30/08/2026

Mercado e safra

Pré-florada do café: manejos essenciais para proteger a produtividade

A pré-florada do café sempre exige atenção do produtor. No entanto, na safra atual, essa fase ganhou ainda mais importância devido às chuvas registradas durante o inverno em diversas regiões produtoras de Minas Gerais. Esse comportamento climático alterou o desenvolvimento das lavouras, favorecendo o surgimento de doenças e aumentando a possibilidade de desuniformidade da florada. […]

Mercado e safra

Consumo de café evolui e impulsiona cafés de qualidade no Brasil

Café brasileiro ganha novos espaços e mais valor no mercado Nos últimos anos, o consumo de café passou por uma transformação profunda no Brasil. O que antes era visto apenas como uma bebida funcional, ligada à energia e ao hábito diário, hoje se consolida como uma experiência completa. Nesse cenário, o avanço dos cafés de […]
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Nuvens formando para chuva e árvores

Chuvas nas áreas cafeeiras ligam alerta para o controle da ferrugem

Chuvas nas áreas cafeeiras ativam alerta para controle da ferrugem; ações rápidas e integradas previnem danos e mantêm a produtividade. Saiba mais. Dificuldades no manejo trazem expectativa de maior incidência da doença na cultura  O volume de chuvas nas áreas cafeeiras de arábica no Brasil tem mudado o cenário e colaborado para o bom desenvolvimento […]

16/02/2025 • Mercado e safra

Grandes desafios aguardam o setor cafeeiro em 2024

Os cafeicultores devem enfrentar alguns desafios em 2024, o primeiro deles é o clima, com o fenômeno El Niño em ação, além do preço.

05/01/2024 • Mercado e safra

Experiências

Cafeterias e selos de qualidade impulsionam aumento no consumo de café 

Transformação do setor evidencia mudança do café brasileiro Cafeterias e selos de qualidade impulsionam o consumo de café, valorizando a produção sustentável e a conexão entre produtores e consumidores. Saiba como essa valorização acontece. Há mais de 300 anos, o cafezinho diário faz parte da rotina do brasileiro. O grão, que tem raízes fortes no […]
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Mercado e safra

Enchimento de grãos e sua importância para produtividade

A fase de enchimento de grãos nesta safra enfrentou dificuldades. Neste artigo destacamos a importância desta fase e como se desenrolou nessa temporada.
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Inovações e tendências

Pós-colheita: importância e necessidade do processo no café 

Processo de pós-colheita do café garante mais valor agregado e uma série de benefícios na xícara. Entenda o valor do trabalho de pós-colheita.
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Safra maior pressiona preços e muda dinâmica do mercado de café em 2026

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Chuvas ligam alerta para Ferrugem e Phoma  

Carga elevada aumenta a predisposição à doença O volume constante de chuvas nas áreas de café arábica tem acendido um alerta fitossanitário importante nas principais regiões produtoras. Em especial neste verão, a combinação entre alta umidade, cargas pendentes elevadas e dificuldade operacional no campo cria o ambiente ideal para o avanço da ferrugem e da […]

Barter ganha força na cafeicultura como estratégia para reduzir custos e proteger a rentabilidade

Em um cenário marcado por volatilidade de preços, custos elevados de produção e incertezas climáticas, reduzir riscos passou a ser tão estratégico quanto produzir bem. Nesse contexto, o Barter se consolida como uma das principais ferramentas de gestão para o cafeicultor brasileiro, permitindo previsibilidade, eficiência financeira e proteção da rentabilidade ao longo da safra. Mais […]

Desenvolvimento das lavouras de café avança, mas manejo segue decisivo

O ano começa favorável para a cafeicultura brasileira, que atravessa um momento de recuperação gradual e expectativa positiva. Em diferentes regiões produtoras, o desenvolvimento das lavouras apresenta sinais consistentes de avanço. No entanto, apesar do cenário mais favorável, a atenção ao manejo segue sendo determinante para consolidar produtividade e sustentabilidade. Sul de Minas: boas chuvas […]

Preço do café arábica sobe 4,38% após chuvas atrasarem colheita em junho 

Cotação Cepea/Esalq atingiu R$ 1.474,18 a saca de 60 quilos nesta terça-feira (16/6), impulsionada por precipitações que afetam o ritmo da safra 2026/27 e podem comprometer a qualidade dos grãos. 

Mercado e safra

17/05/2025

A nova janela climática do café 

A nova janela climática do café traz oportunidades e desafios. Entender essa dinâmica é fundamental para o planejamento e manejo da cultura. Saiba mais. Sem dúvida, o cenário do café no Brasil já não é mais o mesmo há algum tempo. Apesar de ter alcançado grande eficiência produtiva, o país encontra dificuldades para se adaptar […]...

A nova janela climática do café traz oportunidades e desafios. Entender essa dinâmica é fundamental para o planejamento e manejo da cultura. Saiba mais.

Sem dúvida, o cenário do café no Brasil já não é mais o mesmo há algum tempo. Apesar de ter alcançado grande eficiência produtiva, o país encontra dificuldades para se adaptar às novas janelas climáticas.

A cafeicultura brasileira enfrentou, nos últimos cinco anos, desde geadas até intensos períodos de estiagem.

Essa inconstância vivenciada no Brasil evidencia também os efeitos das mudanças climáticas no mundo. Nos últimos anos, geadas, ondas de calor, veranicos prolongados e até mesmo granizo em áreas cafeeiras ocorreram com maior frequência e intensidade.

Alteração das fases fenológicas do café brasileiro

As fases fenológicas do café — que compreendem todas as etapas desde a germinação até a maturação dos frutos — foram bastante impactadas. O meteorologista do canal Tempo e Clima Brasil, David Moura, explica que esses fenômenos extremos estão relacionados às alterações na circulação atmosférica e na dinâmica dos oceanos, que afetam diretamente a distribuição de chuvas e temperaturas no Brasil.

Somando-se a isso, a crise climática tem contribuído para o aumento das temperaturas médias, tornando o ambiente mais propício a eventos extremos, o que altera significativamente as etapas fenológicas da planta.

“O resultado é um clima mais volátil, que impacta diretamente as fases fenológicas do cafeeiro. O setor precisa lidar com um cenário em que a previsibilidade climática é cada vez menor, exigindo maior investimento em monitoramento e manejo adaptativo.”

Entre El Niño e La Niña, o Brasil teve sua produção severamente afetada nos últimos anos 

Fenômenos climáticos prejudicam ainda mais o café brasileiro

Nos últimos cinco anos, a La Niña foi o fenômeno que mais prejudicou a cafeicultura brasileira. Durante sua atuação, principalmente entre 2020 e 2022, ela reduziu significativamente as chuvas em regiões produtoras do Sudeste e Centro-Oeste, afetando diretamente a florada, o pegamento dos frutos e o enchimento dos grãos. Esse déficit hídrico, somado às altas temperaturas, causou estresse hídrico severo em muitas lavouras.

“Além disso, o La Niña também antecedeu a geada histórica de julho de 2021, que atingiu áreas de café arábica em Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Esse episódio foi um dos mais severos das últimas décadas e comprometeu a produção por mais de um ciclo”, explica David.

Por outro lado, o El Niño de 2023, embora tenha trazido temperaturas acima da média, teve um impacto mais curto e sem o mesmo nível de danos.

Qual é a nova janela climática do café no Brasil?

A janela climática da cafeicultura no Brasil mudou significativamente. Um exemplo são as floradas, que ocorriam regularmente entre setembro e outubro, mas agora antecipam ou atrasam, conforme a distribuição das primeiras chuvas após o período seco.

Ao longo desses anos, o Brasil registrou floradas antecipadas diversas vezes 

“Isso gera desuniformidade na maturação dos frutos e dificulta o planejamento da colheita. Além disso, o manejo também foi impactado. A adubação, o controle de pragas e até a irrigação precisam ser ajustados em função das novas condições climáticas. O produtor deixou de seguir um calendário fixo e passou a depender do acompanhamento constante do clima, com decisões mais dinâmicas”, enfatiza David.

Essas mudanças exigem ainda mais capacitação técnica e uma resposta mais ágil da cadeia produtiva.

Expectativas climáticas no setor

O Brasil começou o ano de 2025 em uma fase de neutralidade climática, ou seja, sem a presença ativa de El Niño ou La Niña. Nesse contexto, esse cenário tende, portanto, a trazer uma maior regularidade nas condições de temperatura e chuva no curto prazo, o que, por sua vez, é positivo para o andamento da colheita.

Porém, o meteorologista alerta que de um modo geral, o setor cafeeiro no Brasil tem um grande desafio, que é se preparar para um cenário de instabilidade climática.

“A previsão climática de médio e longo prazo será essencial para orientar o manejo, reduzir perdas e aumentar a resiliência da produção”, pontuou.

As lavouras cafeeiras de diversas regiões brasileiras foram impactadas pelas inconstâncias climáticas dos últimos anos 

No entanto, modelos climáticos já indicam a possibilidade de uma nova La Niña se formar a partir do segundo semestre de 2025.

“Vale ressaltar que a possibilidade de La Niña ainda é remota, com apenas 41% de chance a partir do quarto trimestre em outubro, novembro e dezembro, contra 40% de chance de fase neutra”, finaliza David.

Soluções Syngenta em campo

Embora o cenário seja delicado, a Syngenta tem investido, nos últimos anos, em diversos trabalhos de pesquisa voltados à mitigação de situações desafiadoras no campo.

Um dos focos tem sido criar soluções que vão desde o uso de produtos contra o estresse das plantas — especialmente bioativadores, que agem na fisiologia vegetal, melhorando o uso da água e os processos internos afetados por condições adversas.

“Outro ponto em que a Syngenta tem investido é no uso de produtos de biocontrole, que funcionam como ferramentas não apenas para o controle biológico de pragas e doenças, mas que também possuem efeitos bioativadores. Eles promovem estímulos ao crescimento e ao desenvolvimento mais rápido das plantas, além de favorecerem a melhor eficiência no uso de nutrientes”, destaca Ana Paula Neto, Desenvolvimento Técnico de Mercado da Syngenta. 

Entre essas soluções, o Megafol®️ se destaca como a escolha mais recente dos produtores, que têm buscado o produto nos últimos meses para enfrentar o estresse hídrico que afeta muitas lavouras.

“O Megafol é uma ferramenta que ajuda a equilibrar a produção de antioxidantes. Ele estimula a produção dessas substâncias, que neutralizam os efeitos de situações extremas causadas pelo déficit hídrico. Ou seja, contribui para a mitigação do estresse, atuando diretamente no sistema antioxidante da planta. Além disso, ele ativa genes relacionados à superação do estresse, tornando a planta muito mais preparada para as adversidades e para enfrentar os desafios climáticos. E, mesmo após o estresse estar instalado, ele também pode auxiliar na recuperação da lavoura”, explica.

A Syngenta apoia o produtor rural em todos os momentos, oferecendo soluções inovadoras e sustentáveis. 

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