Os nematoides causam perdas anuais que chegam a R$ 27,7 bilhões somente para a cultura da soja — e esse número subestima o impacto real, já que as lesões nas raízes funcionam como portas de entrada para fungos de solo como FusariumRhizoctonia e Macrophomina, amplificando os danos. Em um cenário de crescente restrição a nematicidas químicos e expansão das áreas infestadas, os bionematicidas emergem como ferramenta estratégica no manejo integrado. 

O Brasil já conta com mais de 60 bionematicidas comerciais registrados (AGROFIT, 2024) — número que cresceu 22 produtos em dois anos. Mas, para posicionar corretamente esses produtos no manejo, é fundamental entender como cada mecanismo de ação funciona, quais agentes biológicos são mais eficazes para cada espécie de nematoide e como integrá-los com nematicidas químicos e outras práticas. 

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O que são nematicidas e qual o papel dos biológicos nesse manejo 

 Os nematicidas são insumos utilizados na agricultura para o controle de nematoides fitoparasitas — organismos microscópicos do filo Nematoda que colonizam o sistema radicular das plantas e causam danos diretos (galhas, lesões, engrossamento de raízes, redução da absorção de água e nutrientes) e indiretos (predisposição à infecção por patógenos de solo). Eles protegem as culturas nos estádios mais vulneráveis, especialmente durante a germinação e o estabelecimento inicial. 

Os nematicidas químicos — como fluopiram, oxamyl e fenamifos — atuam por neurotoxicidade, paralisia ou inibição metabólica, com ação rápida e alta eficácia em surtos severos. Contudo, têm persistência limitada no solo, podem selecionar populações resistentes com o uso repetitivo e estão sujeitos a restrições regulatórias crescentes. 

Os nematicidas biológicos (bionematicidas), ao contrário, operam por múltiplos mecanismos de ação simultâneos, dificultando a resistência, com menor impacto ambiental e efeito residual que se acumula nas safras seguintes à medida que os agentes biológicos se estabelecem na rizosfera. Por serem em sua maioria registrados pelo alvo biológico (e não pela cultura), um bionematicida registrado para Meloidogyne em soja pode ser legalmente usado em qualquer cultura com ocorrência desse nematoide. 

Veja também: Critérios de qualidade de um produto biológico: o que avaliar 

Principais espécies de nematoides no Brasil: identificação e impactos 

A escolha do bionematicida correto começa pela identificação da espécie de nematoide presente na área. Cada espécie tem comportamento, ciclo de vida e vulnerabilidades distintas — e alguns agentes biológicos são mais eficazes contra espécies específicas. As principais espécies no Brasil são: 

Principais espécies de nematoides no Brasil e seus sintomas 

Espécie Nome popular Sintoma característico Culturas mais afetadas Impacto econômico 
Meloidogyne incognita e M. javanica Nematoide-das-galhas Galhas nas raízes; deformação do sistema radicular; amarelecimento foliar Soja, tomate, hortaliças, café Alta: reduz absorção de água e nutrientes; galhas visíveis facilitam diagnóstico 
Pratylenchus brachyurus Nematoide-das-lesões Lesões necróticas nas raízes; apodrecimento radicular; porta de entrada para fungos Soja, milho, algodão, cana Alta: invisível a campo; frequentemente confundido com deficiência nutricional 
Rotylenchulus reniformis Nematoide-reniforme Engrossamento e enrolamento das raízes; fêmeas visíveis como pequenas estruturas reniformes Algodão, soja, fruticultura Crescente; sobrevive até 120 cm de profundidade; ovos viáveis por 2 anos no solo 
Heterodera glycines Nematoide-de-cisto-da-soja Cistos visíveis nas raízes (pontos amarelados/brancos); amarelecimento e nanismo Soja Muito alta: causa “síndrome da haste verde”; cistos persistem por décadas no solo 

Além dessas espécies principais, Scutellonema brachyurusHelicotylenchus dihystera e Aphelenchoides besseyi têm aumentado sua ocorrência em sistemas de produção intensivos, exigindo atenção crescente nos programas de monitoramento. 

Os 5 mecanismos de ação dos nematicidas biológicos 

 Os bionematicidas não funcionam como inseticidas: não eliminam rapidamente a população-alvo por um único mecanismo. Eles atuam por múltiplas barreiras simultâneas e complementares que reduzem progressivamente a população de nematoides e fortalecem a resiliência da cultura. Conhecer esses mecanismos é fundamental para posicioná-los corretamente no programa de manejo. 

Mecanismo 1: formação de biofilme protetor ao redor das raízes 

Uma das estratégias mais eficazes é a criação de um “escudo vivo” ao redor das raízes — o biofilme. Quando microrganismos como Bacillus velezensis colonizam a superfície radicular, formam uma estrutura complexa de polímeros extracelulares que atua como barreira física e química ao redor dos tecidos da raiz. 

Esse biofilme bloqueia a penetração e a fixação de juvenis infectantes (J2) dos nematoides sedentários como Meloidogyne e Heterodera, que precisam penetrar fisicamente na raiz para completar seu ciclo. Ao encontrar a barreira do biofilme, os juvenis não conseguem estabelecer o sítio de alimentação e morrem sem completar a infestação. O biofilme também cria ambiente desfavorável para fungos de solo, gerando proteção simultânea contra nematoides e patógenos fúngicos. 

Mecanismo 2: produção de metabólitos tóxicos e enzimas líticas 

Microrganismos como Bacillus spp. e fungos como Trichoderma spp. secretam metabólitos secundários tóxicos e enzimas líticas capazes de atuar em diferentes fases do ciclo biológico dos nematoides: 

  • Toxinas proteicas e lipopeptídeos: surfactina, iturina, fengicina e plantazolicina produzidos por Bacillus velezensis penetram nos ovos e nos estágios juvenis, inibindo a eclosão e a mobilidade dos nematoides 
  • Quitinases e proteases: enzimas líticas que degradam a quitina do exoesqueleto e dos ovos dos nematoides; o fungo Purpureocillium lilacinum pode destruir até 90% da massa de ovos e 75-80% dos cistos por esse mecanismo 
  • Glucanases e lipases: interferem na estrutura das membranas biológicas dos nematoides, comprometendo processos fisiológicos essenciais e levando à morte 

A ação enzimática é especialmente eficaz contra espécies sedentárias como Meloidogyne e Heterodera, cujos ovos ficam concentrados em massas gelatinosas acessíveis aos microrganismos colonizadores da rizosfera. 

Mecanismo 3: alteração de sinais químicos — confundindo o nematoide 

 Os nematoides juvenis localizam as raízes seguindo gradientes de exsudatos radiculares — açúcares, aminoácidos e outros compostos liberados pelas raízes que funcionam como sinais de atração. Os bionematicidas conseguem interferir nessa sinalização química, reduzindo a capacidade de localização e infecção das raízes. 

Bactérias como Bacillus velezensis sintetizam fengicina e plantazolicina, que alteram a composição dos exsudatos radiculares, tornando as raízes praticamente “invisíveis” aos juvenis. Sem o sinal químico correto, o nematoide juvenil não consegue localizar a raiz. Como os J2 possuem reservas energéticas limitadas para encontrar novos hospedeiros, morrem de exaustão por inanição antes de completar a infestação — especialmente eficaz contra espécies migratórias como Pratylenchus que dependem de localizar e penetrar ativamente as raízes. 

Mecanismo 4: parasitismo direto e predação por fungos especializados 

Fungos nematófagos adotam estratégias ativas de captura e eliminação de nematoides no solo: 

  • Parasitismo de ovos e juvenis — Purpureocillium lilacinum e Pochonia chlamydosporia: fungos saprofíticos  que parasitam ovos, juvenis e adultos; as hifas penetram os cistos através de apressórios (estruturas infectivas especializadas); eficácia de controle de Meloidogyne pode chegar a 70% em condições favoráveis 
  • Fungos nematófagos predadores — Arthrobotrys spp.: desenvolvem estruturas especializadas como redes adesivas, anéis constritores ou botões de captura que imobilizam fisicamente os nematoides móveis no solo; uma vez presos, o fungo penetra a cutícula do nematoide e coloniza os tecidos internos até a morte 
  • Bactérias parasitoides — Pasteuria spp.: aderem à cutícula dos nematoides e penetram no corpo, multiplicando-se no interior das fêmeas; criam efeito supressivo que se estende por vários ciclos, reduzindo progressivamente a população na área ao longo das safras 

Mecanismo 5: indução de resistência sistêmica (ISR) na planta 

O mecanismo mais sofisticado transforma a própria planta em agente de sua defesa. Bionematicidas à base de Bacillus velezensis e outros Bacillus spp. colonizam a rizosfera e ativam os sistemas imunes vegetais por meio da Indução de Resistência Sistêmica (ISR)

A ISR atua preventiva e sistemicamente: prepara toda a planta para responder a invasões antes que elas ocorram. Plantas tratadas exibem maior expressão de genes de defesa, produção de fitoalexinas, enzimas como quitinases e glucanases vegetais, e compostos fenólicos que fortalecem as paredes celulares das raízes, dificultando a alimentação e a reprodução dos nematoides. Estudos com Bacillus velezensis mostram que esse efeito pode aumentar o número e peso de nódulos de soja em até 30% em relação ao controle sem biológico — indicando que o organismo colonizador melhora o ambiente radicular globalmente, não apenas suprime a praga. 

Os 5 mecanismos de ação dos bionematicidas: resumo técnico 

Mecanismo Agente biológico principal Como protege a planta Mais eficaz contra Velocidade do efeito 
1. Biofilme protetor Bacillus velezensis, B. subtilis Barreira física e química ao redor das raízes bloqueia penetração de juvenis Meloidogyne, Heterodera (sedentários) Rápido (disponível desde o TS) 
2. Metabólitos tóxicos e enzimas líticas Bacillus spp., Trichoderma, Purpureocillium Destrói ovos e juvenis; degrada quitina do exoesqueleto Meloidogyne (ovos), Heterodera (cistos) Progressivo (colonização da rizosfera) 
3. Alteração de sinais químicos Bacillus velezensis (fengicina, plantazolicina) Mascara as raízes; nematoides morrem de inanição por não localizar o hospedeiro Pratylenchus (migradores), juvenis de Meloidogyne Progressivo 
4. Parasitismo direto e predação Purpureocillium, Pochonia, Arthrobotrys, Pasteuria Captura e mata nematoides no solo; efeito supressivo acumula entre safras Meloidogyne, Heterodera (ovos/cistos); nematoides móveis (Pratylenchus) Progressivo; efeito residual cresce com o tempo 
5. Indução de resistência sistêmica (ISR) Bacillus velezensis, B. subtilis, Trichoderma Ativa defesas da planta antes do ataque; fortalece paredes celulares das raízes Todos os fitonematoides; também doenças fúngicas Preventivo; eficácia plena em 2-3 semanas após aplicação 

Veja também: Controle biológico do nematoide-das-galhas com uso de biológicos 

Principais agentes biológicos registrados para nematoides no Brasil 

O AGROFIT lista mais de 60 bionematicidas registrados no Brasil, com predominância de bactérias do gênero Bacillus (cerca de 70% dos produtos, segundo a Embrapa), seguidas por fungos como Purpureocillium lilacinum e Trichoderma harzianum. Cada grupo tem características e janelas de aplicação distintas: 

  • Bacillus velezensis, B. subtilis e B. amyloliquefaciens: formam biofilme, produzem metabólitos tóxicos (surfactina, iturina, fengicina, plantazolicina) e alteram exsudatos radiculares; aplicados via TS ou sulco; endósporos garantem estabilidade mesmo em condições de armazenamento adversas; apresentam ação combinada bionematicida + biofungicida + promotor de crescimento 
  • Purpureocillium lilacinum (antes Paecilomyces): fungo nematófago que parasita ovos e cistos; 12 produtos registrados no Brasil; eficácia de até 70% no controle de Meloidogyne; exige condições de solo com umidade e temperatura favoráveis para esporulação 
  • Trichoderma harzianum e T. asperellum: atuam por parasitismo direto de ovos e juvenis, produção de metabólitos e ISR; 7 produtos registrados; compatíveis com Bacillus e potencializam o efeito quando combinados 
  • Pochonia chlamydosporia: fungo parasita de ovos e fêmeas sedentárias; especialmente eficaz contra Meloidogyne e Globodera; 2 produtos registrados; efeito supressivo progressivo acumulado entre safras 
  • Pasteuria penetrans: bactéria parasita exclusiva de nematoides; aderência específica à cutícula de Meloidogyne; multiplicação no interior das fêmeas; potencial supressivo de longo prazo; ainda em desenvolvimento comercial no Brasil 

Bionematicidas químicos vs. biológicos: quando usar cada um 

A escolha entre nematicida químico e biológico não é excludente — o manejo integrado mais eficiente combina as duas abordagens. A definição do momento e da proporção depende do nível de infestação, da espécie e da janela de aplicação: 

Nematicidas químicos vs. biológicos: quando posicionar cada um 

Situação Nematicida químico Nematicida biológico Estratégia integrada 
Infestação severa (>5.000 ovos/200 cm³ solo) Indicado: ação rápida reduz pressão inicial Complementar: estabelece colonização e ISR Químico no TS + biológico no sulco; ou químico + biológico em tanque no TS 
Infestação moderada a baixa Pode não ser necessário Suficiente como proteção preventiva Biológico isolado no TS ou sulco; monitorar após emergência 
Manejo preventivo (histórico de infestação) Desnecessário ou uso mínimo Ideal: colonização precoce da rizosfera Biológico no TS + aplicação na entressafra em plantas de cobertura 
Infestação por Meloidogyne e Pratylenchus simultaneamente Complementar ao biológico Múltiplos modos de ação cobrem ambas as espécies Bionematicida com amplo espectro (ex.: Bacillus velezensis) + rotação de culturas 
Próximo à colheita / culturas de exportação Restrito (carência longa) Ideal: sem carência ou carência mínima Biológico isolado nas aplicações finais do ciclo 

Veja também: Produtos biológicos no Tratamento de Sementes: por que usar? 

Como incluir os bionematicidas no manejo integrado de nematoides 

 A inclusão eficaz dos bionematicidas exige visão sistêmica — alinhando o produto ao momento adequado no ciclo da cultura, à espécie-alvo e às demais práticas do MIP. A aplicação antecipada, durante a entressafra em plantas de cobertura, é especialmente promissora: pesquisas mostram que os agentes biológicos aplicados na entressafra iniciam sua atividade sobre a população inicial de nematoides nos restos culturais e nos ovos no solo, reduzindo a pressão de ataque na safra seguinte. 

Práticas culturais que potencializam os bionematicidas 

  • Rotação de culturas com não-hospedeiras: crotalária, milho, braquiária e sorgo reduzem a população de Pratylenchus e Meloidogyne no solo; combinada com bionematicida na entressafra, a redução populacional pode ser de 50% a 70% do inóculo inicial 
  • Cultivares resistentes ou tolerantes: especialmente importantes para nematoide-de-cisto da soja (Heterodera glycines); a resistência varietal combinada com bionematicida fornece dupla barreira ao estabelecimento do nematoide 
  • Monitoramento e diagnóstico: a coleta de solo e raízes para análise nematológica (no mínimo a cada 2 anos) é essencial para identificar espécies, quantificar inóculo e avaliar a eficácia do programa biológico ao longo das safras 
  • Plantas de cobertura com efeito supressivo: certas espécies de crotalária produzem compostos allelopáticos que reduzem populações de nematoides; a aplicação de bionematicidas nessas plantas na entressafra amplifica o efeito supressivo do sistema 

Protocolo de aplicação dos bionematicidas 

  • Via Tratamento de Sementes (TS) ou TSIaplicação mais comum; os endósporos são depositados nas sementes e germinam no interior do solo após a semeadura, colonizando o sistema radicular desde a emergência; a compatibilidade com fungicidas e inseticidas deve ser verificada previamente 
  • Via sulco de plantio: indicada quando há incompatibilidade entre o bionematicida e outros produtos do tratamento de sementes, ou quando se busca maior concentração do agente na rizosfera; garante proteção contínua das raízes jovens 
  • Ordem de aplicação no TSI: geralmente: inoculante → bionematicida → micronutrientes → fungicida → inseticida; a ordem pode variar conforme o produto; seguir rigorosamente a recomendação do fabricante para preservar a viabilidade dos microrganismos 
  • Entressafra em plantas de cobertura: aplicação no sulco de plantio ou via solo; os agentes biológicos atuam sobre os juvenis e ovos no solo ao longo do período de entressafra, reduzindo o inóculo antes do plantio da safra principal 

Veja também: Dúvidas frequentes: biocontrole no manejo de nematoides e doenças 

CERTANO® e ARVATICO®: bionematicidas de nova geração à base de Bacillus velezensis 

Desenvolvidos pela Syngenta Biologicals, CERTANO® e ARVATICO® são formulados com a cepa exclusiva Bacillus velezensis CNPSo 3602, um microrganismo que mobiliza simultaneamente todos os mecanismos descritos neste artigo: biofilme protetor, metabólitos tóxicos (fengicina, plantazolicina, surfactina, iturina), alteração de exsudatos radiculares e ISR. 

ARVATICO®: proteção ativa com formulação de endósporos e metabólitos 

ARVATICO® é um bionematicida e biofungicida em formulação líquida (SC) com alta concentração de endósporos — estruturas resistentes de B. velezensis que garantem compatibilidade com fungicidas e inseticidas químicos no TS, e metabólitos prontamente disponíveis que atuam desde o momento do tratamento de sementes, protegendo as raízes desde a germinação. Controla os principais nematoides da soja — nematoide-das-galhas, nematoide-de-cisto e nematoide-das-lesões — e os principais patógenos de solo (FusariumRhizoctoniaMacrophomina). Também estimula a produção de fitormônios como auxinas e citocininas, resultando em plântulas com maior volume radicular. 

Banner do bionematicida ARVATICO®, mostrando a evolução do crescimento de uma planta desde a semente até a fase adulta.

CERTANO®: shelf life estendido e ação 3 em 1 

CERTANO® combina as ações bionematicida, biofungicida e promotora de crescimento em uma formulação com 100% de endósporos resistentes a raios UV, que oferece shelf life de até 2 anos sem necessidade de refrigeração — uma vantagem logística significativa para distribuição e armazenamento no campo. É compatível com vinhaça, insumos químicos e biológicos, o que facilita sua integração em programas de TSI já estabelecidos. Para a cultura da cana-de-açúcar, CERTANO® pode ser aplicado no plantio e nas soqueiras via sulco, com ação desde o estabelecimento da cultura até as colheitas subsequentes. 

Banner do bionematicida CERTANO®, com frutas e hortaliças frescas organizadas em caixas de madeira formando o número 10.

Juntos, CERTANO® e ARVATICO® fecham o ciclo do manejo sustentável de nematoides: proteção desde a germinação, efeito residual acumulado nas safras seguintes e compatibilidade com as demais ferramentas do programa de manejo. A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável. Confira a central de conteúdos Mais Agro para ficar por dentro de tudo que está acontecendo no campo.