O bicho-mineiro, está entre as principais pragas da cafeicultura. E ao longo dos últimos 20 anos, foi necessária uma jornada de transformação no setor, para o melhor enfrentamento da praga. 

A grande desfolha que pode provocar na lavoura, ataca a produtividade também de safras futuras. A principal incidência ocorre por conta do clima seco e das altas temperaturas. 

Por que o bicho-mineiro se tornou a principal praga do café

Atualmente, o bicho-mineiro é considerado a principal praga da cafeicultura brasileira. Isso ocorre principalmente por sua capacidade de adaptação às condições climáticas das regiões produtoras e pelo potencial de causar danos significativos às plantas.

A larva do inseto se desenvolve no interior das folhas do cafeeiro, alimentando-se do tecido vegetal. Como consequência, surgem áreas secas e necrosadas, conhecidas como “minas”, que comprometem a capacidade fotossintética da planta.

Consequentemente, quando a infestação aumenta, o cafeeiro apresenta intensa desfolha. Em situações mais severas, as perdas de produtividade ultrapassam 70% da produção, especialmente quando o produtor não realiza o manejo de forma adequada.

Além disso, a praga tende a se desenvolver com maior intensidade em condições de clima quente e seco.

Mudanças climáticas ampliam a pressão da praga

Tradicionalmente, as ocorrências mais intensas do bicho-mineiro eram registradas em áreas do Cerrado Mineiro. Entretanto, nos últimos anos, o comportamento da praga passou a ser observado também em outras regiões produtoras.

Atualmente, lavouras da Alta Mogiana Paulista e do Sul de Minas Gerais têm registrado aumento na pressão do inseto. Ao mesmo tempo, regiões produtoras de café conilon, especialmente na Bahia e no Norte do Espírito Santo, também convivem com maior incidência da praga.

Esse cenário está diretamente relacionado às mudanças no padrão climático. Períodos mais prolongados de calor e estiagem favorecem o ciclo de desenvolvimento do inseto, permitindo que a população aumente rapidamente nas lavouras.

Nos últimos anos, esse cenário tem se tornado cada vez mais frequente na cafeicultura brasileira. E justamente isso, trouxe uma série de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias que ancorassem melhor o cafeicultor contra a praga. 

Aplicação via drench garante maior eficácia no controle de pragas 

Uma dessas tecnologias tem sido as aplicações via drench. Os inseticidas de aplicação via drench estão entre as melhores ferramentas para o controle de pragas como o bicho-mineiro. Isso porque podem proporcionar alta eficiência na proteção de toda a planta, além da economia de produto.

Além disso, a aplicação via drench também se destaca por outros benefícios, como, maior período de controle, facilidade de aplicação, proteção sistêmica às plantas e contribuição para o melhor controle biológico, já que não atinge folhas e flores. 

O método de aplicação entrega uma ação localizada com um jato dirigido abaixo da copa da planta, onde está seu sistema radicular. 

A eficácia maior é que justamente por isso, as raízes absorvem melhor o produto, o que permite sua translocação por toda planta, por meio de vasos condutores. Além disso, o meio de aplicação também traz a vantagem de se evitar perdas do produto. 

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Voliam Targo: foliar de alto residual 

O Voliam Targo® da Syngenta é um inseticida e acaricida de alto desempenho, indicado para o controle eficaz do bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) no cafeeiro, oferecendo longo efeito residual e ação translaminar. Combina clorantraniliprole e abamectina, agindo por contato e ingestão para proteger folhas e frutos, sendo ideal para manejo anti resistência. 

Além disso, a adoção de tecnologias modernas fortalece o manejo integrado, permitindo que o produtor atue de forma mais estratégica na proteção da lavoura.

A Syngenta segue ao lado do cafeicultor, oferecendo soluções e conteúdos técnicos que contribuem para uma produção cada vez mais produtiva, sustentável e rentável.

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