produtos

04/08/2025
Oídio no trigo: como controlar desde o início da safra
A ameaça silenciosa que pode comprometer o rendimento desde o perfilhamento...
Em muitas regiões produtoras de trigo, o oídio já é considerado um velho conhecido. No entanto, sua capacidade de se instalar de forma precoce, evoluir rapidamente e causar perdas expressivas ainda representa um dos maiores desafios no manejo sanitário da cultura.
Por ser uma doença foliar de fácil dispersão e difícil contenção quando avançada, o oídio precisa ser identificado e controlado logo nas fases iniciais, especialmente durante o perfilhamento, momento crítico para o estabelecimento do potencial produtivo do trigo.
Neste artigo, você vai entender os principais fatores que favorecem a ocorrência do oídio, como reconhecer os primeiros sintomas e por que o manejo antecipado é decisivo para evitar prejuízos significativos.
O alerta para a safra de trigo 2026
No segundo trimestre do ano, o triticultor brasileiro entra em campo para uma etapa decisiva: o início do plantio. De acordo com o 6º levantamento da Conab (março/2026), o cenário para esta temporada exige uma gestão técnica rigorosa.
A projeção nacional indica uma colheita de cerca de 6,9 milhões de toneladas, um volume 12,3% menor que a safra anterior, em grande parte devido a ajustes de área e clima.
Com a produtividade média estimada em 2,978 t/ha, a proteção do potencial genético desde a emergência torna-se o principal pilar para garantir a rentabilidade em um ano de investimentos cautelosos.
É neste contexto que o oídio, uma das primeiras doenças a surgir, precisa ser combatido com máxima eficiência.
O que é o oídio do trigo?
O oídio é uma doença causada pelo fungo Blumeria graminis f. sp. tritici, que se manifesta principalmente nas folhas jovens, mas também pode atingir colmos e espigas em cenários de ausência de controle e altíssima severidade.
Seu poder de disseminação pelo vento e a capacidade de colonizar rapidamente os tecidos tornam essa doença um risco constante, principalmente quando não é monitorada desde o início.
Dados da Embrapa alertam para a gravidade do problema: em anos com clima favorável e o uso de cultivares suscetíveis, as perdas podem ser alarmantes, chegando a 62%.
Por que o oídio surge tão cedo e o que favorece a doença?
O oídio é favorecido por clima ameno (entre 15°C e 22°C) e baixa umidade relativa, condições muito comuns nas regiões produtoras no início do desenvolvimento da cultura.
Diferente de outras doenças que dependem de molhamento foliar, o oídio se propaga facilmente pelo vento em períodos mais secos. Por atingir preferencialmente tecidos jovens, ele costuma se instalar logo no perfilhamento, fase crítica onde o trigo define o número de espigas por área.
Como identificar os primeiros sintomas do oídio?
Os sintomas iniciais do oídio no trigo são discretos, o que dificulta sua detecção precoce.
Os principais sintomas são:
- Manchas esbranquiçadas ou pulverulentas na superfície das folhas (aspecto de “farinha”);
- Amarelamento (clorose) ao redor das lesões;
- Leve enrugamento ou deformação da lâmina foliar;
- Redução de vigor nos perfilhos afetados.
Esses sintomas podem surgir logo após a emergência e tendem a se intensificar no perfilhamento.

Por que o oídio impacta tanto a produtividade?
Ao reduzir a área foliar ativa, o oídio diminui a capacidade de fotossíntese da planta, interferindo diretamente no enchimento dos grãos.
Além disso, o enfraquecimento dos perfilhos resulta em menos espigas férteis e grãos de menor valor comercial (baixo PH).
O perfilhamento é, portanto, a fase de maior vulnerabilidade
Esperar pelos sintomas visíveis para agir pode significar a perda irreversível do potencial produtivo. O manejo precisa ser preventivo, construindo a sanidade desde a “largada”.

SEEKER®: inovação no controle de oídio no trigo
Para enfrentar esse desafio, a Syngenta apresenta SEEKER®, o fungicida que chegou para preencher uma lacuna crítica no mercado brasileiro, entregando proteção superior desde os estágios iniciais da cultura.
Diferenciais técnicos e inovação
SEEKER® representa uma inovação: novo ingrediente ativo e novo grupo químico.
- Novo ativo (Fenpropidin): pertencente ao grupo químico das Piperidinas (FRAC 5), esta molécula oferece um mecanismo de ação inédito para o controle de doenças que já apresentam resistência a soluções antigas.
- Alta mobilidade: o produto penetra rapidamente no tecido foliar e apresenta uma excelente redistribuição, protegendo os tecidos jovens que estão em franco crescimento durante o perfilhamento.
Resultados que comprovam a eficiência superior de SEEKER® como fungicida para oídio no trigo
Testes realizados em campo demonstram que SEEKER® entrega uma performance superior aos atuais padrões de mercado no controle de oídio.
Resultados técnicos indicam que a aplicação preventiva impede que a doença tome conta da lavoura, preservando o vigor dos perfilhos e resultando em um incremento real de sacas por hectare quando comparado ao manejo convencional.


Por que escolher SEEKER® no seu programa de manejo?
- Máxima eficiência no controle de oídio no trigo: superioridade técnica comprovada sobre o agente causal Blumeria graminis.
- Manejo antirresistência: a introdução de um novo grupo químico (Piperidinas) é uma ferramenta valiosa para prolongar a eficácia dos fungicidas disponíveis.
- Proteção desde o perfilhamento: garante que a planta se desenvolva livre de pressões sanitárias no momento em que define sua produtividade.
O produtor que deseja proteger sua lavoura com eficiência precisa olhar para o oídio com seriedade desde o início do ciclo. Com a tecnologia certa, é possível permitir que o potencial genético da semente se transforme em colheita recorde.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
Acesse o portal Syngenta e confira a central de conteúdos Mais Agro para ficar por dentro de tudo o que está acontecendo no campo.