Ao longo das últimas décadas, a agricultura brasileira passou por uma transformação profunda. A cultura da soja, em particular, expandiu-se de forma exponencial, impulsionada por avanços tecnológicos e intensificação dos sistemas de cultivo. 

Contudo, essa intensificação trouxe consigo desafios de complexidade crescente, especialmente no que tange ao manejo de pragas. 

Nesse novo ecossistema agrícola, uma praga em particular encontrou condições ideais para prosperar e se tornar uma das principais ameaças à sojicultura nacional: o percevejo-marrom

Essa praga, além de reduzir a produtividade da soja, pode comprometer severamente a qualidade dos grãos de soja. 

Tal potencial de dano, somado aos desafios intrínsecos para o controle dessa praga, tornaram evidente a necessidade de uma solução que fosse além do convencional. 

Neste conteúdo, entenda como se deu a evolução do manejo do percevejo na soja ao longo dos anos e como inseticidas reconhecidos por sua eficácia, tradição e confiança tem revolucionado o manejo dessa praga nas lavouras. 

A evolução do manejo do percevejo na soja ao longo dos anos 

cenário atual do manejo de pragas na soja contrasta drasticamente com o de décadas passadas

Nas palavras do renomado entomologista Prof. Geraldo Papa, as pragas que ocorriam na soja “eram muito mais fáceis de serem controladas” e “mais sensíveis” às soluções disponíveis.  

Essa percepção é corroborada pela memória de produtores que vivenciaram essa transição no campo. O manejo das pragas da soja era consideravelmente mais simples, na qual uma única intervenção estratégica poderia ser suficiente para proteger a lavoura durante um período crítico.    

O principal catalisador dessa mudança foi a intensificação dos sistemas de cultivo, notadamente a adoção em larga escala da sucessão soja-milho (safrinha).  

Essa prática, embora extremamente benéfica do ponto de vista da produtividade, criou a conhecida “ponte verde”. Esse novo sistema de cultivo estabeleceu uma oferta contínua de alimento e abrigo para as pragas da soja. 

O professor Geraldo Papa descreve essa dualidade com precisão: por um lado, é uma “bênção” que permite extrair o máximo do solo de forma sustentável; por outro, é um fator que “dificulta o controle de pragas” de maneira significativa.    

Essa nova dinâmica alterou não apenas a intensidade, mas também o perfil das pragas. Houve uma mudança na espécie de percevejo predominante: se antes o percevejo-verde (Nezara viridula) era a principal preocupação, atualmente o percevejo-marrom (Euschistus heros) assumiu o protagonismo. 

Consequentemente, as metodologias de manejo também evoluíram. O limiar de dano econômico, que antes permitia a presença de até cinco percevejos por pano de batida para justificar uma aplicação, tornou-se muito mais restrito. 

Em alguns casos a simples presença da praga já pode demandar uma intervenção.  

Essa realidade impulsionou uma revolução tecnológica nos insumos, trazendo ao mercado soluções pioneiras que já fazem parte do manejo do produtor e são referência absoluta no controle de percevejos.   

Conhecendo o inseticida que redefiniu o padrão de controle de percevejos na soja e se tornou sinônimo de confiança e resultado  

ENGEO PLENO® S é um inseticida da Syngenta reconhecido por sua eficácia, tradição e confiança no controle das principais pragas sugadoras da soja, com destaque para os percevejos. 

Sua história na agricultura brasileira, aliado à sua formulação inovadora, fazem dele uma ferramenta indispensável no manejo de percevejos, sendo sinônimo de confiança e resultado comprovado. 

Em 2025, ENGEO PLENO® S conquistou pela 7ª vez consecutiva a premiação da Revista Rural, como a marca mais lembrada do agro.   

Essa trajetória de sucesso e reconhecimento é reflexo de sua formulação, que entrega sinergia entre dois ingredientes ativos, tiametoxam e lambda-cialotrina, cada um com um modo de ação específico e complementar.  

Essa combinação não apenas proporciona um controle abrangente do complexo de percevejos, mas também constitui uma estratégia robusta de manejo, explicando sua consistência de resultados ao longo de duas décadas.  

Banner do inseticida  ENGEO PLENO® S, da Syngenta. A imagem de fundo é uma lavoura ao pôr do sol, com dois homens (pai e filho) simbolizando o legado. O slogan principal é "Nunca foi sorte, sempre foi ENGEO PLENO S". O banner destaca a "Tecnologia Zeon: Choque e residual sem igual" e lista os seguintes benefícios:  "Tecnologia que confere poder de choque e residual, juntos, melhores".  "Excelente no controle de ninfas e adultos".  "Melhor ferramenta para as primeiras aplicações".

O poder imediato do efeito de choque: a ação neurotóxica da lambda-cialotrina 

O primeiro pilar de ENGEO PLENO® S é a lambda-cialotrina, um ingrediente ativo pertencente ao grupo dos piretroides. 

Seu modo de ação é neurotóxico e atua como um modulador dos canais de sódio no sistema nervoso dos insetos. 

Em termos práticos, esse ativo se liga a esses canais iônicos nas membranas dos neurônios dos insetos, forçando-os a permanecerem abertos por um período prolongado.  

Essa disfunção impede a repolarização normal da célula nervosa, resultando em uma transmissão contínua e descontrolada de impulsos nervosos. 

resultado para o inseto é uma hiperexcitação do sistema nervoso, que leva a tremores, paralisia e, finalmente, à morte rápida

Segundo um estudo de Oliveira et. Al (2016) sobre o controle de percevejo-marrom na soja, a lambda-cialotrina demonstrou uma eficiência de aproximadamente 70% aos 10 DAA (dias após a aplicação) no controle de percevejos, indicando um impacto significativo na redução da população dessas pragas. 

Do ponto de vista agronômico, esse mecanismo de ação se traduz em um efeito crucial: o efeito de choque. 

Para o agricultor, isso significa a interrupção quase instantânea da alimentação após a aplicação do inseticida e das perdas ocasionadas pelos percevejos adultos, que são os principais responsáveis pelos danos diretos aos grãos e às vagens.  

Percevejo-marrom (Euschistus heros) caminhando em uma haste de soja. Ao fundo, uma vagem e folhas da planta preenchem a imagem.

A proteção prolongada do efeito residual: a sistemicidade do tiametoxam 

O segundo pilar, que confere a proteção duradoura de ENGEO PLENO® S, é o tiametoxam. Esse ingrediente ativo pertence à classe dos neonicotinoides, um grupo químico com um modo de ação distinto dos piretroides. 

O tiametoxam atua como um agonista dos receptores nicotínicos de acetilcolina (nachrs) no sistema nervoso central do inseto. Essencialmente, a molécula de tiametoxam se liga a esses receptores, imitando o neurotransmissor natural acetilcolina.  

No entanto, ao contrário da acetilcolina, que é rapidamente degradada pela enzima acetilcolinesterase para finalizar o impulso nervoso, o tiametoxam não é facilmente metabolizado. Sua ligação persistente ao receptor causa uma estimulação nervosa contínua e irreversível, que leva à morte do inseto

A principal vantagem agronômica do tiametoxam, no entanto, reside em sua propriedade sistêmica. Após a aplicação, o ativo é absorvido pela planta — seja pelas folhas ou raízes — e translocado através do sistema vascular. 

Essa mobilidade permite que o inseticida seja distribuído por toda a planta, incluindo folhas, caules e até mesmo os novos brotos, que se desenvolvem após a aplicação.  

Essa característica é de importância vital para o controle das ninfas de percevejos. As ninfas, estágios jovens do inseto, são frequentemente mais difíceis de controlar por pulverização direta, pois tendem a permanecer mais escondidas nas partes inferiores e internas da planta e são menos móveis.  

Contudo, elas se alimentam vorazmente da seiva para crescer, e seus danos, embora menos visíveis inicialmente, podem comprometer severamente o desenvolvimento das vagens e a qualidade final dos grãos.  

A sistemicidade do tiametoxam, portanto, faz com que as ninfas, ao se alimentarem de qualquer parte da planta tratada, ingiram uma dose letal do inseticida, proporcionando um controle residual prolongado e quebrando o ciclo de vida da praga na lavoura. 

Além disso, o tiametoxam oferece outros diferenciais no controle de percevejos na soja: 

  • Eficácia prolongada: um estudo publicado em 2022 na revista International Journal of Tropical Insect Science mostra que a combinação de tiametoxam com outros ingredientes, como lambda-cialotrina, oferece um controle mais eficiente de percevejos na soja, destacando sua versatilidade e potencial de uso em programas integrados de manejo de pragas. 
  • Ação rápida e residual prolongado: tiametoxam proporciona uma ação rápida contra os percevejos e pode oferecer um controle residual prolongado, garantindo proteção contínua às plantações. 
  • Segurança para predadores naturais: pesquisadores da Embrapa e de universidades renomadas no Brasil sugerem que tiametoxam, quando usado adequadamente, pode ter efeitos mínimos sobre os predadores naturais dos percevejos, um aspecto importante para a manutenção do equilíbrio ecológico e da sustentabilidade da produção agrícola. 

A combinação sinérgica: o duplo mecanismo de ação de ENGEO PLENO® S 

A verdadeira força de ENGEO PLENO® S emerge, portanto, da combinação sinérgica desses dois modos de ação.  

 A lambda-cialotrina entrega o resultado visível e imediato, enquanto o tiametoxam constrói uma barreira de proteção interna e duradoura. 

Essa abordagem de duplo ataque permite o controle de percevejos em diferentes estágios de vida, resultando em uma eficácia superior. 

Gráfico de barras com o título "Nunca foi sorte, sempre foi consistência". O gráfico mostra que Engeo Pleno S atingiu 71% de controle de Euschistus heros (percevejo-marrom), um resultado superior a outros seis tratamentos concorrentes.

Somado a isso, ENGEO PLENO® S ainda conta com um efeito desalojante. Esse inseticida possui uma característica irritante para os percevejos, que os força a se movimentarem e saírem de seus abrigos naturais, como o interior do dossel da planta ou a região do baixeiro, locais de difícil acesso para a pulverização.  

Ao induzir essa movimentação, o produto expõe uma parcela maior da população de pragas ao contato direto com o inseticida, maximizando a eficácia da aplicação.  

Esse efeito é fundamental para um controle mais completo e uniforme em toda a lavoura. 

Inovação na formulação: a tecnologia ZEON® como pilar de consistência e longevidade 

A excelência de um inseticida moderno não se mede apenas pela qualidade de seus ingredientes ativos, mas também pela sua entrega. No caso de ENGEO PLENO® S, a formulação é um diferencial tecnológico tão crucial quanto a sua composição química.  

exclusiva tecnologia ZEON® presente em ENGEO PLENO® S representa um avanço significativo na forma como os ativos são protegidos e liberados no ambiente. 

Essa tecnologia de microencapsulação é o pilar que sustenta a consistência e a confiabilidade do produto no campo, permitindo que a sinergia entre os ativos lambda-cialotrina e tiametoxam seja expressa em seu máximo potencial. 

A ciência da microencapsulação: a formulação CS  

ENGEO PLENO® S é apresentado em uma formulação do tipo CS (suspensão de encapsulados). Essa é uma das tecnologias de formulação mais avançadas disponíveis para defensivos agrícolas.  

Em uma formulação CS, o ingrediente ativo não está simplesmente dissolvido ou suspenso na calda, mas sim contido dentro de minúsculas cápsulas de polímero, com diâmetro micrométrico. Essas microcápsulas são, então, suspensas em uma base aquosa.  

Quando o produto é diluído no tanque de pulverização, essas cápsulas se dispersam uniformemente na água, prontas para serem aplicadas na lavoura. 

Essa abordagem contrasta fortemente com formulações mais antigas e simples, como os concentrados emulsionáveis (EC), que utilizam solventes orgânicos para dissolver o ingrediente ativo.  

As formulações CS, por serem à base de água, oferecem vantagens operacionais significativas, como menor odor, maior segurança para o aplicador e melhor compatibilidade em misturas de tanque

No entanto, os benefícios mais profundos da tecnologia ZEON® vão além da conveniência, impactando diretamente a performance agronômica do produto. 

Vantagens técnicas da formulação ZEON® 

A engenharia por trás das microcápsulas ZEON® foi projetada para resolver desafios práticos enfrentados pelo agricultor, transformando ENGEO PLENO® S em uma solução para o controle integrado altamente resiliente. 

 Infográfico que detalha a Tecnologia Zeon. As etapas mostram: 1. Ativos protegidos em microcápsulas. 2. Cápsulas se rompendo na aplicação. 3. Liberação controlada para o inseto. 4. Adesão das partículas à folha. A imagem também destaca  dois benefícios principais: formulação Exclusiva Syngenta e os  fotoestabilizadores.

Liberação gradual e residual ampliado 

ENGEO PLENO® S se destaca pela sua liberação gradual e seu residual ampliado. A tecnologia ZEON® permite que a parede da microcápsula de polímero não se rompe imediatamente após a aplicação. 

Em vez disso, ela funciona como uma membrana semipermeável que libera o ingrediente ativo de forma gradual e controlada ao longo do tempo. 

Após a pulverização, a água da calda evapora e as microcápsulas aderem à superfície da folha. O ativo, então, difunde-se lentamente através da parede da cápsula para a superfície foliar.  

Esse mecanismo de liberação estende significativamente o período de proteção (efeito residual), mantendo uma concentração letal do inseticida na planta por mais tempo. 

Isso significa que a lavoura permanece protegida contra novas ondas de pragas que possam surgir dias após a aplicação, otimizando o investimento do produtor e, em muitos casos, reduzindo a necessidade de reaplicações frequentes. 

Fotoproteção e estabilidade 

Um dos maiores desafios para a eficácia de muitos inseticidas, especialmente os piretroides como a lambda-cialotrina, é a degradação pela radiação ultravioleta (UV) do sol. 

A exposição direta à luz solar intensa pode quebrar as moléculas do ingrediente ativo, reduzindo drasticamente sua potência e seu período de ação.  

A tecnologia ZEON® aborda diretamente esse problema. As paredes das microcápsulas são infundidas com fotoestabilizadores, que atuam como um escudo protetor, absorvendo ou refletindo a radiação UV. 

Essa proteção faz com que os ingredientes ativos de ENGEO PLENO® S mantenham sua integridade química e, consequentemente, seu potente efeito para o controle das pragas.  

A formulação de ENGEO PLENO® S, portanto, não apenas entrega o ativo, mas o protege ativamente no ambiente mais crítico: a superfície da folha. 

Aderência superior e resistência à lavagem por chuva 

A formulação de ENGEO PLENO® S também foi desenvolvida para maximizar a aderência das microcápsulas à cutícula cerosa das folhas da soja

Essa maior tenacidade, combinada com a proteção física da cápsula proporcionada pela tecnologia ZEON®, torna o produto significativamente mais resistente à lavagem pela água da chuva. 

Essa característica confere ao agricultor uma maior janela de segurança e tranquilidade para a aplicação do inseticida, já que o produto permanecerá onde é necessário para controlar as pragas, mesmo em condições climáticas instáveis. 

Segurança operacional e ambiental 

A tecnologia ZEON® ainda oferece um benefício de segurança fundamental: ela isola o ingrediente ativo do contato direto com o aplicador durante as etapas de manuseio, medição e mistura da calda, tornando o produto mais seguro para quem o utiliza.  

Além disso, por ser uma suspensão aquosa (baseada em água), a formulação CS de ENGEO PLENO® S elimina a necessidade de solventes orgânicos voláteis, comuns em formulações EC, resultando em menor odor e um perfil ambiental mais favorável. 

Em suma, a tecnologia ZEON® é a engenharia que permite a entrega de resultados consistentes por ENGEO PLENO® S.  

Essa tecnologia atua como uma plataforma que multiplica a performance dos ingredientes ativos, protegendo-os das condições climáticas instáveis e prolongando sua ação, ao mesmo tempo em que reduz os riscos operacionais e ambientais.  

É essa integração entre química e engenharia de formulação que eleva a entrega de ENGEO PLENO® S, solidificando cada vez mais a confiança do agricultor nessa solução completa para o controle de percevejos e outras pragas da soja, 

Duas décadas de confiança no campo: um histórico de resultados comprovados 

A superioridade técnica de um produto, por mais robusta que seja sua base científica, só se consolida como um legado quando é validada repetidamente no campo, safra após safra. 

A história de ENGEO PLENO® S é a crônica de uma inovação que não apenas respondeu a uma necessidade dos produtores, mas que também construiu uma relação de confiança profunda e duradoura com os agricultores brasileiros.  

Essa confiança, que atravessa gerações, é o testemunho mais eloquente de sua eficácia e consistência. 

A trajetória de ENGEO PLENO® S no campo 

A trajetória de ENGEO PLENO® S começou muito antes de seu lançamento comercial, como parte de uma visão estratégica da indústria para modernizar o controle de pragas.  

Conforme relatado pelo Prof. Geraldo Papa, que acompanhou o desenvolvimento do produto desde suas fases iniciais, a concepção do que viria a ser o ENGEO® original nasceu de uma ideia de modernização do manejo de pragas

 O objetivo era claro: desenvolver uma alternativa superior aos inseticidas organofosforados, que dominavam o mercado na época. Embora eficazes, os organofosforados apresentavam desafios relacionados à toxicidade e ao perfil ambiental.  

A busca era por uma solução que oferecesse não apenas um controle mais eficaz, mas também um perfil de segurança aprimorado

Essa origem revela que ENGEO PLENO® S foi resultado de um esforço proativo de pesquisa e desenvolvimento focado em elevar o padrão tecnológico do manejo de pragas.  

Ele foi concebido para ser um avanço, posicionando-se desde o início como uma ferramenta de vanguarda, tanto em performance quanto em responsabilidade. 

A prova real: a confiança que atravessa gerações 

A prova definitiva do valor de qualquer tecnologia agrícola é sua adoção por parte de quem enfrenta os desafios diários do campo. A história do produtor Samuel de Alcântara, Produtor OTO, e de sua família com a linha ENGEO® encapsula perfeitamente essa relação de confiança.  

Questionado sobre a sua história com o produto, Samuel detalha a conexão geracional e o papel estratégico que ENGEO PLENO® S desempenha: 

“Eu vejo o ENGEO® como um produto fundamental de você ter no portfólio no manejo de inseticida. Nós não abrimos mão de ter o ENGEO® porque eu falo muito para o meu pai, e que ele é um coringa. Você tem que ter ele porque o espectro de pragas que ele controla é muito extenso. Ele entrega controle de pulgão, cigarrinha, lagarta, então eu fico tranquilo em estar utilizando o ENGEO® nas nossas aplicações.  Então assim, te dá uma confiança em posicionar ele, porque eu tenho certeza do resultado dele, né?”     

Essa certeza é reforçada pela consistência do produto ao longo dos anos. Mesmo diante de novos desafios, Samuel ressalta sua importância em cenários de alta pressão e em atividades que exigem controle máximo, como a produção de sementes: 

“A gente já testou vários outros produtos, mas a gente vê que, ao longo dos anos, quem permanece sempre entregando um resultado é o ENGEO®. E eu falo, esse ano passado a gente teve uma pressão intensa de  mosca-branca, uma coisa que nós não estávamos acostumados, e ele continua entregando resultado. Ele é um produto extremamente importante porque, além do choque, te dá residual, te dá segurança.”     

 A voz do agricultor, validando a ciência com a experiência, é o que transforma ENGEO PLENO® S de um inseticida eficaz em um verdadeiro ícone do campo. 

A perspectiva da ciência: por que ENGEO PLENO® S permanece com inseticida líder no controle de percevejos? 

A performance excepcional de ENGEO PLENO® S  é, segundo Prof. Geraldo Papa, um “equilíbrio” perfeito. A combinação criteriosa da lambda-cialotrina, com as propriedades únicas do tiametoxam, criaram uma solução de rara robustez. 

Para ilustrar a notável consistência do produto, o Prof. Geraldo Papa utiliza uma metáfora sobre o ciclo de vida de uma tecnologia: desenvolvimento, apogeu (o pico de performance) e, finalmente, o declínio.  

Ele afirma que ENGEO PLENO® S permaneceu em seu “apogeu” por um “tempo enorme”, ao longo de duas décadas, um feito que ele classifica como incomum no dinâmico mercado de defensivos agrícolas

Portanto, a análise do Prof. Geraldo Papa valida que a confiança do agricultor não é subjetiva. Ela está ancorada em uma performance técnica que tem resistido ao teste do tempo e à crescente pressão das pragas. 

ENGEO PLENO® S: tradição e referência no manejo de percevejos 

A trajetória de ENGEO PLENO® S se consolida como um símbolo de confiança e excelência que atravessa o tempo. A história de seu sucesso é a prova de que, na agricultura de alta performance, os resultados duradouros são construídos sobre uma base de ciência, inovação e consistência. 

Ao oferecer uma solução robusta com efeito de choque e residual, ENGEO PLENO® S se estabeleceu como um aliado indispensável, provando, safra após safra, que seu sucesso nunca foi sorte, sempre foi confiança

Banner do inseticida  ENGEO PLENO® S, da Syngenta. A imagem de fundo é uma lavoura ao pôr do sol, com dois homens (pai e filho) simbolizando o legado. O slogan principal é "Nunca foi sorte, sempre foi ENGEO PLENO S". O banner destaca a "Tecnologia Zeon: Choque e residual sem igual" e lista os seguintes benefícios:  "Tecnologia que confere poder de choque e residual, juntos, melhores".  "Excelente no controle de ninfas e adultos".  "Melhor ferramenta para as primeiras aplicações".

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável. 

Confira a central de conteúdos Mais Agro para ficar por dentro de tudo o que está acontecendo no campo.