Clima
Agricultura Brasileira: o avanço tecnológico que revolucionou a produtividade
A revolução na produção de grãos no Brasil, começou no Cerrado. E a tecnologia foi essencial para o avanço produtivo da região, que impactou toda cadeia brasileira. Luisa Nogueira, foi conhecer de perto esses avanços.
Chuvas nas áreas cafeeiras ligam alerta para o controle da ferrugem
Chuvas nas áreas cafeeiras ativam alerta para controle da ferrugem; ações rápidas e integradas previnem danos e mantêm a produtividade. Saiba mais. Dificuldades no manejo trazem expectativa de maior incidência da doença na cultura O volume de chuvas nas áreas cafeeiras de arábica no Brasil tem mudado o cenário e colaborado para o bom desenvolvimento […]
Diesel em falta paralisa colheitadeiras: soja e arroz do RS e MS perdem janela de colheita
Produtores relatam suspensão de máquinas e diesel até R$ 2 mais caro por litro; atraso ameaça qualidade dos grãos e amplia perdas já causadas por granizo
Sustentabilidade no agro: como a Coopercitrus transforma produtividade em longevidade no campo
A sustentabilidade no agro deixou de ser diferencial no Brasil. Hoje, ela representa uma condição estratégica para manter competitividade, responsabilidade ambiental e visão de longo prazo. Nesse cenário, produzir com eficiência e responsabilidade tornou-se indispensável para garantir continuidade no campo. No quarto episódio da série “De Produtor para Produtor”, a Syngenta apresenta a trajetória da […]
Chuvas ligam alerta para Ferrugem e Phoma
Carga elevada aumenta a predisposição à doença O volume constante de chuvas nas áreas de café arábica tem acendido um alerta fitossanitário importante nas principais regiões produtoras. Em especial neste verão, a combinação entre alta umidade, cargas pendentes elevadas e dificuldade operacional no campo cria o ambiente ideal para o avanço da ferrugem e da […]
Barter ganha força na cafeicultura como estratégia para reduzir custos e proteger a rentabilidade
Em um cenário marcado por volatilidade de preços, custos elevados de produção e incertezas climáticas, reduzir riscos passou a ser tão estratégico quanto produzir bem. Nesse contexto, o Barter se consolida como uma das principais ferramentas de gestão para o cafeicultor brasileiro, permitindo previsibilidade, eficiência financeira e proteção da rentabilidade ao longo da safra. Mais […]
Milho safrinha 2025/26 enfrenta risco climático e queda nas projeções de produção
Plantio fora da janela ideal em importantes estados produtores eleva exposição à seca e pode comprometer o potencial produtivo da safra

20/08/2024
Safra 24: os preços do café devem continuar subindo?
Oferta e demanda apertada criam expectativa entre os cafeicultores A colheita de café segue avançando no Brasil, e o grão atingiu o maior preço da história. Um fator importante é que a oferta limitada na Ásia continua ditando o ritmo do mercado, impulsionando tanto os preços do robusta quanto do arábica. Segundo dados do Cepea (Centro […]...
Oferta e demanda apertada criam expectativa entre os cafeicultores
A colheita de café segue avançando no Brasil, e o grão atingiu o maior preço da história. Um fator importante é que a oferta limitada na Ásia continua ditando o ritmo do mercado, impulsionando tanto os preços do robusta quanto do arábica.
Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), houve um aumento de 5,3% para o café arábica, com a saca de 60 kg.
Já se tratando do robusta, as cotações subiram 4,2% na primeira quinzena de julho e renovou o recorde do Cepea, referente a série histórica iniciada em 2001. O preço da saca de 60Kg chegou a R$1.292,34.

“A alta do dólar explica esse preço para ambas as variedades. O dólar subiu 6,7%, sendo o principal fator por trás da valorização dos preços”, destaca o Gerente de Inteligência de Mercado Café da Stonex, Fernando Maximiliano.
A escassez de café no continente asiático deve continuar influenciando os preços nos próximos meses, já que o cenário não deve mudar a curto prazo.
A Indonésia, terceiro maior produtor de café do mundo, iniciou sua colheita há algumas semanas, enquanto o Vietnã deve começar apenas em meados de novembro. A ausência desses países no mercado tende a sustentar os preços atuais.
Outro ponto que começa a levantar preocupações é a produção brasileira. “Existem muitos relatos de que o rendimento das lavouras está aquém do esperado, e isso é um ponto a ser monitorado. Devemos ter inclusive uma possível correção para baixo nas previsões das agências, o que pode trazer um viés mais positivo para as cotações”, explica Fernando.
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Em termos de comercialização, os preços historicamente elevados para o período de colheita deixam margem para uma comercialização mista.
“Algumas regiões estão registrando uma movimentação melhor, outras nem tanto. Alguns produtores seguem na expectativa de que os preços possam avançar mais, principalmente com os relatos de que a produção em algumas regiões está abaixo do esperado”, destaca Fernando.
De modo geral, tanto fatores de alta quanto de baixa podem influenciar o mercado nos próximos meses, como a expectativa por mais uma La Niña, prevista com intensidade de moderada a baixa.

O ponto crítico, segundo Fernando, seria um corte na produção brasileira. “São pontos de atenção, como a possível redução nas estimativas de produção do Brasil, a menor produção na Ásia e a oferta reduzida de café robusta”.
Por hora, o mercado deve voltar os olhos para fatores importantes que podem impactar os preços, como o inverno brasileiro, a florada nos próximos meses e as condições associadas ao surgimento da La Niña.
A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
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