A chamada mancha de Alternaria não é uma doença única. O nome reúne quadros provocados por diferentes espécies do gênero Alternaria, e a importância de cada agente muda conforme a cultura e a região. Por isso, reconhecer o padrão das lesões é apenas o começo: a decisão de manejo deve considerar o hospedeiro, o histórico da área, o clima e, quando necessário, a confirmação laboratorial. 

Em hortaliças, o problema costuma ganhar força quando há inóculo em restos culturais ou sementes, molhamento foliar prolongado e plantas submetidas a senescência ou outros tipos de estresse. O objetivo do manejo integrado é reduzir essas oportunidades de infecção e proteger folhas, hastes, inflorescências, frutos e raízes comerciais antes que a desfolha comprometa o rendimento e a qualidade. 

Ficha rápida da mancha de Alternaria 

Espécies Varia conforme a cultura. Entre as mais relevantes estão Alternaria linariae, A. solani, A. grandis, A. alternata, A. brassicae, A. brassicicola, A. dauci e A. porri. 
Família Pleosporaceae. 
Ciclo O inóculo pode sobreviver em resíduos infectados, sementes e hospedeiros alternativos, conforme a espécie. Durante a safra, conídios disseminados pelo vento e por respingos podem iniciar novas infecções quando há umidade favorável. 
Danos Manchas foliares, amarelecimento, redução da área fotossintética, desfolha, lesões em hastes, inflorescências, frutos ou raízes e perda de qualidade comercial. 
Soluções Diagnóstico correto, sementes e mudas sadias, manejo de resíduos e irrigação, nutrição equilibrada, rotação com não hospedeiras, monitoramento e fungicidas registrados usados conforme bula e orientação agronômica. 

Principais pontos 

  • A expressão mancha de Alternaria abrange doenças diferentes. A espécie predominante precisa ser interpretada de acordo com a cultura. 
  • Lesões escuras com anéis concêntricos, semelhantes a um alvo, são uma pista importante, mas nem sempre aparecem com a mesma nitidez. 
  • Folhas mais velhas e tecidos enfraquecidos costumam manifestar sintomas primeiro, sobretudo em tomate, batata e cenoura. 
  • Sementes, mudas, resíduos infectados, vento, chuva e irrigação por aspersão podem participar da introdução ou dispersão do inóculo, dependendo do patossistema. 
  • O controle eficiente combina prevenção, redução do molhamento foliar, sanidade do material propagativo, monitoramento e proteção química criteriosa. 
  • A escolha de fungicidas deve ser feita por cultura e alvo registrados, com consulta à bula, ao Agrofit e a um engenheiro agrônomo. Não se deve extrapolar indicação entre hortaliças. 

O que é a mancha de Alternaria e por que afeta tantas culturas 

Características do gênero Alternaria 

Alternaria é um gênero amplo de fungos encontrado em diferentes ambientes e associado a numerosas plantas. Muitas espécies fitopatogênicas têm comportamento necrotrófico:  provocam a morte de células da planta e utilizam os tecidos mortos como fonte de nutrientes. Enzimas e metabólitos produzidos pelo fungo contribuem para esse processo e para a expansão das lesões. Em vários desses patossistemas, folhas envelhecidas e plantas com desequilíbrio nutricional, dano mecânico ou estresse hídrico apresentam maior suscetibilidade à doença. 

A reprodução assexuada ocorre por conídios, estruturas que podem ser levadas pelo vento e por respingos de água. Em algumas culturas, o patógeno também pode acompanhar sementes infectadas ou contaminadas. Quando encontra tecido suscetível, temperatura adequada e água na superfície foliar por tempo suficiente, o conídio germina e inicia a infecção. Novas lesões podem produzir mais conídios, mantendo vários ciclos da doença durante o cultivo. 

O termo cosmopolita descreve bem o gênero, mas não significa que todas as espécies infectem todas as hortaliças. A relação entre patógeno e hospedeiro é específica. Esse é o motivo para evitar diagnósticos baseados somente no nome comum da doença. 

 Sintoma característico: lesões com anéis concêntricos 

O padrão mais conhecido é a lesão castanha ou negra com círculos sucessivos, semelhante a um alvo. Esses anéis podem ficar cercados por halo amarelado e aumentar à medida que o tecido necrosa. Em ataques severos, manchas vizinhas se unem, aceleram a queima da folha e reduzem a área fotossintética. 

Apesar de característicos, os anéis concêntricos não devem ser tratados como uma prova universal. Lesões jovens, cultivares diferentes ou condições ambientais desfavoráveis podem produzir sintomas menos típicos. Outras manchas foliares também podem ser confundidas no campo. A observação de conídios e métodos laboratoriais ajudam a confirmar o agente quando o diagnóstico influencia uma decisão de controle. 

Para comparar a pinta-preta com outras doenças, o produtor pode consultar o conteúdo do Mais Agro sobre doenças do tomateiro e o guia de manchas foliares no hortifrúti. 

Principais espécies de Alternaria por cultura 

Tomate e batata: espécies do complexo da pinta-preta 

No tomateiro, a pinta-preta é frequentemente associada a espécies de esporos grandes, entre elas Alternaria linariae, nome atualmente empregado para o patógeno antes referido como A. tomatophila, além de registros envolvendo A. solani. Alternaria alternata também pode estar associada a manchas e podridões em frutos. A composição do complexo pode variar, portanto a identificação apenas visual tem limites. 

Os sintomas geralmente começam nas folhas inferiores, com manchas escuras que aumentam e formam anéis. Em pecíolos e caules, as lesões podem ser alongadas e deprimidas. Nos frutos de tomate, podem ocorrer áreas escuras e afundadas, muitas vezes próximas ao cálice. A publicação Doenças do tomateiro, da Embrapa Hortaliças, reúne descrições de diagnóstico e medidas gerais de prevenção. 

 Na batata cultivada no Brasil, Alternaria grandis é reconhecida como o principal agente da pinta-preta. Alternaria solani também causa a doença em outras regiões produtoras do mundo, e a composição das espécies associadas varia conforme a região.. Para entender a diferença em relação à requeima, consulte o artigo Batata: como se livrar da alternaria e da requeima. 

Atenção ao diagnóstico 

  • Pinta-preta: costuma formar lesões secas, escuras e com anéis concêntricos, inicialmente em folhas mais velhas. 
  • Requeima: pode evoluir rapidamente com lesões de aspecto úmido e esporulação clara na face inferior sob alta umidade. 

A confirmação técnica evita escolher um programa inadequado para o agente presente. 

Brássicas: Alternaria brassicae e A. brassicicola 

Em repolho, couve, couve-flor, brócolis, rúcula, rabanete e outras brássicas, Alternaria brassicae e A. brassicicola estão entre os agentes mais importantes. As manchas circulares aparecem em folhas, mas também podem atingir cabeças e inflorescências, depreciando a parte comercial. O centro da lesão pode ficar quebradiço e se desprender. 

A transmissão por sementes merece atenção nesse grupo. O fungo pode ser introduzido no viveiro e chegar ao campo em mudas infectadas. Por isso, a procedência do lote, a análise sanitária quando aplicável, o tratamento autorizado e a higiene de bandejas e instalações integram a prevenção. O conteúdo do Mais Agro sobre doenças em folhosas complementa a identificação de problemas que podem ocorrer simultaneamente. 

Cenoura: Alternaria dauci 

Na cenoura, Alternaria dauci participa do complexo conhecido como queima das folhas. Pequenas lesões castanhas a negras surgem principalmente nas bordas de folíolos mais velhos, com halo amarelado. Quando se juntam, dão à folhagem aspecto queimado. Lesões nos pecíolos enfraquecem a parte aérea e podem dificultar operações de colheita. 

A queima das folhas também pode envolver Cercospora carotae e bactérias, o que reforça a necessidade de diagnóstico. A publicação técnica Queima das folhas da cenoura: uma doença complexa, da Embrapa, descreve a doença como um problema complexo e destaca a integração de resistência varietal, sanidade de sementes e práticas culturais. 

Cenouras recém-colhidas com folhagem verde, hortaliça suscetível à mancha de Alternaria.

Outras hortaliças suscetíveis 

Na cebola e no alho, Alternaria porri está associada à mancha-púrpura, caracterizada por lesões alongadas que podem adquirir centro arroxeado e comprometer a área foliar.  

Em pimentão, A. alternata pode estar associada a manchas e podridões, principalmente em tecidos lesionados ou debilitados. Berinjela e outras solanáceas também podem hospedar espécies relacionadas ao complexo da pinta-preta. 

Como o espectro de hospedeiros varia entre as espécies, a rotação deve considerar a família botânica e os cultivos realmente capazes de manter o agente. Alternar tomate com batata, por exemplo, não interrompe o ciclo de patógenos compartilhados pelas solanáceas. 

Cultura ou grupo Agentes frequentemente associados  Sintomas e características relevantes 
Tomate Alternaria linariae, A. solani e A. alternata Lesões em alvo nas folhas mais velhas, amarelecimento, lesões em haste e manchas deprimidas em frutos. 
Batata  Alternaria grandis, principal agente no Brasil; A. solani e outras espécies em diferentes regiões produtoras. Manchas concêntricas nas folhas inferiores, desfolha antecipada e redução do período de enchimento dos tubérculos. 
Brássicas Alternaria brassicae e A. brassicicola Manchas circulares escuras em folhas, cabeças e inflorescências, além de risco de transmissão por sementes. 
Cenoura Alternaria dauci Lesões escuras nas margens dos folíolos, halo amarelo, queima da folhagem e lesões em pecíolos. 
Cebola e alho Alternaria porri Lesões alongadas, frequentemente com tonalidade púrpura, que reduzem a área foliar. 

Condições que favorecem a epidemia 

Fatores climáticos 

As espécies de Alternaria respondem de maneira diferente à temperatura, mas muitas doenças do grupo avançam em ambientes amenos a quentes quando a umidade mantém a superfície das folhas molhada. Chuva, orvalho persistente e irrigação por aspersão criam oportunidades para germinação dos conídios e infecção. 

Períodos alternados de umidade e secagem também podem favorecer a produção e a liberação de conídios. O risco aumenta quando o dossel permanece fechado e demora a secar. Por isso, o monitoramento deve considerar a previsão do tempo, a duração do molhamento foliar, a idade da cultura e a presença de sintomas nas folhas inferiores, sem depender de um limite genérico único para todas as espécies. 

Fatores agronômicos que ampliam a suscetibilidade 

A doença tende a se expressar com maior intensidade em tecidos senescentes ou plantas submetidas a estresses. Deficiências nutricionais podem antecipar o envelhecimento das folhas e reduzir a capacidade de resposta da planta. O potássio participa de processos ligados ao equilíbrio hídrico e à integridade dos tecidos, mas a adubação não deve ser usada como tratamento isolado da doença. 

A correção nutricional precisa partir de análise de solo e, quando indicada, análise foliar. Tanto a deficiência quanto o excesso de nutrientes podem desequilibrar o crescimento. O conteúdo sobre manejo do solo ajuda a contextualizar a importância de decisões baseadas em diagnóstico. 

Outros fatores de risco incluem resíduos infectados mantidos na superfície sem manejo adequado, sementes ou mudas contaminadas, cultivos sucessivos de hospedeiros, irrigação que prolonga o molhamento das folhas e tráfego de pessoas ou equipamentos em plantas molhadas. 

Sinais de alerta para intensificar o monitoramento 

  • Histórico da doença na área ou em talhões vizinhos 
  • Cultivo sucessivo de plantas da mesma família botânica 
  • Folhas inferiores com pequenas manchas escuras e halo amarelo 
  • Previsão de umidade elevada, orvalho persistente ou chuvas frequentes 
  • Plantas entrando em senescência ou submetidas a estresse hídrico e nutricional 

Programa de controle integrado 

Prevenção, monitoramento e diagnóstico 

O programa começa antes do plantio, com escolha de sementes e mudas sadias, planejamento da rotação e avaliação do histórico do talhão. Durante o ciclo, a inspeção deve começar pelas folhas inferiores e por áreas com maior retenção de umidade. Registrar a localização e a evolução das manchas ajuda a distinguir um foco pontual de uma epidemia em expansão. 

Quando os sintomas forem atípicos, houver falha de controle ou coexistirem diferentes manchas foliares, amostras devem ser enviadas a um laboratório ou serviço de assistência técnica. A confirmação reduz o risco de repetir aplicações contra um alvo incorreto. 

Práticas culturais e manejo nutricional 

As medidas culturais reduzem o inóculo e encurtam o período de umidade favorável à infecção. Elas devem ser combinadas de acordo com o sistema produtivo: 

  • Usar sementes, tubérculos-semente e mudas de procedência conhecida, com tratamento autorizado quando indicado para a cultura. 
  • Planejar rotação com espécies não hospedeiras do patógeno predominante e controlar plantas voluntárias e daninhas que possam manter o inóculo. 
  • Manejar restos da cultura logo após a colheita, promovendo decomposição ou destinação tecnicamente adequada. A queima de resíduos não deve ser adotada como recomendação genérica e depende de restrições legais e ambientais. 
  • Preferir irrigação que não molhe a folhagem. Quando houver aspersão, ajustar o horário para favorecer secagem rápida e evitar períodos prolongados de folhas molhadas. 
  • Manter espaçamento, condução e ventilação compatíveis com a cultura, sem criar um dossel excessivamente fechado. 
  • Corrigir fertilidade e irrigação com base em análise e necessidade da cultura, evitando tanto deficiência quanto excesso. 

Fungicidas e rotação de grupos FRAC 

O controle químico é uma ferramenta complementar e deve ser planejado de forma preventiva ou no início do risco epidemiológico, conforme a cultura, o produto registrado e a recomendação técnica. Fungicidas multissítios e sítio-específicos podem ocupar funções diferentes no programa. Entre os grupos usados contra manchas foliares estão inibidores da desmetilação, classificados no grupo FRAC 3; inibidores da succinato desidrogenase, grupo 7; e inibidores da quinona externa, grupo 11. A disponibilidade e a indicação variam por cultura e alvo. 

A alternância deve considerar o código FRAC, não apenas o nome comercial ou o ingrediente ativo. Repetir exposições ao mesmo modo de ação aumenta a pressão de seleção sobre a população do fungo. As recomendações do FRAC Brasil e a bula de cada produto orientam limites de uso, misturas e sequências adequadas. 

Antes de recomendar ou aplicar qualquer fungicida, é necessário confirmar se existe registro para a combinação de cultura e alvo. O Agrofit, sistema oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária, permite consultar produtos, ingredientes ativos, culturas, alvos e bulas. A aplicação deve seguir receita agronômica, dose, intervalo, número máximo de aplicações, período de carência e orientações de segurança. 

Momento e frequência de aplicação 

Não existe um intervalo de pulverização único que sirva para todas as hortaliças e situações. A frequência depende da bula, do residual do produto, da velocidade de crescimento da planta, da pressão da doença, das condições meteorológicas e da qualidade da aplicação.  

Fixar um calendário sem considerar esses fatores pode gerar proteção insuficiente ou uso desnecessário. 

A cobertura precisa alcançar as partes mais suscetíveis, incluindo folhas inferiores, sem provocar escorrimento. Volume de calda, pontas, pressão, velocidade e condições de vento, temperatura e umidade devem ser ajustados à arquitetura da cultura e às instruções do produto. Tecidos já necrosados não voltam a ser sadios, portanto o objetivo é proteger o crescimento ainda funcional e reduzir novas infecções. 

Etapa Decisão prática 
Antes do plantio Revisar histórico, escolher material propagativo sadio, planejar rotação e corrigir solo e irrigação com base em análise. 
Início do ciclo Inspecionar mudas e folhas inferiores, eliminar focos quando tecnicamente indicado e registrar condições de umidade. 
Período de risco Intensificar monitoramento, confirmar o diagnóstico e iniciar proteção conforme bula e recomendação agronômica. 
Durante o programa Alternar modos de ação pelo código FRAC, garantir cobertura, respeitar limites de uso e avaliar a resposta do manejo. 
Após a colheita Dar destino adequado aos resíduos, controlar plantas voluntárias, higienizar materiais e registrar ocorrências para o próximo planejamento. 

Informação e manejo para proteger as hortaliças 

A mancha de Alternaria exige atenção aos detalhes: cultura correta, sintomas, clima, fonte de inóculo e histórico da área. Quanto mais cedo esses elementos forem reunidos, maior a chance de montar um programa coerente e evitar aplicações baseadas apenas na aparência das manchas. 

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Perguntas frequentes  

  1. Como reconhecer a mancha de Alternaria na folha? 

A pista mais comum é uma lesão castanha ou negra com anéis concêntricos, muitas vezes cercada por halo amarelo. Os sintomas costumam começar em folhas mais velhas. Como outras doenças podem produzir manchas semelhantes, cultura, distribuição no talhão e análise laboratorial devem ser considerados. 

  1. Alternaria é a mesma doença em todas as hortaliças? 

Não. Mancha de Alternaria é um nome coletivo. Tomate, batata, cenoura, brássicas e cebola podem ser afetados por espécies diferentes, com ciclos e órgãos atacados que variam. O diagnóstico por cultura evita generalizações e orienta melhor as medidas culturais, o tratamento de sementes e o controle químico. 

  1. A deficiência de potássio causa mancha de Alternaria? 

A deficiência de potássio não cria o fungo, mas pode enfraquecer a planta ou acelerar a senescência, favorecendo a expressão de doenças em determinados sistemas. A correção deve ser baseada em análise de solo e tecido. Adubação isolada não substitui sanidade, monitoramento e proteção fitossanitária. 

  1. A doença pode vir na semente? 

Sim, em alguns patossistemas, especialmente brássicas e cenoura, espécies de Alternaria podem ser transportadas por sementes. O risco varia com a espécie e o lote. Usar sementes de procedência conhecida, realizar análise sanitária quando indicada e adotar tratamento registrado ajuda a reduzir a introdução do inóculo. 

  1. Qual fungicida controla a mancha de Alternaria? 

A resposta depende da cultura, da espécie do patógeno e dos registros vigentes. Não existe uma indicação universal para todas as hortaliças. Consulte o Agrofit, a bula e um engenheiro agrônomo. O programa deve alternar modos de ação e integrar medidas culturais para reduzir pressão de seleção. 

  1. Depois que a mancha aparece, a folha se recupera? 

Não. O tecido necrosado não volta a ficar verde. O manejo busca proteger áreas sadias, reduzir novas infecções e preservar a capacidade fotossintética da planta. Por isso, diagnóstico precoce, prevenção baseada em risco e boa cobertura são mais eficientes do que esperar a desfolha avançar. 

  1. Como diferenciar pinta-preta de requeima em tomate e batata? 

A pinta-preta tende a produzir lesões secas com anéis concêntricos e começar nas folhas mais velhas. A requeima costuma formar lesões de aspecto úmido e pode avançar rapidamente sob clima ameno e muito úmido. Em caso de dúvida, a confirmação técnica deve preceder a escolha do controle.