O controle de pragas e a qualidade do café são os fatores centrais que colocam o Brasil na liderança no mercado global. O país se consolida não apenas como o maior produtor e exportador, mas também como o principal centro de inovação e diversidade de origens no setor cafeeiro. 

Esse sucesso é fruto de um sistema de produção moderno, no qual a saúde da lavoura e a excelência dos grãos são tratadas como prioridades absolutas.  

Para garantir esse padrão de qualidade, o cafeicultor precisa agir com precisão em momentos fundamentais do ciclo da cultura. Entre os meses de março e abril, por exemplo, o cafezal atravessa fases decisivas, como o enchimento final dos grãos e o início da maturação.  

Esta é uma janela que exige cuidado redobrado, pois o manejo eficiente de pragas como a broca-do-café, o bicho-mineiro e os ácaros é essencial para proteger a produtividade e qualidade do café. 

Neste conteúdo, entenda por que o controle de pragas do café é um pilar fundamental para preservar a qualidade café e como soluções modernas e inovadoras são estratégicas para proteção do cafezal. Continue a leitura! 

Qualidade do café e mercado global: o impacto do manejo de pragas na cafeicultura brasileira 

A cafeicultura brasileira atravessa um momento de transição em que o valor não reside apenas no volume, mas na consistência da qualidade entregue. Em 2025, o Brasil alcançou um marco histórico com US$ 15,6 bilhões em receita cambial de exportação, um recorde que reflete a resiliência e a competência técnica do setor. 

Mesmo diante de uma leve retração na produção total na safra passada, estimada em 56,5 milhões de sacas devido a variáveis climáticas e à bienalidade, a alta remuneração foi impulsionada pela qualidade superior e pela capacidade do país de atender mercados exigentes, como o europeu e o norte-americano, que pagam prêmios pela ausência de defeitos. 

 Grãos de café torrado sobre sacaria, indicando a qualidade dos grãos.

No entanto, essa rentabilidade é extremamente sensível: a correlação entre a sanidade da lavoura e o valor de mercado é absoluta. O ataque de pragas não apenas subtrai peso da saca, mas altera a composição química e física do café, degradando o que o mercado global classifica como “qualidade de exportação”. 

É nesse cenário que a gestão fitossanitária deixa de ser apenas um custo de produção para se tornar um investimento estratégico: estima-se que o manejo eficiente de pragas possa elevar o valor da saca em até 17,5% quando o lote atinge os padrões exigidos pelas certificações de qualidade e sustentabilidade. 

Como as pragas afetam a qualidade do café? 

integridade do grão é o reflexo direto de uma fase de granação e maturação sem estresses. Durante os meses de março e abril, a planta concentra sua energia no enchimento dos frutos, definindo a densidade e o tamanho (peneira) que o mercado tanto valoriza. 

Quando o ciclo fenológico é interrompido por pragas, o prejuízo físico é irreversível, muitas vezes resultando em descartes no beneficiamento ou penalizações na classificação oficial brasileira

Fruto de café amarelo cortado, expondo os danos da broca aos grãos.

Cada praga do café tem potencial para afetar a qualidade dos grãos de formas diferentes. Dentre elas, podemos destacar: 

  • Broca-do-café: considerada o maior desafio fitossanitário do café, ela perfura o fruto e consome o endosperma. Esse dano causa uma perda direta de até 20% no peso do grão, além de gerar o defeito físico nos grãos. Na exportação, a tolerância para esse tipo de dano é baixíssima. 
  • Bicho-mineiro: embora o dano seja nas folhas, o impacto é sentido no grão. Ao reduzir a área fotossintética em até 50%, a praga impede que a planta produza fotoassimilados necessários para o enchimento dos grãos. O resultado é a colheita de grãos chochos, que pesam menos e têm baixo valor comercial. 
  • Ácaros: o complexo de ácaros, incluindo o vetor da mancha anelar, pode reduzir a produtividade em até 37%. Além da queda prematura de folhas, o comprometimento da circulação de seiva impede que os grãos de café se desenvolvam plenamente. 

Degradação da qualidade do café e o protocolo SCA 

Para o produtor que deseja entregar um café de alto valor, o dano físico causado pelas pragas é o primeiro grande obstáculo. 

De acordo com o protocolo da SCA (Specialty Coffee Association), grãos com furos profundos ou destruição da semente são classificados como dano severo por inseto

Este é um ponto crítico, pois a presença de apenas um defeito primário é suficiente para desqualificar o lote da categoria de cafés especiais, não importa se o restante do café é excelente. Mas os problemas não param por aí. 

A perfuração causada pela broca-do-café, por exemplo, permite que fungos e bactérias entrem no grão ainda no campo. Esses microrganismos iniciam processos de fermentação que geram os grãos pretos e ardidos, que também são considerados defeitos primários

Ou seja, na prática, o ataque da broca reduz a qualidade do café porque traz sabores de mofo ou notas sujas para a xícara e ainda danifica os grãos, o que é inaceitável para o mercado de cafés especiais. 

 Frutos de café em ramo, com aspecto apodrecido, pela ação da broca-do-café.

Além dos danos diretos ao grão, também existem danos indiretos que afetam a maturação do café e, consequentemente, a sua qualidade. 

bicho-mineiro, por exemplo, provoca a desfolha severa do café, expondo os frutos à radiação solar intensa, o que acelera a maturação de forma artificial (escaldadura). Esse desequilíbrio impede que os precursores de aroma e sabor, como os açúcares e ácidos orgânicos, se desenvolvam plenamente. 

O resultado é uma bebida desequilibrada, com falta de uniformidade e doçura, o que impede o café de alcançar as notas exigidas pelo protocolo SCA para premiações de qualidade. 

Portanto, para evitar que esses defeitos apareçam e destruam o valor da produção, o cafeicultor precisa de uma estratégia de defesa sólida e integrada. É aqui que entram soluções modernas e inovadoras, como JOINER®, que entregam a proteção necessária para a produção de um café de qualidade

JOINER®: delete a broca e as principais pragas do café  

Banner de JOINER, um inseticida e acaricida da Syngenta indicado para o controle da broca-do-café, bicho-mineiro e ácaros.  Em destaque, um produtor segura um tablet em  meio a uma lavoura de café destacando os benefícios do produto "+ performance, +espectro e + inovação" e o slogan  "Ative o efeito prolongado de JOINER® e delete a broca e as principais pragas do café"

JOINER® é um inseticida e acaricida da Syngenta, que chega para transformar o manejo de pragas do café com + mais performance, + mais espectro e + mais inovação

O seu grande diferencial é a PLINAZOLIN® technology. Essa molécula inaugura um novo modo de ação (Grupo 30) e um grupo químico inédito no mercado. Com essa inovação, JOINER® estabelece um novo patamar de controle da broca-do-café, inaugurando conceito BROCA+. 

Sua ação ocorre por contato e ingestão, promovendo um efeito de choque imediato e oferecendo um looongo período de controle contra as principais pragas do café. Isso é fundamental para paralisar a alimentação das pragas rapidamente e interromper os danos de forma consistente na lavoura. 

Mas a excelência de JOINER® não se limita apenas à broca. Ele oferece um amplo espectro de ação que se estende para outras ameaças importantes do café, como bicho-mineiro e os ácaros.  

Essa inovação também se traduz em praticidade e flexibilidade para o dia a dia no campo. O produto possui alta aderência às folhas e apresenta baixa lavagem pela chuva, além de resistir à degradação causada pelos raios solares.  

Essas características permitem que a proteção permaneça ativa por muito mais tempo na lavoura. Isso simplifica o planejamento do manejo e oferece mais segurança para o cafeicultor, mesmo diante das variações do clima. 

É a tecnologia trabalhando a favor do cafeicultor para manter a qualidade do café brasileiro no topo. Ative o efeito prolongado de JOINER® e delete a broca e as principais pragas do café

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável. 

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