De Produtor para Produtor – Episódio 2

No Oeste do Paraná, cooperar faz parte da rotina de quem produz. Mais do que um conceito, o cooperativismo é, na prática, uma escolha construída ao longo do tempo. É esse modelo que sustenta propriedades, organiza cadeias produtivas e, sobretudo, mantém famílias no campo.

Foi justamente para entender como essa dinâmica funciona no dia a dia que o “De Produtor para Produtor” esteve na região. Ao longo da reportagem, a equipe acompanhou a rotina da LAR Cooperativa Agroindustrial e de produtores cooperados que fazem do coletivo uma estratégia concreta de crescimento.

Uma história que nasce da união

A LAR nasceu em 1964, quando 55 agricultores, vindos do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, decidiram que crescer sozinhos já não era mais uma opção. Naquele momento, o que começou como uma estratégia de sobrevivência passou, gradualmente, a se transformar em um projeto de longo prazo.

Ao longo das décadas, essa união deu origem a uma das maiores cooperativas agroindustriais do país, com atuação integrada que vai da produção à industrialização. Para a liderança da cooperativa, no entanto, esse crescimento só foi possível porque, desde o início, as pessoas foram colocadas no centro das decisões.

“Nós, como cooperativa, temos uma essência com forte papel social, porque desenvolver pessoas é melhorar a vida das nossas comunidades. É gerar renda, gerar emprego e promover desenvolvimento para as pessoas”, Irineo da Costa Rodrigues , Diretor-presidente da Lar

O cooperativismo no coração do Paraná

O ambiente em que a LAR se desenvolveu ajuda a explicar essa trajetória. Hoje, o Paraná é o estado mais cooperativista do Brasil. Reúne mais de quatro milhões de cooperados, cerca de 227 cooperativas e responde por aproximadamente 14% do PIB estadual.

No agro, o estado lidera a produção e exportação de carne de frango e, além disso, ocupa posição de destaque em culturas como trigo, feijão, suínos, leite e tilápia. Também está entre os maiores produtores de grãos do país.

Nesse contexto, o cooperativismo se consolida como uma resposta prática aos desafios enfrentados pelo produtor rural.

“O sistema cooperativista nasce da busca por soluções. Aqui, o cooperado é cliente e também dono da cooperativa, o que muda completamente a lógica do negócio”, Vandeir José Dick Conrad, Superintendente de Negócios Agrícolas.

Quando o cooperativismo entra na porteira

Essa lógica se torna ainda mais clara quando o cooperativismo entra na porteira. Para compreender esse impacto, a reportagem acompanhou a rotina de produtores cooperados e analisou como a cooperação influencia decisões técnicas, estabilidade econômica e planejamento de longo prazo.

Na propriedade de Ernesto José Schneider, cooperado há mais de três décadas, a diversificação entre grãos e proteínas trouxe equilíbrio ao negócio. Como resultado, a propriedade ganhou mais segurança para atravessar diferentes ciclos de mercado.

“Se não fosse a cooperativa, nós não teríamos o que temos hoje. Foi ela que nos deu condição de crescer e continuar aqui.”, Ernesto José Schneider, produtor cooperado

Em outra propriedade visitada, o produtor destaca que o acesso à assistência técnica, à tecnologia e à estrutura da cooperativa muda não apenas a forma de produzir, mas também a maneira de enxergar o futuro. 

“Não é só o produtor que produz. É a soma de todos que cooperam para o resultado acontecer”, Alesandro Parise, produtor cooperado.

Estrutura, tecnologia e segurança para o produtor

Fora da porteira, a estrutura da cooperativa reforça essa sensação de segurança. As unidades de recebimento e armazenagem garantem agilidade na entrega da produção e, ao mesmo tempo, permitem ao produtor escolher o melhor momento de comercialização.

Além disso, a capacidade estática e a diferenciação por qualidade ampliam o poder de decisão do cooperado e reduzem riscos. Ao longo do episódio, a tecnologia aparece como uma aliada desse modelo.

As soluções da Syngenta estão presentes no manejo das lavouras como suporte técnico à produtividade e à sustentabilidade. Tudo isso ocorre de forma integrada à estratégia da cooperativa e à realidade de cada produtor.

Cooperar para permanecer e crescer

O De Produtor para Produtor – Episódio 2, reforça que o cooperativismo vai além da produção. Ele organiza territórios, fortalece comunidades rurais e cria condições para que o produtor permaneça no campo com planejamento e perspectiva de futuro.

No Oeste do Paraná, cooperar não é exceção. Pelo contrário: é o que mantém o agro em movimento.

Assista ao episódio completo e veja, na prática, como o cooperativismo transforma realidades no campo.

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