Café Robusta
Chuvas nas áreas cafeeiras ligam alerta para o controle da ferrugem
Chuvas nas áreas cafeeiras ativam alerta para controle da ferrugem; ações rápidas e integradas previnem danos e mantêm a produtividade. Saiba mais. Dificuldades no manejo trazem expectativa de maior incidência da doença na cultura O volume de chuvas nas áreas cafeeiras de arábica no Brasil tem mudado o cenário e colaborado para o bom desenvolvimento […]
Grandes desafios aguardam o setor cafeeiro em 2024
Os cafeicultores devem enfrentar alguns desafios em 2024, o primeiro deles é o clima, com o fenômeno El Niño em ação, além do preço.
Chuvas ligam alerta para Ferrugem e Phoma
Carga elevada aumenta a predisposição à doença O volume constante de chuvas nas áreas de café arábica tem acendido um alerta fitossanitário importante nas principais regiões produtoras. Em especial neste verão, a combinação entre alta umidade, cargas pendentes elevadas e dificuldade operacional no campo cria o ambiente ideal para o avanço da ferrugem e da […]
Barter ganha força na cafeicultura como estratégia para reduzir custos e proteger a rentabilidade
Em um cenário marcado por volatilidade de preços, custos elevados de produção e incertezas climáticas, reduzir riscos passou a ser tão estratégico quanto produzir bem. Nesse contexto, o Barter se consolida como uma das principais ferramentas de gestão para o cafeicultor brasileiro, permitindo previsibilidade, eficiência financeira e proteção da rentabilidade ao longo da safra. Mais […]
Desenvolvimento das lavouras de café avança, mas manejo segue decisivo
O ano começa favorável para a cafeicultura brasileira, que atravessa um momento de recuperação gradual e expectativa positiva. Em diferentes regiões produtoras, o desenvolvimento das lavouras apresenta sinais consistentes de avanço. No entanto, apesar do cenário mais favorável, a atenção ao manejo segue sendo determinante para consolidar produtividade e sustentabilidade. Sul de Minas: boas chuvas […]
Preços melhores em 2026?
Setor entra no ano com mais otimismo, mas ainda com desafios estruturais A cafeicultura brasileira entra em 2026 com um sentimento diferente. Embora o ano anterior tenha sido intenso, com oscilações climáticas, barreiras comerciais inesperadas e dificuldades estruturais, o setor encerrou o período com sinais claros de recuperação. De acordo com especialistas, o Brasil atravessou […]
Bicho-mineiro no café: por que essa praga exige atenção redobrada?
O bicho-mineiro, está entre as principais pragas da cafeicultura. E ao longo dos últimos 20 anos, foi necessária uma jornada de transformação no setor, para o melhor enfrentamento da praga. A grande desfolha que pode provocar na lavoura, ataca a produtividade também de safras futuras. A principal incidência ocorre por conta do clima seco e […]

30/08/2026
Pré-florada do café: manejos essenciais para proteger a produtividade
A pré-florada do café sempre exige atenção do produtor. No entanto, na safra atual, essa fase ganhou ainda mais importância devido às chuvas registradas durante o inverno em diversas regiões produtoras de Minas Gerais. Esse comportamento climático alterou o desenvolvimento das lavouras, favorecendo o surgimento de doenças e aumentando a possibilidade de desuniformidade da florada. […]...
A pré-florada do café sempre exige atenção do produtor. No entanto, na safra atual, essa fase ganhou ainda mais importância devido às chuvas registradas durante o inverno em diversas regiões produtoras de Minas Gerais. Esse comportamento climático alterou o desenvolvimento das lavouras, favorecendo o surgimento de doenças e aumentando a possibilidade de desuniformidade da florada.
Além disso, o cafeeiro chega a esse período logo após enfrentar o desgaste provocado pela colheita. Por isso, o manejo precisa respeitar o estágio fisiológico da planta para preservar seu potencial produtivo e garantir uma florada mais protegida.

Segundo Felipe Borges, Desenvolvimento Técnico de Mercado da Syngenta, o cenário exige um planejamento mais criterioso do que em anos considerados normais.
“Teremos uma grande desuniformidade da florada. Algumas áreas já floresceram, outras ainda estão prontas para florir. Isso exige mais atenção ao momento das aplicações e, provavelmente, um número maior de intervenções para proteger a florada.”
Chuvas de inverno elevam o desafio da pré-florada do café
Tradicionalmente, o inverno representa um período mais seco nas principais regiões cafeeiras brasileiras. Entretanto, neste ciclo, a ocorrência frequente de chuvas criou um ambiente bastante favorável ao desenvolvimento de doenças.
Nesse contexto, fatores como alta umidade e temperaturas amenas aumentam o risco de problemas fitossanitários justamente em um dos momentos mais sensíveis do cafeeiro.
Entre as principais ameaças destacam-se: a mancha de phoma, atacando folhas, ramos, flores e frutos, reduzindo o enfolhamento e o pegamento floral. A ferrugem, que pode atravessar o inóculo de uma safra para outra. E essa é uma preocupação para as lavouras que terão grande potencial produtivo para 27, além da cercosporiose e pseudomonas.

Além disso, a florada tende a ocorrer de forma escalonada. Ou seja, diferentes plantas e até mesmo diferentes ramos da mesma planta, poderão apresentar estágios distintos de desenvolvimento, tornando o manejo mais complexo.
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Como reconhecer as doenças que atacam na florada do café?
Por que a pré-florada do café merece tanta atenção?
A pré-florada representa a transição entre a recuperação da planta após a colheita e o início da formação da próxima safra.
Depois do intenso esforço fisiológico exigido pela colheita, o cafeeiro precisa recompor reservas nutricionais, recuperar seu metabolismo e iniciar a diferenciação das gemas florais.
Portanto, qualquer estresse provocado por doenças ou falhas no manejo pode comprometer diretamente o número de flores, o pegamento e, consequentemente, a produtividade futura.

Segundo Felipe Borges, o produtor deve considerar dois fatores antes de definir qualquer intervenção. “O manejo deve acompanhar o estágio fisiológico da planta e também as condições climáticas. Se houver ambiente favorável ao desenvolvimento das doenças, as aplicações precisam proteger esse momento.”
Florada desuniforme exige maior número de intervenções
Em anos de clima regular, muitos produtores concentram as aplicações em dois momentos principais: antes e logo após a florada.
Entretanto, esse cenário muda quando a florada ocorre de forma escalonada. Segundo Felipe Borges, será necessário acompanhar cada talhão individualmente.
“O produtor não deve pensar apenas em aplicações de pré e pós-florada. Dependendo da condição da lavoura, poderá ser necessário aumentar o número de entradas para proteger o máximo possível das flores.”
Quais manejos são essenciais na pós-colheita, pré-florada e pós-florada?
Embora cada propriedade apresente uma realidade diferente, Felipe Borges explica que três momentos merecem atenção especial ao longo desse período.
Pós-colheita: A primeira etapa consiste na recuperação da planta. Nesse momento, além dos manejos nutricionais, o controle preventivo das doenças reduz a pressão inicial de inóculo para as fases seguintes.
Uma alternativa recomendada é a associação entre Priori Top® e Alto® 400, conforme avaliação técnica da propriedade.
Pré-florada: Na pré-florada, o foco passa a ser a proteção das gemas florais e das futuras flores. Para esse momento, a recomendação técnica contempla a utilização de Miravis Duo® associado ao Auge® (hidróxido de cobre), estratégia que amplia a proteção da lavoura em um ambiente altamente favorável ao desenvolvimento das doenças.

Pós-florada: Após a abertura das flores, a proteção continua sendo fundamental. Nessa fase, Miravis Duo® contribui para manter o controle das principais doenças e proteger o potencial produtivo recém-formado.
Planejamento será decisivo para o potencial produtivo da próxima safra
As condições climáticas registradas neste inverno transformaram as aplicações de florada do café em uma das etapas mais estratégicas da safra.
Além da maior pressão de doenças, a florada desuniforme exige atenção redobrada ao momento das aplicações e ao acompanhamento da lavoura.
“Nesse contexto, produtores, monitorarem suas áreas de forma frequente e adaptem o
manejo ao comportamento das plantas, e principalmente do clima, assim, terão melhores condições para proteger a florada, reduzir perdas e preservar o potencial produtivo da próxima colheita”, destaca Felipe.
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