A cultura do milho ocupa a segunda posição em volume de grãos produzidos no país, ficando atrás apenas da cultura da soja.

A obtenção de altas produtividades na cultura foi possível graças ao avanço de tecnologias e conhecimento relacionados ao manejo de pragas, doenças, plantas daninhas, além de questões como manejo do solo, genética, nutrição e outras boas práticas agrícolas.

No entanto, existe um inimigo oculto que, por vezes é negligenciado ou não recebe a devida atenção, e que, de maneira silenciosa, limita a obtenção de tetos produtivos cada vez maiores: os nematoides.

Os nematoides são vermes que causam sérios problemas à cultura, além disso, uma vez presentes nas áreas de cultivo, não podem ser erradicados (ou completamente eliminados). Outro fator agravante é que os nematoides podem sobreviver e se reproduzir em inúmeros hospedeiros, além de “abrir porta” para entrada de fungos e bactérias.

No caso dos principais nematoides da cultura do milho, estes podem atacar ainda a cultura da soja, algodão e outras culturas de importância.

Nesse sentido, o manejo integrado é a principal alternativa para alcançar altos tetos produtivos, mesmo na presença deste inimigo oculto.

Principais características dos nematoides

Nematoides são vermes de tamanho diminuto, microscópicos, ou seja, sua visualização só é possível através do uso de microscópio. Diversas espécies parasitam plantas cultivadas, sendo conhecidas como fitonematoides.

Sintomas podem ser observados na maioria das raízes das plantas cultivadas, entretanto a cultura do milho é a que menos expressa esses sintomas, dificultando ainda mais a percepção da presença do verme.

São biotróficos, ou seja, necessitam de hospedeiros vivos para se reproduzirem. No entanto, podem sobreviver no solo por longos períodos, mesmo sem a presença do hospedeiro ou de condições favoráveis.

O ciclo de vida desses vermes, de forma geral, compreende as fases de ovo, juvenil e adulto, sendo que todas elas podem entrar numa espécie de dormência, reduzindo seu metabolismo e aumentando seu tempo de sobrevivência no solo em condições adversas.

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Comparações entre o tamanho do nematoide-das-lesões (Pratylenchus spp.), com um fio de cabelo humano (imagem superior) e com uma agulha (imagem inferior).

Fonte: Eisenback, J. In: Ferraz, L. C. C. B.; Brown, D. J. F., 2016.

Espécies que ocorrem na cultura do milho no Brasil: identificação e distribuição

Os principais gêneros de importância para a cultura do milho incluem o gênero Pratylenchus, o nematoide-das-lesões-radiculares e Meloidogyne, o nematoide-das-galhas.

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Pratylenchus spp. (nematoide-das-lesões)

Três espécies do gênero Pratylenchus são relatadas na cultura do milho: P. brachyurus, P. zeae e P. jaehni.

Este nematoide, pertencente à família Pratylenchidae, causa lesões necróticas no interior das raízes do milho e se encontra amplamente distribuído nas principais regiões produtoras do país.

É migrador, portanto se movimenta no interior das raízes, podendo parasitar inúmeras plantas, se alimentando das  células vegetais e migrando de planta para planta.

Durante a alimentação, os nematoides deste gênero provocam a decomposição de substâncias vegetais. Estas substâncias acabam por impedir a respiração da planta, podendo causar a morte da célula vegetal e por consequência o escurecimento dos tecidos radiculares ou raízes. As raízes secundárias são as mais afetadas.

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Os ovos deste gênero podem ser depositados tanto no interior dos tecidos vegetais quanto no solo, dificultando as estimativas quanto à sua real população.

Os principais sintomas incluem:

  • redução do número de raízes;
  • em casos extremos é possível observar algumas manchas nas folhas e até algumas falhas no estande, porém, vale lembrar que quando os sintomas são visíveis, é sinal de que a produtividade já foi muito comprometida;
  • pode haver presença de lesões necróticas (escurecidas) e esparsas nas raízes – sintoma característico deste gênero e que levanta suspeitas sobre a sua ocorrência na área de cultivo;
  • desenvolvimento reduzido em função da interferência na absorção de água e nutrientes pelas raízes, a depender da população de nematoides presentes;
  • observação de manchas na lavoura com plantas mal desenvolvidas, podendo inclusive apresentar clorose (amarelecimento moderado);
  • redução do diâmetro do colmo;
  • redução da qualidade dos grãos.

raiz

Lesões escurecidas, sintoma característico do nematoide-das-lesões em raízes de milho.

Fonte: Coutinho, 2020.

Meloidogyne spp. (nematoide-das-galhas)

Os nematoides desse gênero são considerados cosmopolitas (pois estão presentes em mais de 2/3 das regiões produtoras do mundo) e polífagos (pois podem parasitar uma gama de espécies vegetais, incluindo plantas daninhas).

Diferentemente de Pratylenchus, o nematoide-das-galhas adquire hábito sedentário, ou seja, a fêmea estabelece uma relação de parasitismo nas raízes de uma planta e se mantém nela pelo resto da vida, adquirindo formato redondo e coloração branco-leitoso enquanto vivas, e amareladas/douradas/pardo-escuras quando mortas.

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Embora o ciclo de vida dos nematoides deste gênero incluam diferentes estádios, é no segundo, denominado juvenil de segundo estádio (estádio J2), o qual o parasitismo inicia .

Este gênero pode ainda, em estádio de ovo, entrar em modo quiescente (baixa atividade fisiológica), sobrevivendo no solo sob condições desfavoráveis por longos períodos.

Além disso, os nematoides-das-galhas injetam toxinas durante a alimentação, o que provoca distúrbios fisiológicos na planta. Estas toxinas causam a divisão desordenada das células causando maior crescimento (também conhecido como hiperplasia) e portanto, as galhas são formadas. No entanto, é importante frisar que isto ocorre principalmente para a cultura da soja, no milho, as galhas geralmente não são visualizadas.

As principais espécies de nematoide-das-galhas que parasitam a cultura do milho incluem M. incognita e M. javanica.

Os sintomas são de difícil visualização, mas podem ocorrer:

Disseminação de nematoides

A disseminação ocorre de diferentes formas, principalmente:

  • via solo contaminado, que pode contaminar máquinas e implementos agrícolas;
  • por sementes contaminadas, segunda principal forma de disseminação
  • via mudas e plantas daninhas contaminadas (onde o nematoide sobrevive e se reproduz na entressafra);
  • em excrementos de animais que consumiram plantas contaminadas;
  • via irrigação.

Cada espécie de nematoide tem um ciclo de vida, porém, sob algumas condições, principalmente de temperatura, o ciclo de vida é encurtado, fazendo com que eles se reproduzam mais rapidamente.

Como consequência, ocorre aumento rápido da população de nematoides na área de cultivo. Tal encurtamento, para a maioria das espécies, ocorre quando a temperatura do solo está entre 25 e 28 graus.

O encurtamento do ciclo de vida dos nematoides é considerado um agravante, pois a população deste inimigo oculto aumenta rapidamente, refletindo em danos à cultura.

Como diferenciar os sintomas entre os principais gêneros na cultura do milho?

Como já abordamos anteriormente, os sintomas causados por nematoides são um grande desafio para a cultura do milho, pois são de difícil visualização no campo, mesmo quando danos e redução de produtividade estão ocorrendo.

Pratylenchus spp.:

  • raízes podem adquirir aspecto escurecido, com presença de lesões que reduzem o tamanho e número de radicelas;
  • formam lesões necróticas no interior das raízes, semelhantes às causadas por fungos habitantes de solo, causadores de doenças.

A diferença entre a ocorrência deste gênero de nematoides e a de doenças fúngicas é principalmente a ausência de estruturas fúngicas vegetativas e reprodutivas de diferentes colorações (esporos e micélio), que estão associadas aos patógenos fúngicos. Essas estruturas podem ser visualizadas com auxílio de uma lupa de bolso e até mesmo pela coloração distinta quando o crescimento fúngico é intenso.

Logo, em muitos casos, as doenças fúngicas e os nematoides estão associados, pois a entrada do patógeno na planta é favorecida pelos danos provocados pelos nematoides.

Já as espécies do gênero Meloidogyne:

  • apresentam galhas pouco visíveis, sendo encontradas com maior frequência nas radicelas;
  • o sistema radicular pode ser menos desenvolvido, o que dificulta a absorção de água e nutrientes pela cultura, resultando em crescimento reduzido;
  • a depender da população de nematoides e das condições climáticas (como estresse hídrico), as plantas podem apresentar leves sintomas de amarelecimento e murcha em períodos mais secos do dia (estes sintomas são pouco perceptíveis no campo, o que dificulta a identificação deste inimigo oculto na cultura do milho).

Como identificar o problema?

Assim como em outras áreas do conhecimento, um problema só se torna problema quando devidamente identificado. No entanto, o não conhecimento do problema não configura a ausência deste.

Este é o caso dos nematoides. Embora os danos na lavoura progridam anualmente de forma silenciosa, este inimigo oculto passa muitas vezes despercebido pelos produtores. Além disso, quando estão presentes na área, os nematoides são subestimados.

É comum que os produtores afirmem veementemente que suas áreas estão livres de nematoides, no entanto, como destacado ao longo do texto, a ausência de observação visual do problema (sintomas), não garante a ausência deste.

A verdade é que a presença de nematoides, independentemente da cultura, pode não só reduzir como também inviabilizar a produção das culturas agrícolas (não somente o milho, mas também as culturas subsequentes, como a soja). Por isso, a observação atenta da área e investigação podem ser determinantes.

Diante da dificuldade de observar sintomas e lesões causadas pelos nematoides no campo enquanto estes estão interferindo na produção da cultura, é importante que amostragens de solo sejam realizadas em diferentes pontos da lavoura e encaminhadas imediatamente para um laboratório especializado para análise.

Deste modo, as espécies presentes podem ser devidamente identificadas, além disso, é possível entender a densidade populacional e as estratégias de controle mais adequadas.

Para entender o histórico da área e o direcionamento das amostragens que deverão ser realizadas na lavoura, imagens de satélite podem ser utilizadas para este fim, principalmente no mapeamento dos locais que apresentam falhas, pequenas diferenças quanto ao crescimento, e até mesmo a evolução destes locais dentro da lavoura.

Isto é possível por meio do uso de índices de vegetação (NDVI por exemplo) combinados com algoritmos. O NDVI estima o crescimento da biomassa vegetal afetada pela presença de nematoides, desta forma, mesmo que pequenas diferenças de crescimento em determinados estádios de desenvolvimento podem ser detectadas.

Mesmo em supostas boas condições da lavoura, os nematoides estão interferindo nos resultados produtivos da cultura, reduzindo seu potencial produtivo, sendo o controle menos custoso do que as perdas provocadas por eles.

Danos causados por nematoides na cultura do milho

Estes pequenos vermes são pequenos apenas em tamanho, pois o potencial de danos causados é muito significativo.

Os nematoides prejudicam as culturas não somente pelo consumo do conteúdo interno das células, mas também:

  • podem favorecer a entrada de fungos e bactérias pela abertura de túneis ou galerias nas raízes da cultura durante o parasitismo;
  • embora para o milho não se tenham registros até o momento, em algumas culturas, como o algodão, esses vermes já foram responsáveis pela quebra de resistência em cultivares que anteriormente não eram infectados por doenças fúngicas;
  • podem injetar toxinas durante a alimentação, desencadeando respostas de crescimento anormal dos tecidos vegetais, podendo ocasionar a formação de  galhas, como os nematoides-das-galhas na soja, o que não é facilmente visível na cultura do milho (no entanto, os danos podem ser significativos mesmo na ausência de formação de galhas).

No Brasil, para a cultura do milho, já foram identificadas mais de 40 espécies de nematoides associadas às raízes, pertencentes a 12 gêneros diferentes. Destes, algumas espécies têm destaque, especialmente por estarem amplamente distribuídas pelas regiões produtoras do país.

Por meio de uma parceria entre Syngenta, Agroconsult e SBN (Sociedade Brasileira de Nematologia), foi realizado um trabalho de amostragem e estimativa de danos causados pelos nematoides nas principais culturas do país. Este estudo aponta que, até 2031, os prejuízos gerados pelos nematoides podem ultrapassar a casa dos 873 bilhões de reais em diversas culturas, sendo mais de 110 bilhões apenas na cultura do milho.

Este montante equivale, atualmente, ao obtido na produção de uma safra inteira, ou seja, se este inimigo oculto não for devidamente identificado e manejado, nas áreas de produção de milho, os produtores podem perder o equivalente a uma safra em cada dez safras até 2031.

Para agravar a situação, os nematoides presentes na cultura do milho geram uma maior dificuldade aos produtores, uma vez que os danos não são visíveis na parte aérea das plantas (especialmente para o gênero Meloidogyne), o que pode mascarar esses grandes prejuízos.

Os nematoides penetram nas raízes e se alimentam do conteúdo interno das células vegetais, além disso, podem agravar os danos  no desenvolvimento das culturas, pois, indiretamente facilitam a entrada de fungos, como por exemplo do gênero Fusarium que é extremamente prejudicial a cultura do milho. Além dos danos nas raízes, podem colonizar os vasos da planta causando quebramento de colmos e muitas vezes inviabilizando a colheita.  

O que contribui para o aumento dos nematoides na cultura do milho?

O principal motivo é a capacidade destes microrganismos em parasitar uma ampla gama de hospedeiros, possibilitando assim alimento e condições favoráveis para a sobrevivência, reprodução, desenvolvimento e consequente aumento da população durante todo o ano agrícola. Por exemplo, as mesmas espécies de nematoides que parasitam o milho são comuns a outras culturas importantes como soja e algodão.

Além disso, o sistema de plantio direto contribui significativamente, mesmo quando a rotação de culturas com espécies não hospedeiras é realizada. Isto ocorre porque, embora outra espécie esteja sendo cultivada na área, os restos culturais da espécie hospedeira continuarão por longos períodos nos restos vegetais no solo, visto que a decomposição da palhada pode demorar e está relacionada também com as condições ambientais.

Locais e estações mais frias propiciam maior demora na decomposição dos restos vegetais. Além disso, outros fatores estão relacionados à decomposição, como teor de matéria orgânica e a própria microbiota do solo, a depender do tipo de solo e dos tratos culturais realizados.

Por isto, o conhecimento da espécie que está ocorrendo na área de cultivo é fundamental.

 

Quais estratégias podem ser adotadas para o problema dos nematoides na cultura do milho?

Dois fatores importantes a serem considerados são a identificação de espécie o manejo, que deve partir do princípio de que o controle deve contar com diversas estratégias (Manejo Integrado de nematoides – MIN), visto que são agentes habitantes de solo, o controle deve ser construído ao longo do tempo.

O mapeamento via satélite é uma opção viável e com ótimos resultados para a identificação de anomalias no desenvolvimento das plantas na lavoura. Isto porque, através dos Índices de vegetação, diferenças sutis no desenvolvimento das plantas, que normalmente não são visualizadas a olho nu, podem ser identificadas, norteando o direcionamento dos locais em que amostras de solo devem ser coletadas para investigação.

Além disso, o monitoramento deve ser realizado ano a ano, para garantir que a população de nematoides permaneça baixa e os danos sejam evitados, não somente para a cultura do milho, mas também às demais culturas hospedeiras (como soja, algodão, entre outras).

Neste sentido, o conhecimento e as informações sobre os nematoides na cultura do milho, a inovação em produtos, selecionando aqueles que sejam mais adequados às condições da lavoura, aliados às técnicas de manejo são os pilares para o controle dos nematoides.

As principais estratégias de controle incluem:

  • o controle químico e/ou biológico, que deve ser implementado por meio do tratamento de sementes, é fator primordial para reduzir a população dos nematoides na área de cultivo, especialmente a longo prazo. Mas atenção, deve ser realizado anualmente, principalmente porque os nematoides permanecem viáveis e sobrevivem no solo em diferentes camadas por longos períodos (muitos anos), desta forma necessitam de controle ano a ano para evitar danos e aumento da sua população;
  • o monitoramento das áreas por meio de ferramentas digitais pode auxiliar na identificação e no acompanhamento da evolução do problema. Além disso, é possível acompanhar o histórico anterior e posterior a adoção de estratégias de manejo. As ferramentas digitais possuem diversas vantagens no manejo de nematoides, incluindo rápida detecção de pontos da lavoura com problemas, fácil visualização, baixo custo, dentre inúmeras outras que facilitam o monitoramento e acompanhamento da área de cultivo;
  • o uso de sementes sadias;
  • a rotação de culturas com espécies não hospedeiras pode auxiliar os demais métodos de controle. É importante frisar que a associação de controle cultural deve ser realizada com o controle químico ou biológico, ou ambos. Uma só estratégia de controle não é eficiente, e pode comprometer os esforços lançados;
  • por fim, mas não menos importante, a limpeza dos maquinários, uma vez que esse é um importante vetor de disseminação dos nematoides.

Vale destacar que, uma vez que a área esteja infectada, não é possível erradicar o problema, por isto, o manejo será determinante para manter a população de nematoides abaixo daquela que cause danos econômicos à cultura e ao produtor, e isto é construído ao longo dos anos.

Os nematoides não podem ser eliminados totalmente, mas podem e devem ser controlados, o que é totalmente possível, evitando assim perdas na produtividade .

A sua área de cultivo é um dos bens mais preciosos, por isso, proteger e cuidar dela é investir em você, e um bom tratamento de sementes protege o início de tudo: as sementes, lembre-se disto!

Tratamento de sementes com nematicidas: proteção diferenciada para a cultura do milho

A Syngenta possui em seu portfólio duas ofertas com controle completo para pragas, doenças e nematoides na cultura do milho. São elas:

Avicta® Completo

Avicta ® Completo é composto por cinco moléculas que atuam de forma sinérgica, resultando em ação 3 em 1 e modo de ação por contato e ingestão.

Três controles em um único produto: controle de nematoides, pragas e doenças.

O TS em milho é fundamental para proteger as sementes no solo e as plântulas recém emergidas do ataque e interferência das ameaças iniciais da cultura. Desta forma possibilita estabelecimento e arranque inicial da cultura mais forte e vigoroso.

Fortenza® Elite

Fortenza® Elite é uma oferta para o TS de milho que combina quatro produtos, conferindo ação contra pragas, doenças e nematoides. Sua ação é sistêmica, de contato e por ingestão, conferindo controle poderoso para a cultura, especialmente nas fases iniciais de desenvolvimento.

Fortenza® Elite tem a abamectina em sua composição, entregando ao cotonicultor o melhor nematicida químico para Tratamento de Sementes do mercado. Além do excelente controle de doenças e lagartas por meio da combinação com fungicidas e inseticidas de amplo espectro.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, com o objetivo de impulsionar o agronegócio brasileiro com qualidade e inovações tecnológicas.

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