Biológicos
CERTANO®: conheça o bionematicida que está mudando o jogo na cana
A conscientização dos canavicultores sobre a problemática dos nematoides aliada à tecnologia do novo bionematicida CERTANO® em campo abre caminho para novos patamares de produtividade na cana
Biofungicida na soja: como integrar ao programa de fungicidas e ajudar no manejo da resistência
Os biofungicidas crescem 21% ao ano no Brasil e já cobrem 12% da área de soja. Entenda como funcionam, por que ajudam no manejo da resistência e como posicionar o REVERB® no programa.
Aleloquímicos na agricultura: como protegem as culturas
Entenda o que são aleloquímicos, como as plantas usam esses compostos para afetar outras plantas, insetos e microrganismos e como a agricultura aproveita a alelopatia para suprimir plantas daninhas, nematoides e doenças e inspirar novos defensivos
Piretrina natural vs piretroides: o que muda no orgânico
Entenda as diferenças entre a piretrina natural, extraída das flores do piretro, e os piretroides sintéticos, como cada um se degrada no ambiente, quais os cuidados com abelhas e resistência e como a piretrina pode ser usada na agricultura orgânica
Botrytis cinerea: sintomas, ciclo e controle da podridão-cinzenta
Um dos patógenos com maior risco de resistência a fungicidas, Botrytis cinerea exige manejo integrado, com controle biológico e rotação de mecanismos de ação
Bipolaris no milho: como diferenciar e manejar
A mancha-de-bipolaris e a mancha-de-turcicum diferem em sintomas, condições favoráveis e regiões de ocorrência, e o diagnóstico correto orienta o monitoramento e o momento de aplicação de fungicidas
Bioprospecção de microrganismos: da natureza ao bioinsumo
Entenda como microrganismos úteis são identificados nos biomas brasileiros, quais etapas levam da descoberta ao bioinsumo registrado e por que a biodiversidade tropical favorece a agricultura do país
Turfas e carreador para bioinsumos: impacto na vida de prateleira
Entenda o que é o carreador de um bioinsumo, por que ele define quantos microrganismos chegam vivos ao campo e como turfa, líquidos, óleos e pós se comparam em viabilidade, vida de prateleira e praticidade
Microrganismos não cultiváveis: potencial para novos bioinsumos
Menos de 1% dos microrganismos do solo forma colônias em meios de cultura convencionais, e técnicas moleculares ampliam o acesso a esse universo e ao seu potencial agrícola
Cairomônios no MIP: como sinais químicos guiam inimigos naturais
Pragas e plantas atacadas liberam compostos voláteis que orientam parasitoides e predadores na busca por presas e hospedeiros. Compreender essa comunicação química amplia as ferramentas do MIP
Nanotecnologia em bioinsumos: como funciona
Um dos principais desafios dos bioinsumos é manter a viabilidade do agente biológico até o momento da ação; a nanotecnologia amplia as possibilidades de proteção
Proteínas PR nas plantas: como a SAR ativa a defesa
As proteínas PR são a resposta bioquímica da planta ao alerta de ataque, e a SAR é o sistema que leva esse alerta de uma célula infectada para o resto da planta
Ácido jasmônico nas plantas: como funciona na defesa
O ácido jasmônico coordena a defesa das plantas contra insetos mastigadores e fungos necrotróficos, e bioinsumos que estimulam essa via ampliam as possibilidades do manejo biológico
Bioinsumos em grãos para ração animal: o que é permitido
Bioinsumos tendem a apresentar baixo risco de resíduos, mas o uso conforme o registro e a rastreabilidade são essenciais na produção de grãos para ração animal
Percevejo-bronzeado do eucalipto: controle com parasitoides
Praga exótica com ausência de inimigos naturais específico no Brasil, o percevejo-bronzeado tem no parasitoide Cleruchoides noackae o agente de controle biológico mais promissor para plantios de eucalipto
Verticillium dahliae: como usar Trichoderma no controle da doença
O Verticillium dahliae é um dos patógenos de solo mais difíceis de controlar, pois sobrevive anos no solo como microscleródio; o Trichoderma pode reduzir a germinação do inóculo e proteger as raízes
Fosfatase no solo: o que indica sobre a fertilidade
Fosfatase no solo não aparece na análise convencional, mas revela se o solo consegue liberar o fósforo já presente, indicando potencial para melhorar o aproveitamento de fertilizantes


