Azospirillum brasilense: o que faz

Passe para o lado e descubra!

Tocar

BIOLÓGICOS

Azospirillum brasilense: o que faz O nome já diz: o Azospirillum brasilense foi isolado no Brasil e hoje ajuda as raízes a crescerem mais e explorarem melhor o solo. Você já usa na sua lavoura?

O que é o Azospirillum brasilense Bactéria que vive junto à raiz e estimula o crescimento da planta, por isso é chamada promotora de crescimento. No Brasil, as estirpes mais usadas são Ab-V5 e Ab-V6.

Gramíneas não formam nódulos Culturas como milho e trigo não formam nódulos com rizóbios, as bactérias fixadoras das leguminosas, e dependem de adubo nitrogenado. É aí que o A. brasilense pode ajudar.

O que ele faz na raiz Produz hormônios, como o AIA (ácido indolacético), que fazem a raiz crescer mais. Assim, a planta absorve mais água e nutrientes. Ele também fixa parte do nitrogênio do ar.

Onde usar Em milho, trigo, arroz e pastagens, ele é aplicado sozinho: na semente, no sulco ou via foliar. Já em soja e feijão, é aplicado em coinoculação com outros agentes biológicos, como rizóbios.

Coinoculação na soja Nos nódulos, o Bradyrhizobium spp. fixa o nitrogênio do ar, e o A. brasilense estimula o crescimento das raízes. Aplique no sulco ou por último no tratamento de sementes.

Pontos de atenção O A. brasilense pode reduzir, mas não substitui, a adubação com nitrogênio. Por ser uma bactéria viva, ele é sensível ao calor, sol e pode ser incompatível com alguns produtos.

Fixação biológica de nitrogênio Entenda como as bactérias convertem o nitrogênio do ar em uma forma que a planta absorve, e como esse processo ajuda a reduzir a dependência de adubo nitrogenado.