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O Brasil é o maior produtor e exportador de soja do mundo e tem grande importância mundial quando o assunto é abastecimento alimentar, pois parte do cultivo da oleaginosa é destinada ao mercado externo. No entanto, para manter os bons índices de produtividade, é necessário que o sojicultor realize um manejo adequado desde o início da lavoura com o Tratamento de Sementes, para evitar que problemas com pragas, por exemplo, prejudiquem o desenvolvimento da cultura.

De acordo com o 3º levantamento da safra de grãos divulgado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a safra 2022/23 de soja, mesmo com previsão de Lá Niña para a região Sul, especialmente para o Rio Grande do Sul, mantém-se com boas expectativas de produtividade. Espera-se que sejam colhidas no país mais de 153,4 milhões de toneladas do grão, uma nova safra recorde. Tal quantitativo representa incremento de produção em mais de 18%.

Observa-se ainda um aumento da área cultivada em torno de 4,6% em relação à safra passada, impulsionado pelo aumento das áreas na região Sul, considerada uma nova fronteira agrícola do país

Diante desse cenário favorável para a produção de soja, o TS (Tratamento de Sementes) entra como estratégia fundamental para alcançar o máximo potencial produtivo da lavoura, já que as plantas advindas das sementes que não recebem o tratamento adequado podem ser atacadas por pragas que impactam diretamente o seu crescimento.

Por que investir no Tratamento de Sementes para o controle de pragas iniciais?

O Tratamento de Sementes é uma técnica que consiste na aplicação de defensivos agrícolas nas sementes, para proteger a cultura de ameaças iniciais como o ataque de pragas, que podem comprometer o desenvolvimento saudável da lavoura, principalmente na fase de estabelecimento do estande.

Além disso, as soluções para TS são desenvolvidas a partir de alta tecnologia, que protege a cultura de maneira uniforme e contribui para melhorias no enraizamento e na germinação. Assim, obtêm-se plantas mais vigorosas e evita-se que o produtor incorra em perdas de produtividade logo nos estádios iniciais da cultura.

Outras vantagens do Tratamento de Sementes, além do controle de pragas iniciais, são:

  • proteção do potencial genético da cultura;
  • estabelecimento do estande da lavoura;
  • baixo custo de investimento;
  • maior produtividade.

Além disso, o Tratamento de Sementes ajuda a reduzir a pressão de pragas em plântulas e a impedir a entrada de patógenos em áreas isentas.

Diversos benefícios podem ser obtidos por meio do Tratamento de Sementes, no entanto, a escolha do produto ideal para cada contexto de produção é fundamental para a obtenção dos melhores resultados, como os produtores têm enfatizado. O depoimento do gerente técnico da fazenda Gravataí, Bento Manuel Ferreira, é um exemplo disso. Sobre a última safra, ele comenta:

“”Nós fazemos o Tratamento de Sementes todos os anos. Só que dois anos atrás nós fizemos um experimento com soluções Syngenta comparando com o tratamento padrão que a gente vinha fazendo na fazenda. Então, a partir do comparativo, optamos por utilizar só produtos Syngenta no tratamento de todas as nossas sementes. O que nós temos visto de resultado é uma soja com um crescimento mais vigoroso e mais rápido. Com isso, a soja ganha em termos de fechamento e de crescimento.”, completa.

Ferreira ainda destaca que o TS com Fortenza® auxilia em diferentes fatores relacionados ao cultivo, incluindo:

  • o controle de plantas daninhas, pois, com o desenvolvimento mais vigoroso e rápido da cultura, sem interferências das pragas, ocorre o fechamento mais rápido das entrelinhas da soja;
  • a preservação da sanidade inicial, evitando o ataque de pragas e o favorecimento da entrada de doenças nas plantas, pelo dano mecânico ocasionado.

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 O direcionamento adequado de qual a melhor solução para o Tratamento de Sementes passa, impreterivelmente, pela identificação das espécies presentes na lavoura, dado o grande número de pragas que podem ocorrer, especialmente nas fases mais críticas da cultura: como o início do desenvolvimento.

O estabelecimento inicial do estande é um momento em que a interferência de pragas deve ser evitada, visto que é quando se define o primeiro componente inerente à produtividade da cultura: o número de plantas por área.

Quais são as principais pragas iniciais da soja?

Lagarta

Conforme mencionado, as pragas iniciais podem causar perdas significativas na produtividade da soja, caso o Tratamento de Sementes não seja realizado ou seja aplicado da maneira indevida. Por isso, é fundamental conhecer as principais espécies e os danos causados por elas à lavoura, a fim de prevenir futuros problemas no estabelecimento do estande a partir da escolha do TS ideal para o contexto da área de cultivo.

A seguir, são detalhadas as principais espécies que devem ser controladas na fase inicial da cultura.

Complexo de lagartas

O complexo de lagartas da soja é um dos problemas mais temidos pelos sojicultores, seja qual for o estádio da cultura, devido aos inúmeros estragos que provocam na lavoura. Dependendo da espécie da lagarta, ela pode causar uma desfolha severa ao se alimentar de folhas, ou ainda atacar flores e frutos, prejudicando a produtividade da safra.

Quando esse ataque ocorre nas fases iniciais, no período que ocorre o estabelecimento da cultura, pode ocorrer tombamento das plantas e falhas no estande. Além disso, apresentam a capacidade de se reproduzir rapidamente. As principais espécies que podem atacar os estádios iniciais da lavoura de soja são:

  • Lagarta helicoverpa (Helicoverpa armigera);
  • Lagarta-das-folhas (Spodoptera eridania);
  • Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis);
  • Lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus);
  • Lagarta-rosca (Agrotis ipsilon);
  • Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens).

É importante ainda, diferenciar quais as lagartas que estão ocorrendo, bem como a sua frequência nas diferentes safras e culturas agrícolas, uma vez que estas podem atacar também outros cultivos subsequentes ao da soja.

Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa)

A larva desta praga se alimenta das raízes, interferindo na absorção de nutrientes e água pela planta, o que compromete sua sustentação. Na fase adulta, a vaquinha-verde-amarela se alimenta das folhas, abrindo pequenos orifícios e causando desfolha precoce, fatores que comprometem a fotossíntese.

Coró (Liogenys fuscus)

Outra praga que se alimenta das raízes das plantas de soja são as larvas do coró. Elas danificam sementes e reduzem a capacidade das plântulas em absorver nutrientes. Isso pode provocar o definhamento das plantas e a redução da produtividade.

Mosca-branca (Bemisia tabaci)

Essa praga é uma velha conhecida dos produtores de soja e pode causar tanto danos diretos como danos indiretos. Adultos e ninfas podem causar sérios problemas ao sugarem a seiva das plantas, pois retiram os nutrientes e injetam toxinas, podendo ocasionar murchamento, problemas no desenvolvimento da planta e queda na produtividade.

Além disso, ao se alimentar, a mosca-branca excreta nas folhas uma substância que favorece a formação de fumagina, causada pelo fungo Capnodium sp., que recobre as folhas e impede que a planta capte raios solares, o que dificulta o processo de fotossíntese.

A escolha do Tratamento de Sementes ideal para o controle de pragas iniciais é fundamental na proteção da lavoura, pois protege o estande de uma só vez contra essas ameaças que podem comprometer a produtividade.

Soja com força para largar na frente

Sabendo da importância do Tratamento de Sementes no manejo da soja, principalmente para o arranque inicial da cultura, a Syngenta apresenta Fortenza®, solução inseticida indicada para a proteção do estande contra o ataque de pragas.

Com ação poderosa e eficaz, Fortenza® é ideal para a soja largar na frente, pois a solução explora o potencial produtivo da cultura por meio da formulação à base de diamida, molécula moderna que oferece resultado superior no controle de lagartas e outras pragas.

Além disso, Fortenza® apresenta outros diferenciais, como:

  • Estande forte e firme desde o início: o melhor estabelecimento do estande a um baixo custo de investimento.
  • Eficiência no controle de lagartas e pragas iniciais: a ação amplo espectro protege a soja contra o ataque das principais pragas iniciais, evitando prejuízos e contribuindo para a produtividade.
  • Proteção superior: controle de pragas iniciais sob qualquer situação de pressão, adversidade climática ou biotecnológica, oferecendo proteção completa para os primeiros estádios da cultura.

No vídeo abaixo é possível entender por que Fortenza® é a melhor escolha para a soja largar na frente:

Realizar o manejo adequado do começo ao fim do ciclo da cultura e utilizar boas práticas agrícolas no campo são as melhores formas de obter mais produtividade, proporcionando o desenvolvimento saudável das plantas. O portfólio completo de produtos Syngenta conta ainda com mais soluções que podem contribuir para os resultados esperados nesta safra.

Técnicos e especialistas também relatam sobre a performance de Fortenza®, verificando a proteção do cultivo desde o início.

A Engenheira Agrônoma Pâmela Taveira Lima Alves, da Agropecuária Cavalca – Itiquira, Mato Grosso -, destaca que o TS é indispensável para a proteção do cultivo contra as pragas iniciais, especialmente em áreas com histórico de altas pressões. Na safra 2022/23, a área tratada com Fortenza® aumentou significativamente, especialmente com foco em arranque inicial protegido, beneficiando o cultivo com um estande inicial vigoroso e bem estabelecido.

Ela ainda conclui:

“Acredito que a utilização do Fortenza® nos traz ganhos de produtividade, pois, além do amplo espectro no controle de pragas, ele nos possibilita o melhor estande, o melhor desenvolvimento da planta, um arranque inicial diferenciado e isso consequentemente impacta em ganhos de produtividade”.

E finaliza: “Então a gente sente realmente que esse produto venha a somar dentro do nosso projeto de produção”.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, com o objetivo de impulsionar o agronegócio brasileiro com qualidade e inovações tecnológicas.

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