solo,, de que forma ele afeta os principais microrganismos de bioinsumose como integrar os dois insumos de forma estratégica
Nematoides no café: controle biológico via drench protege as raízes
Nematoides podem reduzir a produtividade do café em até 20%. Entenda como o controle biológico via drench age diretamente na zona radicular para proteger o cafezal.
Mercado de bioinsumos no Brasil: crescimento e perspectivas
Com crescimento anual de 30% e perspectiva de R$ 17 bilhões até 2030, o Brasil lidera a adoção global de bioinsumos. Entenda os fatores por trás dessa expansão e o que vem por aí.
Ativando a Resistência Sistêmica Induzida (ISR) com bioinsumos
O que é a resistência sistêmica induzida (ISR), como ela difere da SAR, como funciona o mecanismo de priming e como integrar bioinsumos indutores de ISR ao manejo
Veranicos no Cerrado: janelas de risco por cultura e estratégia de bioinsumos
O que são os veranicos no Cerrado, quais culturas são mais vulneráveis, como usar a previsão sazonal e os bioinsumos aumentam a tolerância das plantas ao estresse hídrico.
Respiração basal do solo como indicador de qualidade: como interpretar
O que é a respiração basal do solo, como medí-la, como interpretar seus valores e aplicar esse indicador nas decisões de manejo
Actinomicetos no solo: papel no controle biológico
Como os actinomicetos suprimem patógenos no solo, quais mecanismos biológicos eles possuem e que práticas de manejo favorecem esses microrganismos
Exopolissacarídeos bacterianos: biofilmes benéficos nas raízes
O que são exopolissacarídeos bacterianos, como formam biofilmes nas raízes, quais bactérias os produzem e seus benefícios para produtores
Mercado brasileiro de biodefensivos cresce 18% e movimenta R$ 4,35 bilhões na safra 2024/25
Resistência de pragas a defensivos químicos e exigência por alimentos com menor resíduo impulsionam expansão do setor; Syngenta amplia portfólio biológico para atender nova demanda
A evolução dos produtos biológicos na agricultura: da antiguidade à nova geração
Como os biológicos saíram dos primeiros inoculantes de turfa nos anos 1950, passaram pela desconfiança dos anos 1980-90 e chegaram às formulações modernas de endósporos, microencapsulação e IA — com dados de mercado que mostram por que o Brasil lidera esse movimento global.
Nematicidas biológicos: como funcionam, quais agentes usar e como integrar ao manejo integrado
Biofilme protetor, metabólitos tóxicos, alteração de sinais químicos, parasitismo direto e indução de resistência sistêmica: os 5 mecanismos dos bionematicidas explicados com exemplos práticos — e como incluí-los no MIP com CERTANO® e ARVATICO®.


